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A experiência do Ceará no processo de levar internet banda larga e fibra óptica para todos

Presidente do Iracema Digital, Ricardo Liebmann, vê com otimismo o cenário do Estado e explica o potencial cearense
00:00 | Dez. 17, 2021
Autor O Povo
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Tipo Publieditorial

Ricardo Liebmann é presidente do Iracema Digital, um grupo criado com o objetivo de incentivar as soluções em tecnologia no Ceará, e foi o convidado da semana do podcast da INOVA. A conversa teve como temas a área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs) e o enorme potencial cearense no setor.

Ricardo explica que o Iracema Digital nasceu em julho de 2018, após observarem a necessidade de uma aceleração do processo de digitalização da economia do Governo do Ceará. “O Ceará tem um bom sistema de universidades, é referência nacional de bons estudantes, e a gente achava que precisava conscientizar a sociedade, as empresas e o Governo sobre a necessidade de agilizar esse processo de digitalização”, aponta.

Dessa forma, o trabalho da instituição consiste em articular e gerar novas ideias dentro do setor, aproximando entidades e cientistas de modo a despertar uma visão de futuro e mediar o trabalho dessas forças.

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Apesar da criação do Iracema Digital ser relativamente recente, Ricardo aponta a evolução do cenário cearense durante esses três anos e meio. De acordo com o especialista, o Ceará se destaca no processo de levar internet banda larga e fibra óptica em todo o Estado, além de apresentar um sistema educacional de qualidade interiorizado, com unidades do Instituto e da Universidade Federais em diversos municípios.

“Hoje a gente vê que o Ceará pode ser um grande fornecedor de mão de obra de técnicos para suportar as operações de grandes empresas. Temos cursos diversos e completos de ciência da computação. A gente tem uma ótima formação no ensino público. Houve uma grande mudança nesse período, vemos que existem muitos hubs de tecnologia em Fortaleza e no Estado”, aponta Ricardo.

INOVA 2021

O projeto INOVA 2021 tem o objetivo de apresentar as iniciativas em tecnologia e inovacao que estao sendo desenvolvidas no Ceara, além de discutir as possibilidades de desenvolvimento e crescimento no Estado, em um momento em que empresas e estabelecimentos procuram soluções para os problemas complexos causados pela pandemia de Covid-19.

 

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Venda online é essencial para crescimento das empresas?

06:00 | Dez. 16, 2021 Tipo Publieditorial

No podcast da INOVA desta semana, o convidado é o CEO da startup Tallos, Arthur Frota, especializada em atendimento digital para as empresas. Arthur conversa sobre o impacto da pandemia na transformação tecnológica atual e explica por que é essencial estar online para vender bem.

A Tallos começou no início de 2017 e funciona como um atendimento que ajuda empresas a venderem mais no digital. A plataforma integra todos os canais de comunicação em um local, auxiliando as empresas a terem o poder de gestão de indicadores e processos. A Tallos também permite que o usuário agende compromissos e tarefas, além de ser possível criar robôs de autoatendimento e chatbots para a empresa.

“Com a pandemia, vender no digital se tornou mais do que essencial. Está todo mundo tentando acompanhar essa mudança. Posso dizer que todo mundo está muito imerso nas redes sociais e tudo isso gera negócio. Por mais que não conheçam toda a matemática da economia por trás, já fazem parte disso”, aponta Arthur.

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Apesar dessa aceleração na transformação digital, o CEO aponta que a maioria das empresas ainda não sabe o que é necessário para se estar, de fato, dentro do digital. “Por exemplo, você chama atenção do consumidor dentro do digital, mas não têm logística para atender e vender, e isso frustra o cliente”, lamenta.

INOVA 2021

O projeto INOVA 2021 tem o objetivo de apresentar as iniciativas em tecnologia e inovacao que estao sendo desenvolvidas no Ceara, além de discutir as possibilidades de desenvolvimento e crescimento no Estado, em um momento em que empresas e estabelecimentos procuram soluções para os problemas complexos causados pela pandemia de Covid-19.

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Conheça a plataforma online que facilita a logística de empresas de alimentação

06:00 | Dez. 10, 2021 Tipo Publieditorial

Para falar sobre inovação digital e plataformas de venda, o podcast do INOVA convidou a CEO da ferramenta Meu Fornecedor, Elaine Marques, um site voltado para auxiliar os empresários do food service na logística dos negócios. Durante a conversa, Elaine explicou como funciona a plataforma e quais foram as consequências da pandemia para a área.

O Meu Fornecedor é uma plataforma digital que congrega fornecedores da indústria alimentícia. São disponibilizados catálogos com os produtos e os preços para os estabelecimentos, como restaurantes. O objetivo é facilitar a rotina de compra dessas empresas, que costuma ser muito intensa, principalmente para administradores novos no mercado, que não sabem como ou onde buscar por fornecedores.

Para Elaine, o maior desafio é romper a barreira do novo, já que muitos proprietários estão acostumados a negociar com fornecedores presencialmente e acabam por desconfiar do uso da tecnologia para esse fim. “Até hoje encontro fornecedor que a gente vê o caminhão na rua, mas não existe na internet, pequenas indústrias com um nicho de clientes que não se divulgam e nem sabem como. Pouquíssimos fornecedores estão em um nível de digitalização bacana”, aponta.

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Apesar das dificuldades, a CEO garante que a pandemia acelerou a digitalização das empresas e a maneira como elas fazem negócio. “No começo de 2020, antes da pandemia, a gente abordava os fornecedores e a maioria achava que não funcionava. Lançamos a ferramenta em 2021 e, quando abordamos novamente o mesmo público, a reação foi outra. Temos fila de espera de fornecedor para ser cadastrado”, destaca.

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Especialistas respondem: a urna eletrônica é mesmo segura?

PUBLIEDITORIAL
07:00 | Dez. 05, 2021 Tipo Publieditorial

Há algum tempo, o debate sobre a volta ao voto impresso esquentou no cenário político brasileiro. A principal justificativa gira em torno de uma suposta insegurança das urnas eletrônicas, que tornaria o processo democrático ilegítimo. Porém, especialistas em segurança da informação têm reiterado que essa alegação não se sustenta.

O principal fator que garante a segurança da urna eletrônica é o fato de ela não funcionar conectada à internet ou bluetooth. “Um hacker não consegue acessar uma urna sem mexer diretamente em uma. Como alguém faria pra mexer em todas as urnas de um município, por exemplo?”, questiona Rodrigo Martiniano, mestre em Direito Constitucional e Teoria Política e membro-fundador da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político.

Segundo ele, somente no momento da transmissão de todos os votos para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é que existe navegação dos resultados por uma rede. No entanto, esse caminho é altamente criptografado e de uso exclusivo do Tribunal.

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Em relação à produção, a secretária de Tecnologia da Informação do Tribunal Regional do Ceará (TRE-CE), Lorena Belo, explica que as empresas que fabricam o artefato são contratadas mediante procedimento licitatório para executar um projeto que é 100% desenvolvido pela Justiça Eleitoral, sempre acompanhadas de técnicos do TSE. Já os softwares são blindados por uma gama de artefatos de segurança que garantem que os softwares que estão rodando em cada urna são os mesmos que já foram avaliados.

Para garantir a segurança, o TSE ainda promove testes públicos para as urnas. Em um exemplo, o código fonte da ferramenta é disponibilizado e equipes são convidadas a tentar “hackear” a urna, de modo que erros sejam identificados e consertados pelo Tribunal. Outro teste é a votação paralela, alternativa em que, em um local sorteado, a população, na véspera da eleição, dispõe seus votos em cédulas de papel. Após as eleições nas urnas, os resultados dos dois meios são comparados. De acordo com Lorena, até hoje, nunca houve desencontros de resultados.

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Urnas eletrônicas são seguras e confiáveis, reforçam especialistas

PUBLIEDITORIAL
07:00 | Dez. 04, 2021 Tipo Publieditorial

Nos últimos tempos, o uso da urna eletrônica no processo eleitoral brasileiro tem sido alvo de críticas e dúvidas. Para esclarecer qualquer questionamento, o podcast do Inova convidou para um bate-papo os especialistas Lorena Belo, secretária de Tecnologia da Informação do Tribunal Regional do Ceará (TRE-SE), e Rodrigo Martiniano, mestre em Direito Constitucional e Teoria Política e membro-fundador da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político.

Segundo Lorena, a urna eletrônica surgiu em 1996 no Brasil e se fez necessária devido ao vasto histórico de fraudes que ocorriam na votação, fossem intencionais ou não intencionais. Dessa forma, foi preciso que a intervenção humana fosse mitigada. “São 25 anos de constantes evoluções. A urna tem o formato e a proposta necessária para que seja acessível, segura, confiável e durável. São mais de 30 camadas de segurança, o que torna muito pouco provável um ataque bem sucedido à urna”, destaca.

Já Rodrigo reitera a confiabilidade da urna eletrônica e garante que o Brasil faz a maior eleição digital do planeta. “Devemos ter orgulho de ter esse processo no nosso País”, indica. De acordo com o especialista, já são mais de 120 milhões de cadastros biométricos, uma ferramenta importantíssima no combate às fraudes, visto que as digitais humanas são únicas.

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O que você precisa para se tornar um investidor de criptomoedas

06:00 | Dez. 01, 2021 Tipo Publieditorial

O mundo das criptomoedas foi o tema do podcast INOVA, com o sócio da X3 Soluções, investidor e conhecedor do mercado de cripto, Ricardo Craveiro. Durante a conversa, o especialista tirou dúvidas, desvendou mitos e deu dicas para quem deseja entrar nesse universo.

Por ser um tipo de moeda não física, as criptomoedas despertam desconfiança e até preconceito. Para explicar o funcionamento dessa ferramenta, Ricardo a compara com obras de arte. “Pega o bitcoin, por exemplo. Ele é limitado a uma quantidade de 21 milhões, ou seja, se todo mundo resolver obter um bitcoin, não vai ter para todo mundo. É justamente essa limitação, assim como em uma obra de arte, que dá o valor”, esclarece.

Para quem quer participar desse mercado, a dica do investidor é, primeiramente, procurar empresas idôneas, que apresentam anos de experiência e movimentam uma quantidade relevante de dinheiro. Outro passo importante para Ricardo é não deixar a criptomoeda guardada em uma corretora.

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“O grande segredo é comprar e guardar. Se é um negócio escasso, daqui a alguns anos estará valendo mais do que agora. No entanto, não deixe guardado nas corretoras, mas sim em sua posse. Pela questão de não existir uma regulamentação, elas podem sumir com o dinheiro do cliente”, alerta.

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