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A inovação do Elmo no combate à Covid-19

O engenheiro clínico, David Guabiraba, conta sobre o desafio de desenvolver o capacete Elmo
06:00 | Nov. 16, 2021
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Tipo Publieditorial

O debate sobre os avanços tecnológicos na área da saúde foi assunto da live do projeto INOVA com o engenheiro clínico, consultor do Senai e um dos desenvolvedores do Elmo, David Guabiraba. O equipamento, um capacete de respiração assistida criado em abril de 2020, surgiu como uma inovação no tratamento de pacientes acometidos pela Covid-19, sendo uma alternativa não-invasiva e mais segura para profissionais da saúde e pacientes. "O Elmo não seria uma realidade sem o investimento e apoio incondicional da FIEC por meio do presidente Ricardo Cavalcante, do diretor regional do SENAI, Paulo André, e o gerente do IST, Carlos Egberto", declara David.

David explica que a criação do Elmo começou a partir da observação do avanço exacerbado do número de pessoas que sofreram com insuficiência respiratória aguda, e a consequente dificuldade da indústria de ventilação mecânica de acompanhar essa demanda.

Segundo o profissional, apesar das dificuldades e pressão sofrida para desenvolver essa solução, foi essencial tentar manter uma certa calma a fim de garantir a qualidade e eficiência do produto. “O mesmo que podia salvar uma vida, se não fosse bem pesquisado, poderia trazer algum tipo de dano”, destaca.

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David ainda reforçou durante a conversa a trajetória de investimentos para que o Elmo se tornasse realidade:

1- O SENAI unidade Jacarecanga disponibilizou recursos e infraestrutura para montar o laboratório de simulação e testes clínicos do Elmo.

2 - Foi no SENAI Jacarecanga que se estruturou a CVMER (Central de Ventiladores Mecânicos e Equipamentos Respiratórios).

3 - A Unifor, o grupo Esmaltec e a UFC foram protagonistas dando apoio ao projeto.

4 - Devido aos resultados que a CVMER, instalada no Senai Jacarecanga, é que atualmente o Senai está desenvolvendo o primeiro curso técnico de manutenção de equipamentos médicos com total apoio do presidente da Fiec, Ricardo Cavalcante. Esse curso oportunizará mais emprego e qualificação de mão de obra na área da saúde.
 

INOVA 2021

O projeto INOVA 2021 tem o objetivo de apresentar as iniciativas em tecnologia e inovação que estão sendo desenvolvidas no Ceará e no mundo, além de discutir as possibilidades de desenvolvimento e crescimento no Estado, em um momento em que empresas e estabelecimentos procuram soluções para os problemas complexos causados pela pandemia de Covid-19.

 

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Saiba o que você precisa para ser um profissional de games

06:00 | Dez. 18, 2021 Tipo Publieditorial

O mundo dos games está cada vez mais em alta, principalmente neste momento de pandemia, responsável por acelerar a transformação digital de forma nunca antes vista. Para quem quer adentrar esse mercado, a última live do projeto INOVA traz dicas de dois especialistas: o gerente de projetos, designer de produtos e desenvolvedor de jogos, Ítalo Furtado, e o professor universitário, gamer e também designer, Rômulo Jardim. Ambos são sócios da Rogue Fairy Studios, empresa especializada no desenvolvimento de jogos digitais.

Mesmo com um crescimento iminente, a área ainda encontra uma realidade tímida no Brasil. De acordo com Ítalo, o País conta com um número próximo de 400 empresas voltadas para esse mundo. Assim, a demanda por qualificação profissional é alta.

Nesse sentido, Rômulo revela que a principal problemática no mercado é voltada para a área de conhecimento relacionada à venda do produto no mercado. Dessa forma, o indicado é ter um produtor que acompanhe esse lançamento ou despertar no próprio profissional o sentimento de empreendedor. Outra carência é a falta de conteúdo acadêmico sobre o assunto, revelando a necessidade de mais pesquisadores na área.

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A dica de Ítalo é sempre praticar e colocar o jogo desenvolvido para ser experimentado por outras pessoas. “A grande métrica do mercado é o quanto as pessoas se divertiram com aquele jogo e o quanto elas gastariam horas jogando”, aponta.

INOVA 2021

O projeto INOVA 2021 tem o objetivo de apresentar as iniciativas em tecnologia e inovacao que estao sendo desenvolvidas no Ceara, além de discutir as possibilidades de desenvolvimento e crescimento no Estado, em um momento em que empresas e estabelecimentos procuram soluções para os problemas complexos causados pela pandemia de Covid-19.

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A experiência do Ceará no processo de levar internet banda larga e fibra óptica para todos

00:00 | Dez. 17, 2021 Tipo Publieditorial

Ricardo Liebmann é presidente do Iracema Digital, um grupo criado com o objetivo de incentivar as soluções em tecnologia no Ceará, e foi o convidado da semana do podcast da INOVA. A conversa teve como temas a área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs) e o enorme potencial cearense no setor.

Ricardo explica que o Iracema Digital nasceu em julho de 2018, após observarem a necessidade de uma aceleração do processo de digitalização da economia do Governo do Ceará. “O Ceará tem um bom sistema de universidades, é referência nacional de bons estudantes, e a gente achava que precisava conscientizar a sociedade, as empresas e o Governo sobre a necessidade de agilizar esse processo de digitalização”, aponta.

Dessa forma, o trabalho da instituição consiste em articular e gerar novas ideias dentro do setor, aproximando entidades e cientistas de modo a despertar uma visão de futuro e mediar o trabalho dessas forças.

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Apesar da criação do Iracema Digital ser relativamente recente, Ricardo aponta a evolução do cenário cearense durante esses três anos e meio. De acordo com o especialista, o Ceará se destaca no processo de levar internet banda larga e fibra óptica em todo o Estado, além de apresentar um sistema educacional de qualidade interiorizado, com unidades do Instituto e da Universidade Federais em diversos municípios.

“Hoje a gente vê que o Ceará pode ser um grande fornecedor de mão de obra de técnicos para suportar as operações de grandes empresas. Temos cursos diversos e completos de ciência da computação. A gente tem uma ótima formação no ensino público. Houve uma grande mudança nesse período, vemos que existem muitos hubs de tecnologia em Fortaleza e no Estado”, aponta Ricardo.

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O projeto INOVA 2021 tem o objetivo de apresentar as iniciativas em tecnologia e inovacao que estao sendo desenvolvidas no Ceara, além de discutir as possibilidades de desenvolvimento e crescimento no Estado, em um momento em que empresas e estabelecimentos procuram soluções para os problemas complexos causados pela pandemia de Covid-19.

 

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Venda online é essencial para crescimento das empresas?

06:00 | Dez. 16, 2021 Tipo Publieditorial

No podcast da INOVA desta semana, o convidado é o CEO da startup Tallos, Arthur Frota, especializada em atendimento digital para as empresas. Arthur conversa sobre o impacto da pandemia na transformação tecnológica atual e explica por que é essencial estar online para vender bem.

A Tallos começou no início de 2017 e funciona como um atendimento que ajuda empresas a venderem mais no digital. A plataforma integra todos os canais de comunicação em um local, auxiliando as empresas a terem o poder de gestão de indicadores e processos. A Tallos também permite que o usuário agende compromissos e tarefas, além de ser possível criar robôs de autoatendimento e chatbots para a empresa.

“Com a pandemia, vender no digital se tornou mais do que essencial. Está todo mundo tentando acompanhar essa mudança. Posso dizer que todo mundo está muito imerso nas redes sociais e tudo isso gera negócio. Por mais que não conheçam toda a matemática da economia por trás, já fazem parte disso”, aponta Arthur.

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Apesar dessa aceleração na transformação digital, o CEO aponta que a maioria das empresas ainda não sabe o que é necessário para se estar, de fato, dentro do digital. “Por exemplo, você chama atenção do consumidor dentro do digital, mas não têm logística para atender e vender, e isso frustra o cliente”, lamenta.

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Conheça a plataforma online que facilita a logística de empresas de alimentação

06:00 | Dez. 10, 2021 Tipo Publieditorial

Para falar sobre inovação digital e plataformas de venda, o podcast do INOVA convidou a CEO da ferramenta Meu Fornecedor, Elaine Marques, um site voltado para auxiliar os empresários do food service na logística dos negócios. Durante a conversa, Elaine explicou como funciona a plataforma e quais foram as consequências da pandemia para a área.

O Meu Fornecedor é uma plataforma digital que congrega fornecedores da indústria alimentícia. São disponibilizados catálogos com os produtos e os preços para os estabelecimentos, como restaurantes. O objetivo é facilitar a rotina de compra dessas empresas, que costuma ser muito intensa, principalmente para administradores novos no mercado, que não sabem como ou onde buscar por fornecedores.

Para Elaine, o maior desafio é romper a barreira do novo, já que muitos proprietários estão acostumados a negociar com fornecedores presencialmente e acabam por desconfiar do uso da tecnologia para esse fim. “Até hoje encontro fornecedor que a gente vê o caminhão na rua, mas não existe na internet, pequenas indústrias com um nicho de clientes que não se divulgam e nem sabem como. Pouquíssimos fornecedores estão em um nível de digitalização bacana”, aponta.

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Apesar das dificuldades, a CEO garante que a pandemia acelerou a digitalização das empresas e a maneira como elas fazem negócio. “No começo de 2020, antes da pandemia, a gente abordava os fornecedores e a maioria achava que não funcionava. Lançamos a ferramenta em 2021 e, quando abordamos novamente o mesmo público, a reação foi outra. Temos fila de espera de fornecedor para ser cadastrado”, destaca.

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Especialistas respondem: a urna eletrônica é mesmo segura?

PUBLIEDITORIAL
07:00 | Dez. 05, 2021 Tipo Publieditorial

Há algum tempo, o debate sobre a volta ao voto impresso esquentou no cenário político brasileiro. A principal justificativa gira em torno de uma suposta insegurança das urnas eletrônicas, que tornaria o processo democrático ilegítimo. Porém, especialistas em segurança da informação têm reiterado que essa alegação não se sustenta.

O principal fator que garante a segurança da urna eletrônica é o fato de ela não funcionar conectada à internet ou bluetooth. “Um hacker não consegue acessar uma urna sem mexer diretamente em uma. Como alguém faria pra mexer em todas as urnas de um município, por exemplo?”, questiona Rodrigo Martiniano, mestre em Direito Constitucional e Teoria Política e membro-fundador da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político.

Segundo ele, somente no momento da transmissão de todos os votos para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é que existe navegação dos resultados por uma rede. No entanto, esse caminho é altamente criptografado e de uso exclusivo do Tribunal.

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Em relação à produção, a secretária de Tecnologia da Informação do Tribunal Regional do Ceará (TRE-CE), Lorena Belo, explica que as empresas que fabricam o artefato são contratadas mediante procedimento licitatório para executar um projeto que é 100% desenvolvido pela Justiça Eleitoral, sempre acompanhadas de técnicos do TSE. Já os softwares são blindados por uma gama de artefatos de segurança que garantem que os softwares que estão rodando em cada urna são os mesmos que já foram avaliados.

Para garantir a segurança, o TSE ainda promove testes públicos para as urnas. Em um exemplo, o código fonte da ferramenta é disponibilizado e equipes são convidadas a tentar “hackear” a urna, de modo que erros sejam identificados e consertados pelo Tribunal. Outro teste é a votação paralela, alternativa em que, em um local sorteado, a população, na véspera da eleição, dispõe seus votos em cédulas de papel. Após as eleições nas urnas, os resultados dos dois meios são comparados. De acordo com Lorena, até hoje, nunca houve desencontros de resultados.

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