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Prefeito Roberto Cláudio recomenda a todas as secretarias a normalização dos serviços

A declaração foi dada na manhã desta quinta-feira, 27, no lançamento do programa Novo Mais Educação nas escolas municipais

20:08 | 27/04/2017
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O prefeito Roberto Cláudio se posicionou sobre a greve geral contra as reformas trabalhista e previdenciária marcada para esta sexta-feira, 28. “A Prefeitura tem obrigação de acolher, atender e servir à população em todos os seus serviços. A decisão eventual de greve ou não é sindical. Nossa tarefa é ofertar o melhor aos cidadãos”, disse.


A declaração foi dada na manhã desta quinta-feira, 27, no lançamento do programa Novo Mais Educação nas escolas municipais. O evento ocorreu na escola José Ramos Torres de Melo, no Mucuripe.

 

Também presente, a secretária de Educação, Dalila Saldanha, diz que todas as escolas estarão abertas “para os profissionais que vierem trabalhar e os alunos que comparecerem às aulas”.

 

Treze escolas particulares aderiram à greve e professores da rede pública também devem se juntar à paralisação. Em assembleia realizada no último dia 19, servidores ligados ao Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação do Ceará (Sindiute) decidiram suspender as atividades nesta sexta.

 

“A Prefeitura tem fortemente estimulado e recomendado a todas as secretarias a normalização dos serviços públicos, amanhã. Nossa orientação não pode ser diferente. Entretanto, decisões eventuais de paralisação ou não, com suas respectivas consequências legais, são tomadas pelos sindicatos”, alertou RC.

 

Serviços Municipais

 

Nesta sexta-feira, 28, os servidores municipais de Fortaleza irão paralisar as atividades e realizar ato com concentração às 8 horas no Paço Municipal. Segundo o Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos Municipais (Sindifort), pelo menos cinco categorias profissionais já decidiram aderir à greve:

 

*Agentes de trânsito da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania de Fortaleza (AMC);

*Servidores da Autarquia de Urbanismo e Paisagismo de Fortaleza (URBFor);

*Servidores do Instituto de Previdência do Município (IPM);

*Agentes de Combate à Endemias;

*Agentes de Saúde.

 

Além das pautas nacionais, os servidores estão em campanha salarial e reivindicam reajuste salarial de 13,60% sem parcelamento.

 

Centenária

 

A primeira greve geral no Brasil aconteceu há exatos 100 anos. Em 28 de abril de 1917, trabalhadores, principalmente do eixo Rio-São Paulo, reivindicavam recebimento por horas extras e outras questões relacionadas ao ambiente fabril, além de pautar assuntos como o controle de preços de alimentos e de aluguéis.

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