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Taxistas querem proibição da Uber por lei federal; Sinditaxi planeja app próprio

Lideranças reuniram-se na tarde desta quinta, 16, em São Paulo, para discutir a criação de uma lei federal que delegue às prefeituras a regularizarem os apps

17:58 | 16/06/2016
Sindicatos dos taxistas de diversos estados brasileiros querem proibir aplicativos de transporte particular, como o Uber, em todo o Brasil. Lideranças reuniram-se na tarde desta quinta-feira, 16, em São Paulo, para discutir a criação de uma lei federal que delegue às prefeituras a regularizarem os apps. O projeto será apresentado ao Congresso Nacional. A categoria planeja desenvolver um aplicativo próprio.
 
"Estamos preparando uma grande mobilização em Brasília. Queremos nos reunir com deputados e senadores que apoiam nossa luta", afirmou o secretário-geral do Motoristas de Táxi do Ceará (Sinditaxi-CE), Francisco Moura. Ele diz que todas as prefeituras do País devem trabalhar conforme a lei, e não decidir "à sua maneira". 
 
Participaram do encontro sindicatos de 19 municípios. A reunião foi na sede de São paulo. 
 
App próprio 
 
A partir do próximo dia quatro, o app para pedir táxi, 99, vai cobrar R$ 2 dos taxistas que usam o app. Em protesto, os motoristas vão desinstalar ou desligar o aplicativo no dia em que o aumento de tarifa entrar em vigor. Já a Uber cobra 25% do valor da corrida por cada serviço, segundo o Sinditaxi. 
 
O presidente em exercício do SindiTaxi, Pedro Alves Cabral, diz que a categoria, que possui 4.882 taxistas filiados, está unida para criar aplicativo próprio para a praça de Fortaleza. "A ideia é pagar uma mensalidade e, talvez, ficar isento de qualquer taxa do sindicato, que hoje é de R$ 27 por mês", explica.
Redação O POVO Online
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