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Material genético de suspeito será comparado com vestígios encontrados no corpo de menina

Suspeito do crime confessou ter matado a garota. Ele já responde por seis procedimentos policiais por homicídio, lesão corporal, roubo e ameaça

18:07 | 17/04/2017

A Polícia Civil encaminhou o material genético do suspeito da morte da menina Débora Lohany de Oliveira, 4, Walderir Batista dos Santos, 39, para a Perícia Forense do Ceará (Pefoce), nesta segunda-feira, 17. O objetivo é fazer uma comparação com vestígios encontrados no corpo da criança.

[SAIBAMAIS]
O suspeito, conhecido também como "Bracinho" por ter o antebraço esquerdo amputado, já responde por seis procedimentos policiais por homicídio, lesão corporal, roubo e ameaça. Ele foi preso na última quinta-feira, 13, no município de Parnaíba, no Piauí, para onde fugiu após o crime. Conduzido à Divisão de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), ele confessou o homicídio e ter utilizado uma pedra para matar Débora.


A Polícia ainda investiga a motivação do crime. De acordo com o diretor da DHPP, delegado Leonardo Barreto, a versão de que Walderir cometeu o homicídio por vingança devido à venda de flanelas na região ainda é apurada. "Ele disse que pegou na mão dela e seguiu andando normalmente até o local onde o corpo foi encontrado", comentou o titular da DHPP.


Para entender


27/3. Débora brincava com um amigo nas proximidades da av. Raul Barbosa, na Aerolândia, quando foi raptada por um homem, por volta das 20h40min. Buscas têm início.


28/3. Família faz B.O. e retrato falado do suspeito. Homem é detido, encaminhado à Dececa e liberado em seguida.


29/3. Vizinhos protestam cobrando respostas para o sumiço da menina. Segundo homem é levado à Dececa e liberado por não ser reconhecido por testemunhas.


3/4. Moradores voltam a protestar pela elucidação do caso.


4/4. Buscas são suspensas até o surgimento de novas pistas.


7/4. Corpo é achado por garis em um canteiro nas proximidades da Via Expressa, no bairro Dionísio Torres. Mãe de Débora reconhece as sandálias da filha.


10/4. Análise do DNA confirma que o corpo encontrado era de Débora e aponta traumatismo craniano como possível causa da morte.


13/4. Suspeito é preso e confessa crime. Ele teria sido capturado na cidade de Parnaíba, no Piauí, onde familiares dele residiriam. SSPDS informa que não divulgará detalhes até a conclusão do caso.

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