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Demarcação do Parque do Cocó: de 1977 até 2017

17:30 | 03/06/2017

LINHA DO TEMPO

 

1977. Após protestos e reivindicações de ambientalistas contra a construção da sede do BNB no Cocó, o prefeito Evandro Ayres de Moura torna de utilidade pública a área pretendida pelo banco.


1983. Decreto 5.754 dá a denominação de Parque Adahil Barreto às terras onde seria construída a sede do BNB, no Cocó. Uma área de 10 hectares.

 

1986. A prefeita Maria Luiza (PT) criou a Área de Proteção Ambiental (APA) do Vale do Rio Cocó.

 

1989. O Parque do Cocó é criado a partir do decreto nº 20.253, que ampliava para 1.046,22 hectares a área do parque Adahil Barreto. Durante o governo Tasso Jereissati.

 

1993. O decreto nº 22.587 estabelece o interesse social para fins de desapropriação da área do Parque do Cocó, que abrange manguezal ao longo do rio Cocó.

 

2006. Na gestão da prefeita Luizianne Lins (PT) são criados o Parque Natural Municipal das Dunas e a Área de Proteção Ambiental (APA) de Sabiaguaba. Territórios ligados à Área de Proteção Permanente do rio Cocó.

 

2008. Decreto do Governo do Estado cria um grupo de trabalho para elaborar o programa de revitalização do rio Cocó e promover a Unidade de Conservação do Parque do Cocó.

 

2009. Criação, na gestão Luizianne Lins e projeto de lei do vereador João Alfredo (PSol), da Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) das Dunas do Cocó.

 

2016. Poligonal do parque é definida com 1.050 hectares. Camilo Santana (PT) marca assinatura do decreto de criação do parque para junho. "Não passa de 2016", afirma.

 

4/6/2017. Decreto do governador Camilo Santana cria o Parque Estadual do Cocó. A poligonal fica com aproximadamente 1.500 hectares e passa a ser Unidade de Conservação Integral.

 

SAIBA MAIS

 

Homenageados pelo Governo do Estado com a comenda "Amigos do Parque" pela contribuição à demarcação do Parque do Cocó

 

Os ex-governadores CID GOMES, LÚCIO ALCÂNTARA, CIRO GOMES e TASSO JEREISSATI;

 

Deputado federal DANILO FORTE;

 

Vereador e ex-deputado estadual JOÃO ALFREDO (recusou);

 

Procurador da República ALESSANDER SALES;

 

Gerente de Núcleo de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec) RENATO ARAGÃO;

 

Ex-prefeita de Fortaleza MARIA LUIZA FONTENELE (recusou);

 

Ex-prefeito de Fortaleza EVANDRO AYRES DE MOURA (post mortem);

 

Ex-deputado federal ADOLFO MARINHO;

 

Ex-vereador de Fortaleza SAMUEL BRAGA;

 

Tenente da Polícia Militar FRANCISCO DE ASSIS ARAÚJO GARCIA;

 

Professor aposentado da Universidade Federal do Ceará, FRANCISCO FLÁVIO TORRES DE ARAÚJO;

 

Economista JOÃO SARAIVA;

 

Geógrafo e professor titular da Universidade Federal do Ceará, JOSÉ BORZACCHIELLO DA SILVA;

 

Diretora e proprietária da Escola Vila, MARIA DE FÁTIMA LIMAVERDE COSTA;

 

Bióloga e professora aposentada da Universidade Federal do Ceará, MARÍLIA BRANDÃO;

 

Ambientalista JOAQUIM FEITOSA (post mortem);

 

Geógrafa ambiental VANDA CLAUDINO SALES (recusou).

 

Entidades que assinam a nota pública criticando o formato final da demarcação do Parque do Cocó

 

Casa Camboa de Sabiaguaba,

 

Ceará no Clima,

 

Coletivo FlorEstar,

 

Coletivo Sabiaguaba Lixo Zero,

 

Ecosurf Ceará,

 

Frente de Luta por Moradia,

 

Fundação Brasil Cidadão,

 

Instituto Ambiental Viramundo,

 

Instituto Verdeluz,

 

Laboratório de Estudos da Habitação da UFC (Lehab),

 

Movimento Ceará Agroecológico,

 

Movimento Proparque,

 

Núcleo Tramas/UFC,

 

Observatório Socioambiental,

 

Pró-Árvore,

 

Rede DLIS e

 

Terramar

 

 

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