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Perito computacional forense é carreira de alta demanda e pouca oferta

Com aumento do uso de dispositivos eletrônicos, especialista alerta sobre a necessidade de se ficar atento a crimes cibernéticos
05:00 | Dez. 22, 2021
Autor O Povo
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Tipo Publieditorial

A nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) foi um dos temas do podcast do Inova, que teve como convidado Alexandre Pinheiro, especialista em computação forense e perícia digital e atualmente DPO (Data Protection Officer) Técnico e Diretor de CyberSecurity, Inovação e Educação do Grupo Energy Telecom. Durante a conversa, o profissional falou sobre mercado de trabalho e segurança de informações.

Um ponto levantado foi a alta demanda de profissionais da área e a dificuldade de suprir essa necessidade. No caso dos peritos digitais forenses, o contexto é ainda mais afunilado, já que o indivíduo deve apresentar duas capacitações: a de perito em computação e a forense, capacidade de atuar em meio a um ambiente judicial.

“Acredita-se que até 2022 teremos uma defasagem de 2 milhões de profissionais só na América Latina. Esse buraco precisa ser preenchido nas mais diversas áreas, já que cada vez mais a superfície de ataque aumenta. Por exemplo, dispositivos inteligentes que auxiliam as pessoas no dia a dia, e, agora, o Pix, estão sendo utilizados para cometimento de crimes”, alerta Alexandre.

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INOVA 2021

O projeto INOVA 2021 tem o objetivo de apresentar as iniciativas em tecnologia e inovação que estão sendo desenvolvidas no Ceará, além de discutir as possibilidades de desenvolvimento e crescimento no Estado, em um momento em que empresas e estabelecimentos procuram soluções para os problemas complexos causados pela pandemia de Covid-19.

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Mercado de games se destaca no Brasil

PUBLIEDITORIAL
17:51 | Dez. 21, 2021 Tipo Publieditorial

O mundo dos games foi o tema de mais uma live do projeto Inova. Os convidados foram o gerente de projetos, designer de produtos e desenvolvedor de jogos, Ítalo Furtado, e o professor universitário, gamer e também designer, Rômulo Jardim. Ambos são sócios da Rogue Fairy Studios, empresa especializada no desenvolvimento de jogos digitais.

De acordo com Ítalo, a proposta da Rogue Fairy Studios é se permitir olhar para diferentes horizontes e nunca negar uma possibilidade de abrir uma nova porta no mundo dos games. Trabalhamos para fazer o bizarro e o imaginário acontecer das melhores formas possíveis, fazendo aquilo que seja interessante e que ninguém nunca pensou em fazer”, explica.

Os profissionais acreditam que esse mercado pode ser muito bem aproveitado no Brasil, país que é o 12º maior consumidor de jogos digitais do mundo, estando atrás apenas do México na América Latina em relação a esse quesito. Atualmente, o trabalho da empresa envolve produzir os próprios jogos ou publicar jogos em conjunto com outros parceiros.

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Saiba o que você precisa para ser um profissional de games

06:00 | Dez. 18, 2021 Tipo Publieditorial

O mundo dos games está cada vez mais em alta, principalmente neste momento de pandemia, responsável por acelerar a transformação digital de forma nunca antes vista. Para quem quer adentrar esse mercado, a última live do projeto INOVA traz dicas de dois especialistas: o gerente de projetos, designer de produtos e desenvolvedor de jogos, Ítalo Furtado, e o professor universitário, gamer e também designer, Rômulo Jardim. Ambos são sócios da Rogue Fairy Studios, empresa especializada no desenvolvimento de jogos digitais.

Mesmo com um crescimento iminente, a área ainda encontra uma realidade tímida no Brasil. De acordo com Ítalo, o País conta com um número próximo de 400 empresas voltadas para esse mundo. Assim, a demanda por qualificação profissional é alta.

Nesse sentido, Rômulo revela que a principal problemática no mercado é voltada para a área de conhecimento relacionada à venda do produto no mercado. Dessa forma, o indicado é ter um produtor que acompanhe esse lançamento ou despertar no próprio profissional o sentimento de empreendedor. Outra carência é a falta de conteúdo acadêmico sobre o assunto, revelando a necessidade de mais pesquisadores na área.

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A dica de Ítalo é sempre praticar e colocar o jogo desenvolvido para ser experimentado por outras pessoas. “A grande métrica do mercado é o quanto as pessoas se divertiram com aquele jogo e o quanto elas gastariam horas jogando”, aponta.

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O projeto INOVA 2021 tem o objetivo de apresentar as iniciativas em tecnologia e inovacao que estao sendo desenvolvidas no Ceara, além de discutir as possibilidades de desenvolvimento e crescimento no Estado, em um momento em que empresas e estabelecimentos procuram soluções para os problemas complexos causados pela pandemia de Covid-19.

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A experiência do Ceará no processo de levar internet banda larga e fibra óptica para todos

00:00 | Dez. 17, 2021 Tipo Publieditorial

Ricardo Liebmann é presidente do Iracema Digital, um grupo criado com o objetivo de incentivar as soluções em tecnologia no Ceará, e foi o convidado da semana do podcast da INOVA. A conversa teve como temas a área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs) e o enorme potencial cearense no setor.

Ricardo explica que o Iracema Digital nasceu em julho de 2018, após observarem a necessidade de uma aceleração do processo de digitalização da economia do Governo do Ceará. “O Ceará tem um bom sistema de universidades, é referência nacional de bons estudantes, e a gente achava que precisava conscientizar a sociedade, as empresas e o Governo sobre a necessidade de agilizar esse processo de digitalização”, aponta.

Dessa forma, o trabalho da instituição consiste em articular e gerar novas ideias dentro do setor, aproximando entidades e cientistas de modo a despertar uma visão de futuro e mediar o trabalho dessas forças.

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Apesar da criação do Iracema Digital ser relativamente recente, Ricardo aponta a evolução do cenário cearense durante esses três anos e meio. De acordo com o especialista, o Ceará se destaca no processo de levar internet banda larga e fibra óptica em todo o Estado, além de apresentar um sistema educacional de qualidade interiorizado, com unidades do Instituto e da Universidade Federais em diversos municípios.

“Hoje a gente vê que o Ceará pode ser um grande fornecedor de mão de obra de técnicos para suportar as operações de grandes empresas. Temos cursos diversos e completos de ciência da computação. A gente tem uma ótima formação no ensino público. Houve uma grande mudança nesse período, vemos que existem muitos hubs de tecnologia em Fortaleza e no Estado”, aponta Ricardo.

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Venda online é essencial para crescimento das empresas?

06:00 | Dez. 16, 2021 Tipo Publieditorial

No podcast da INOVA desta semana, o convidado é o CEO da startup Tallos, Arthur Frota, especializada em atendimento digital para as empresas. Arthur conversa sobre o impacto da pandemia na transformação tecnológica atual e explica por que é essencial estar online para vender bem.

A Tallos começou no início de 2017 e funciona como um atendimento que ajuda empresas a venderem mais no digital. A plataforma integra todos os canais de comunicação em um local, auxiliando as empresas a terem o poder de gestão de indicadores e processos. A Tallos também permite que o usuário agende compromissos e tarefas, além de ser possível criar robôs de autoatendimento e chatbots para a empresa.

“Com a pandemia, vender no digital se tornou mais do que essencial. Está todo mundo tentando acompanhar essa mudança. Posso dizer que todo mundo está muito imerso nas redes sociais e tudo isso gera negócio. Por mais que não conheçam toda a matemática da economia por trás, já fazem parte disso”, aponta Arthur.

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Apesar dessa aceleração na transformação digital, o CEO aponta que a maioria das empresas ainda não sabe o que é necessário para se estar, de fato, dentro do digital. “Por exemplo, você chama atenção do consumidor dentro do digital, mas não têm logística para atender e vender, e isso frustra o cliente”, lamenta.

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Conheça a plataforma online que facilita a logística de empresas de alimentação

06:00 | Dez. 10, 2021 Tipo Publieditorial

Para falar sobre inovação digital e plataformas de venda, o podcast do INOVA convidou a CEO da ferramenta Meu Fornecedor, Elaine Marques, um site voltado para auxiliar os empresários do food service na logística dos negócios. Durante a conversa, Elaine explicou como funciona a plataforma e quais foram as consequências da pandemia para a área.

O Meu Fornecedor é uma plataforma digital que congrega fornecedores da indústria alimentícia. São disponibilizados catálogos com os produtos e os preços para os estabelecimentos, como restaurantes. O objetivo é facilitar a rotina de compra dessas empresas, que costuma ser muito intensa, principalmente para administradores novos no mercado, que não sabem como ou onde buscar por fornecedores.

Para Elaine, o maior desafio é romper a barreira do novo, já que muitos proprietários estão acostumados a negociar com fornecedores presencialmente e acabam por desconfiar do uso da tecnologia para esse fim. “Até hoje encontro fornecedor que a gente vê o caminhão na rua, mas não existe na internet, pequenas indústrias com um nicho de clientes que não se divulgam e nem sabem como. Pouquíssimos fornecedores estão em um nível de digitalização bacana”, aponta.

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Apesar das dificuldades, a CEO garante que a pandemia acelerou a digitalização das empresas e a maneira como elas fazem negócio. “No começo de 2020, antes da pandemia, a gente abordava os fornecedores e a maioria achava que não funcionava. Lançamos a ferramenta em 2021 e, quando abordamos novamente o mesmo público, a reação foi outra. Temos fila de espera de fornecedor para ser cadastrado”, destaca.

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