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PUBLIEDITORIAL contracte

O impacto da capacitação pessoal e emocional no mercado de trabalho

Especialista apresenta métodos para auxiliar empresas e profissionais

08/06/2021 06:01:16
Cristiane Campos, diretora executiva da Contracte Consultoria e diretora franqueada da BiUP, criou a Contracte ao perceber a necessidade de desenvolver o capital humano nas organizações
Cristiane Campos, diretora executiva da Contracte Consultoria e diretora franqueada da BiUP, criou a Contracte ao perceber a necessidade de desenvolver o capital humano nas organizações

Capacitação é a palavra chave para quem quer se destacar no mercado. O que muitos esquecem, no entanto, é que, para além das habilidades técnicas, é fundamental levar em consideração o desenvolvimento pessoal e emocional, ou seja, as Soft Skills. Isso é o que defende a diretora executiva da Contracte Consultoria e diretora franqueada da BiUP, Cristiane Campos. À frente de empresas que trabalham esses dois tipos de competências, a especialista auxilia instituições e profissionais a serem cada vez mais eficientes.

A Contracte surgiu quando Cristiane percebeu a necessidade de desenvolver o capital humano nas organizações. Dessa forma, a empresa presta um trabalho de consultoria para as instituições, com recrutamento e seleção, desenvolvimento de líderes dentro da empresa, avaliação de desempenho, execução de diagnósticos e treinamentos, por exemplo. O objetivo é evitar contratações equivocadas, quando os empresários não levam em consideração as competências pessoais e emocionais do contratado ou selecionam alguém sem o perfil da vaga em questão.

“Além do prejuízo financeiro ainda tem o prejuízo emocional. O profissional pode fazer com que a equipe perca o ritmo. Ele não se adapta, não sabe se relacionar com as pessoas, causa conflito e todo tempo e dinheiro investido, será descartado. Não é que a equipe treinou errado, e sim o novo colaborador não possuía as competências emocionais para exercer tal função”, explica Cristiane Campos.

Dentro desse contexto, foi fácil para a especialista observar que, enquanto as empresas precisavam de auxílio para recrutar, os profissionais também precisavam de orientação para melhor se adaptarem ao mercado de trabalho. Assim, a oportunidade de se tornar diretora franqueada da BiUp se encaixou perfeitamente com o objetivo da profissional.

A empresa com sede em São Paulo, é uma escola de tecnologia, educação e treinamento de alta performance. O objetivo é aperfeiçoar o ensino no País, por meio do aprendizado das chamadas soft skills, as competências emocionais e sociais fundamentais para capacitar um profissional. A partir desse curso, o indivíduo terá respaldo para comprovar qualidades que, em geral, por não serem técnicas, não podem ser apresentadas de maneira formal em um currículo.

“Se eu, como profissional, trabalho minhas competências profissionais e pessoais, é claro que na empresa eu vou reverberar isso, a empresa vai notar a profissional que eu me tornei. Os empresários valorizam o currículo, mas isso não é o grande boom. O boom é aquele colaborador que, mesmo que não tenha um currículo gigante, sabe ser desenrolado. Nenhuma empresa aceitará custos de recrutar e selecionar profissionais que não se adaptarão dentro da organização", aponta Cristiane.

A escola, que deve ser inaugurada em julho, usa como método a imersão online pela plataforma, com aulas ao vivo e gravadas em formato de Scorm, além de mentorias e treinamentos. A duração da formação BiFlow são de 12 meses, com direito a certificação. A formação atende aos cargos administrativos, lideranças, RHs, gestores e cargos operacionais. Uma grande oportunidade também para as empresas investirem nos seus profissionais, pois isso reverberá positivamente nos resultados.

Mais informações podem ser encontradas nas contas de Instagram @cristianecamposcoach e @contracteconsultoria.

 

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