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Relacionamento não é amor, defende Guilherme Ashara

Em sua coluna no O POVO Mais, o terapeuta reflete sobre temas como sofrimento na era digital, relacionamentos e ancestralidade
07:00 | Mai. 07, 2022
Autor O Povo
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Tipo Publieditorial

Você já parou para pensar se sua relação com o passado é saudável? Se busca amor nos lugares certos? Ou, ainda, se o uso das redes sociais pode prejudicar seu emocional? Semanalmente, o psicoterapeuta Guilherme Ashara compartilha reflexões sobre esses e outros temas voltados para o autoconhecimento e a saúde mental em uma coluna exclusiva do O POVO Mais, plataforma multistreaming do O POVO.

Confira o resumo dos últimos textos publicados na coluna:

Ancestralidade

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Profissões que se perpetuam, gostos que passam de geração para geração, boas lembranças e saudade: nosso passado familiar pode ser casa de memórias incríveis e muito afeto. Porém, nem sempre só de coisas boas a história de uma família é feita, e a ancestralidade também pode ser sinônimo de traumas e mágoas.

Por isso, é essencial entender ao que se apegar e o que deve ser analisado e ressignificado para atingir o bem-estar emocional. “Quando detectamos um trauma ou um emaranhamento no nosso sistema familiar, somente o fato de tomarmos consciência dele, imediatamente ele começa a se desfazer”.

Leia mais aqui.

Relacionamento e amor

A partir de uma reflexão sobre novas formas de relacionamento, como o poliamor, o terapeuta Guilherme Ashara defende que ser amado exige, primeiramente, amor próprio e liberdade. “Quem sou eu para criticar o caminho, a busca de alguém? O meu caminho só diz respeito a mim. Cada ser humano tem o direito de encontrar o seu próprio caminho”, pontua.

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Redes sociais e sofrimento

Apesar de terem grande valor no nosso dia a dia, as redes sociais também podem contribuir com o adoecimento mental quando utilizadas em excesso, especialmente por aqueles buscam uma "salvação" no mundo online.

"A maioria dos criadores de conteúdos das redes também apontam para fora, para o superficial. Eles propagam que solução está nesse ou naquele produto. Raros são os que dizem que a solução está dentro de você", ressalta Ashara.

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Autoamor e vulnerabilidade: como melhorar suas relações com os outros e com você mesmo

06:00 | Mar. 04, 2022 Tipo Publieditorial

Traumas na infância, na adolescência e mesmo no início da vida adulta podem ter impactos relevantes na forma como as pessoas lidam com suas relações e se percebem na sociedade. Por isso, buscar formas de lidar com o que passou é essencial para levar uma vida mais saudável e leve. Semanalmente, o psicoterapeuta Guilherme Ashara compartilha reflexões sobre temas como autoamor, traumas e vulnerabilidade em sua coluna no O POVO Mais, plataforma multistreaming do O POVO. Confira resumos dos últimos textos publicados com exclusividade para assinantes:

Aprendendo a amar

Em sua última coluna publicada no OP+, o terapeuta comenta sobre os aspectos positivos da vulnerabilidade para o indivíduo e suas relações interpessoais, e como é necessário deixar de relacioná-la a fraqueza e insegurança. Para Ashara, estar vulnerável é estar aberto para si e para o outro, e permitir sentir-se dessa maneira é, também, ser mais sensível e receptivo a suas memórias e ao que está por vir. “Se evitamos a vulnerabilidade não podemos nos aproximar de ninguém, consequentemente não podemos amar ninguém”, alerta.
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O caminho do autoamor

Ao compartilhar um pouco de sua trajetória familiar, Ashara mostra a importância de buscar amor e confiança, primeiramente em si, já que nem sempre o seio familiar conseguirá prover as demandas emocionais do indivíduo. O texto também faz um alerta sobre as "falsas" formas de amor que podem trazer mais insegurança.
Leia mais aqui.

Elena: identificando uma visão sistêmica

A partir de uma análise sobre o filme “Elena”, de Petra Costa, Guilherme Ashara reflete sobre as leis sistêmicas ou “ordens do amor” de Bert Hellinger, fundador do conceito de Constelação Familiar. No texto, o terapeuta relaciona as experiências da jovem atriz que dá nome ao filme com as de sua mãe, e como se deu o caminho que antecedeu o trágico evento abordado no filme.
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Saúde mental: como lidar com traumas e curar feridas?

06:00 | Fev. 18, 2022 Tipo Publieditorial

Lidar com feridas emocionais, especialmente em um momento de crise mundial, não é fácil. É preciso, porém, buscar caminhos para seguir em frente. Semanalmente, o psicoterapeuta Guilherme Ashara compartilha reflexões sobre saúde mental, autoconhecimento e processos de transformação em uma coluna exclusiva do OP+, plataforma multistreaming do O POVO.

Hoje, reunimos resumos de alguns dos últimos textos publicados para você, leitor, conhecer um pouco das temáticas relacionadas a bem-estar físico e mental tratadas na coluna. Confira:

Curando a ferida do abandono

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Após realizar um questionário para os seguidores nas redes sociais sobre objetivos para 2022, Ashara reflete sobre as respostas - que incluem, por exemplo, encontrar o verdadeiro amor - e como nossos desejos podem estar conectados à nossa criança ferida e a um histórico de abandono. "Quando esse espaço se abre e expomos a ferida do abandono, precisamos dar passos para curá-la, integrá-la ao nosso complexo emocional. E o primeiro passo é compreender que carregamos uma ferida", ressalta.

Leia mais aqui.

Você está vivendo um problema sistêmico?

Para Bert Hellinger, criador da Constelação Familiar, o sistema familiar vai bem além de pais, filhos, irmãos e avós, passando por todas as pessoas que de algum modo se envolveram na rotina e nas decisões de uma família. Da mesma maneira, o impacto dessas pessoas deve ser considerado na busca por resoluções de problemas sistêmicos, ou seja, problemas “relacionados a segredos e destinos não revelados de gerações passadas”.

Leia mais aqui.

Will Smith revela seus traumas e sua transformação

Mesmo quando achamos que não temos nenhum trauma, é possível que situações com intensa carga emocional que nos ocorreram tenham efeito longo em nossas decisões e modo de viver. Para Ashara, dívidas e problemas na vida profissional, por exemplo, podem ser reflexo de traumas na infância.
A partir do exemplo do ator Will Smith, que declarou que teve sua vida pessoal e profissional positivamente transformada após buscar reviver sua história e lidar com os traumas sem "insistir" no sofrimento, o colunista mostra caminhos para descobrir o que está por trás dos traumas e como lidar com a carga emocional.

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Qual o preço de lidar com os sentimentos?

06:00 | Out. 30, 2021 Tipo Publieditorial

Reunimos aqui breves resumos dos artigos recentes do terapeuta Guilherme Ashara publicados no OP+, plataforma de streaming do O POVO para assinantes. De forma leve e simples, Ashara reflete sobre os processos de autoconhecimento, enfrentamento da dor e expressão de si mesmo. Parte das experiências em consultórios para falar de emoções universais e traçar possíveis caminhos para a liberdade de ser você mesmo. Confira.

Você se acha digno (a) de receber? – Neste texto, Ashara parte da experiência de pacientes em consultório para nos convidarmos a olharmos para nós mesmo. E questiona: Será que vale a pena viver rodeado de pessoas que não lhe veem, que veem através de você? Ou que só olham pra você para lhe criticar? Existe um profundo condicionamento dentro de nós que diz que não merecemos, não somos dignos, não temos o direito de receber.
Para ler mais clique aqui.

A sabedoria do trauma – Temos dois caminhos para conviver com nossos traumas. Um deles é negar a existência dele e sofrer com agressividade, depressão ou ansiedade. A outra forma é ter a coragem de reconhecer e expor esse trauma de forma cuidadosa e consciente. Assim, sentimos, pouco a pouco, uma reconexão conosco e com o mundo que nos cerca. E essa talvez seja a sensação mais preenchedora que o ser humano é capaz de sentir.
Você reconhece seus traumas? Leia mais aqui.

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Aceitação não é condescendência – Na infância, muitas vezes, além de aprender a fala, também aprendemos a negar nossos sentimentos e reprimir nossas emoções. Com o passar dos anos, internalizamos a necessidade de esconder o que não é aceito socialmente e mostrar somente o que nossos pais ou nosso grupo social aprova. Em outras palavras aprendemos a ser falsos. Quando sentimos uma coisa, mostramos outra. Esse treinamento desde a primeira infância nos afasta dos nossos sentimentos verdadeiros, da nossa verdade interior. E o resultado de tudo isso é que nos afastamos da nossa natureza essencial. Passamos a gerir nossa vida pelo que os outros pensam e não pelo que a minha ‘voz interior’ fala.
Mas há caminhos para voltar a escutar a voz interior. Leia mais aqui.

 

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