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Servidores municipais voltam a protestar em Fortaleza

Os trabalhadores percorreram as ruas do Centro até chegar a Praça do Ferreira

11:04 | 18/03/2014
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Atualizada às 16h23min

Servidores municipais voltaram a realizar protesto na manhã desta terça-feira, 18, em Fortaleza. Os trabalhadores saíram da Praça Clóvis Beviláqua, também conhecida como Praça da Bandeira, e percorreram as ruas do Centro até chegar a Praça do Ferreira. Segundo a Federação dos Trabalhadores Serviço Público Municipal do Estado do Ceará (Fetamce), cerca de mil pessoas estavam presentes na manifestação. Nesta segunda-feira, os servidores se concentraram em frente à Praça Portugal.

A manifestação que começou por volta de 10 horas reuniu, principalmente, os profissionais da educação, como professores, merendeiras e funcionários do setor administrativo. Também participaram do protesto profissionais da saúde e servidores de Fortaleza e Região Metropolitana.

Com carros de som e microfones, eles reivindicam o cumprimento da Lei do Piso do Magistério, que caiu de 19% para 8,32%; garantia de 1/3 da carga horária para planejamento de aulas; 10% do PIB para Educação Pública; e royalties do petróleo para a valorização dos trabalhadores em Educação.

Cerca de 40 sindicatos de servidores de diversos municípios cearenses partiparam da manifestação. O ato, que faz parte de uma mobilização nacional, acontece desde esta segunda-feira, na Capital, Crateús, Crato e Jaguaribe, onde são organizados pelos demais sindicatos.

Procurada pela reportagem, a assessoria de comunicação da Secretaria Municipal da Educação (SME) informou que nenhum professor da rede municipal de ensino recebe valor inferior ao Piso Nacional do Magistério. "Fortaleza é umas das capitais que tem acompanhado o valor estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC) e atualizado o montante anualmente. Além disso, a SME tem tomado cada vez mais medidas de valorização dos profissionais da educação", disse a SME em nota.

A Secretaria informou ainda que no ano de 2013, já ocorreu a implantação do 1/3 da carga horária para planejamento para 100% (cerca de 8 mil) dos professores do Ensino Fundamental da rede municipal de ensino.

"A SME reforça que, desde o início da atual gestão, tem mantido constante diálogo em frequentes reuniões com os sindicatos que representam a categoria, prática que se mantém para o ano de 2014", completou a nota.

Redação O POVO Online com informações
de Rachel Gomes, especial para O POVO

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