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Conheça 5 mitos que envolvem o implante dentário

A dentição é fundamental para realização a contento de várias atividades humanas, sejam fisiológicas, como é o caso da mastigação e fonação, ou até mesmo sociais. Nesse sentido, o implante dentário é cada vez mais responsável por transformar a vida de pessoas que, por razões diversas, perderam de forma permanente um ou mais de seus dentes. Apesar de conhecida, a técnica ainda é rodeada de diversos mitos, como é o caso de se supor ser um serviço inacessível do ponto de vista econômico ou que se trata de intervenção cirúrgica dolorosa. Partindo desse debate, conheça cinco mitos que envolvem a reabilitação oral por meio de implante dentário.

1. Paciente já sai do implante com dente no local

A técnica consiste na implantação de uma base de titânio na gengiva do indivíduo, que ocupará a função da raiz em uma dentição normal, através de procedimento cirúrgico relativamente simples. Cerca de quatro meses depois é que o paciente retorna ao dentista para colocação da coroa, nome técnico que os profissionais dão à região visível do dente. Este período entre a intervenção na gengiva e o posterior rosqueamento do dente artificial é necessário para que haja a osseointegração, capacidade do osso firmar-se na superfície do implante. Por essa razão, ao contrário do que os pacientes costumam questionar, não é praxe ir ao dentista e já sair com o implante no local. É o que explica o implantodontista Bernardo Mondaini Tavares (CRO-CE 9886), responsável técnico da OdontoCompany Fortaleza - filial Centro. “A priori, não é assim que funciona. São necessários procedimentos prévios e planejamento que preparam o paciente para o implante.”

Entre as fases está a realização de exames clínicos que avaliarão a condição do paciente, e de imagens que mostrarão a constituição óssea da região que receberá o implante. “Se há problemas como diabetes, colesterol alto ou hipertensão, é necessário o paciente buscar controlá-los antes da intervenção. Também há limitações para pacientes que fizeram tratamento contra câncer há menos de 10 anos, por conta da medicação, que pode atrapalhar a cicatrização da gengiva”, detalha.

2. O preço é obstáculo ao tratamento

Dr. Mondaini explica que a popularização dos implantes dentários gerou um crescimento do mercado, resultando em aumento na oferta de profissionais especializados e de empresas fornecedoras de insumos. Com isso, o tratamento estético vem se tornando cada vez mais acessível. No entanto, é preciso ficar atento a propostas com valores abaixo da média. “É importante o paciente buscar melhor preço, mas ele não deve se basear só nisso. Deve analisar o material que será usado, escutar a opinião de mais de um profissional. Como em qualquer negócio, existem muitas marcas, então o ideal é que essas marcas de implantes tenham o selo da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]”, alerta o profissional.

3. Implante encerra toda preocupação com o dente

Ao contrário do que pacientes costumam supor, o implante não o exime da responsabilidade com a saúde do seu dente. “O paciente pode ter doenças no implante que são bem similares às que causam queda de dentes, o que pode resultar na perda do procedimento caso o problema não seja controlado. De modo a evitar essas doenças, o paciente deve comparecer a revisões a cada seis meses, e realizar a higienização do implante da maneira que o profissional o orientar”, explica Mondaini.

4. Complexidade da cirurgia

A forma como é realizada a intervenção cirúrgica é outro tema muito questionado, explica o implantodontista da OdontoCompany. O procedimento é simples, exigindo apenas anestesia local. “O que torna a cirurgia complicada são as condições ósseas do paciente.” Outro complicador é quando o dente faltoso encontra-se na parte mais interna da boca. “Nestes casos, encontramos mais limitações anatômicas.” Ideal é que o paciente procure tratamento logo após a perda do dente já que, com o tempo, a estrutura óssea daquela região passa por mudanças, dificultando o tratamento.

5. Todos os casos são iguais

Outra indagação comum levantada por pacientes é a comparação com o preço do tratamento de outras pessoas. Mondaini explica que a intervenção muda a cada caso. “Às vezes, a estrutura física do paciente exige reconstrução óssea prévia, adequação gengival.” Por esse motivo, o valor do tratamento não costuma ser apresentado logo na primeira consulta, mas após a realização de exames de imagem.

SERVIÇO

OdontoCompany Fortaleza

Onde: Rua Major Facundo, 733 - Centro.

Quando: Segunda a sexta-feira das 8h às 18h. Sábado das 8h às 15h.

Mais informações: (85) 3047-9220 | (85) 98792-8665

www.odontocompany.com/fortalezacentro