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Base do "Crack, é Possível vencer" é alvejada com tiros; tentativas de incêndio a ônibus são registradas

Novos atentados criminosos foram registrados na noite da última quinta e madrugada desta sexta. Não há confirmação de que todas as ações no Ceará estejam interligadas

16:35 | 15/04/2016

A base do programa do Governo do Estado, "Crack, é possível vencer", foi alvejada com tiros na madrugada desta sexta-feira, 15, no bairro Autran Nunes, em Fortaleza. A Polícia Militar informou que dois homens efetuaram disparos contra a base e fugiram em uma motocicleta, por volta das 3h20min.

A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou, em nota, que o caso está sendo investigado pela Coordenadoria de Inteligência, com apoio da PM.

Na noite da última quarta-feira, 14, uma viatura da PM foi incendiada em Sobral. Os suspeitos lançaram um coquetel molotov no veículo, e o fogo foi controlado pelos PMs, sem que ninguém ficasse ferido. A suspeita é de que os envolvidos no princípio de incêndio contra viatura sejam os mesmos do ataque à Câmara Municipal da cidade.

Segundo a Polícia Civil,  dois suspeitos estão sendo investigados pelo ataque à Câmara, mas as motivações ainda estão sendo levantadas. 

Na noite de quarta e na manhã desta quinta, dois ônibus foram alvos de tentativa de incêndio criminoso em Tianguá, 335,8 km de Fortaleza. A SSPDS investiga os casos e informou que há indícios de que os dois ataques estejam ligados, pois em ambos os suspeitos utilizaram uma motocicleta vermelha.

O primeiro ataque foi contra um ônibus que fazia o transporte de universitários, em frente a uma faculdade no Centro, por volta de 21 horas. Um vasilhame com álcool foi jogado no veículo, mas o fogo não espalhou-se. Nesta manhã, por volta das 8h30min, os suspeitos lançaram gasolina em um microônibus que fazia transporte escolar, de forma particular, no bairro Aeroporto.

Atentados criminosos ou ameaças
Nos últimos dez dias, foram registrados atentados criminosos e ameaças no Ceará. Não há confirmação de que as ações estejam interligadas, e as investigações ocorrem de forma descentralizada, com motivações ainda desconhecidas. Uma das possibilidades apuradas pela Polícia Civil é de retaliação à legislação que determina o bloqueio do sinal de celulares no perímetro dos presídios do Estado.

Redação O POVO Online
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