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Tribunal mantém prisão de acusados de roubarem armas da Base Aérea de Fortaleza

De acordo com o STM, ao todo, seis pessoas respondem à ação penal na Auditoria da Capital

23:52 | 07/02/2017
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O Supremo Tribunal Militar (STM) negou nesta terça-feira, 7, pedidos de habeas corpus e manteve a prisão temporária de dois ex-soldados da Força Aérea Brasileira (FAB), acusados de integrarem uma quadrilha que roubou três fuzis e uma pistola da Base Aérea de Fortaleza, no dia 20 de maio de 2016.

Os dois documentos foram relatados pelos ministros Péricles Aurélio Lima de Queiroz e por Luís Carlos Gomes Mattos.

Conforme o STM, ao todo, seis pessoas (quatro militares e dois civis) respondem à ação penal na Auditoria de Fortaleza, órgão da primeira instância da Justiça Militar da União. Dois outros civis que entraram no quartel não foram identificados.

Relembre o caso

No dia 20 de maio, quatro fuzis e uma pistola foram levados da Base Aérea de Fortaleza, na Avenida Borges de Melo, bairro Aeroporto. Na fuga, quatro homens tomaram de assalto um veículo Logan, de uma casa nas proximidades da Base Aérea.

A quadrilha levou as armas do paiol. O celular de uma pessoa foi levado, mas foi rastreado na área do Grande Bom Jardim. Patrulhas da Força Tática de Apoio (FTA) e Batalhão de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (BPraio) foram acionadas.

No dia seguinte, dois militares da Aeronáutica foram detidos na noite da sexta-feira, 21, suspeitos de envolvimento no roubo do armamento.

Redação O POVO Online

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