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Colégio Santa Cecília investe em atividades artísticas para o desenvolvimento dos alunos

Aulas de Teatro, Dança, Música têm grande adesão dos alunos. A missão da Escola é promover uma experiência educacional integral dos estudantes
06:00 | Dez. 10, 2021
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O Colégio Santa Cecília compreende o aluno na sua multiplicidade. Na Escola, a espiritualidade, o conhecimento, o esporte, a arte são dimensões a serem desenvolvidas em todas as fases da formação do estudante. No Núcleo de Arte, o Teatro, a Dança e a Música promovem diversas habilidades necessárias ao convívio, à harmonia emocional, aos afetos, estimulando a sensibilidade e o autoconhecimento.

A arte atravessa os fazeres pedagógicos, que se enriquecem envolvendo o Núcleo de Arte nas mais variadas atividades realizadas na Escola, permitindo que as potencialidades dos estudantes possam ir amadurecendo durante todo o ano. A comunidade educativa conta com essas participações nos seus planejamentos, o que permite à Escola respirar uma atmosfera de ludicidade e alegria.

“A arte traz alargamento de possibilidades. A essência da arte é se colocar no lugar do outro e, assim, expandir a expressão e a visão de mundo. Os fazeres artísticos também desenvolvem a disciplina e o compromisso, entre tantas outras habilidades”, destaca a coordenadora do Núcleo de Arte do Santa Cecília, Andréa Piol.

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Na dança, são oferecidas modalidades como balé, sapateado e jazz. Outra atividade com grande adesão é o teatro, com grupos infantis e juvenis. Para a música, os alunos podem ter aula de violão, flauta doce e, ainda, participar do coral. No coral, a adesão é aberta a toda a comunidade educativa: pais, estudantes, educadores, ex-alunos.

A profissional explica que atividades como o teatro, por exemplo, podem colaborar na desenvoltura das crianças e jovens, visto que a prática motiva a integração entre os alunos e estimula a oralidade, a desinibição e a expressão corporal. “No nosso acompanhamento, testemunhamos que o aluno aprende a lidar com o público, o que gera confiança em si e no ambiente ”, indica.

Para Andréa, o diferencial do Núcleo de Arte do Colégio Santa Cecília é a busca constante do protagonismo dos estudantes, a partir de uma escuta ativa e uma troca de experiências também com os familiares.

Ao final de cada ano, ocorre o período de culminância das atividades que os estudantes desenvolvem ao longo de todo o ciclo. São espetáculos que coroam toda uma trajetória de pesquisa, ensaios, diálogos, recomeços e aprendizados.

Em 2021, os espetáculos foram permeados de encanto e expressões que exigiram muito dos professores e participantes do teatro, dança e música.

PEPPERLAND E A MÚSICA foi um espetáculo-show reunindo alunos de Dança, Teatro e Coral em uma montagem com canções de The Beatles, na qual a interpretação aconteceu na língua nativa do espetáculo, o inglês, ganhando força em forma de cena.

A Arte nos leva então a Pepperland e a tantos outros lugares encantados

“Yellow Submarine”, de The Beatles, já tem mais de 50 anos, mas o que é a passagem do tempo para uma obra-prima? Pepperland, uma das faixas do disco, deu nome ao espetáculo apresentado no Ginásio da Escola, durante a Culminância do Núcleo de Arte. Pepperland é um paraíso quase terrestre que fica a 80 mil léguas no fundo do mar, onde a Banda do Sargento Pepper está sempre tocando a sua música, até que um dia o Líder dos Maldosos Azuis, que detestava todo tipo de música, decide varrer Pepperland do mapa, deixando-o sem cor e sem som. Mas, navegando em um submarino amarelo, The Beatles chegam para trazer a paz e a música de volta a Pepperland.

Outro espetáculo foi O Mistério dos Ossos de Sumatra, segunda apresentação da Mostra, que reuniu 11 adolescentes em cena. Um elenco mais maduro, que nos envolveu em uma trama clássica de mistério e diversão, com uma dramaturgia cheia de diálogos investigativos. A trama permitiu um aprimoramento na arte da interpretação. “São 11 adolescentes em cena, muitos fazem teatro desde pequenos e apresentam um trabalho mais aprofundado na construção dos personagens, da dramaturgia”, explica Andréa Piol, coordenadora do Núcleo de Arte.

O Recital de Violões do Núcleo de Arte reuniu a família para apreciar a música sensível e inspiradora que ressoa das cordas do violão. O Recital da Escola traz o diferencial no repertório porque, além dos conteúdos abordados no programa pedagógico, os alunos apresentam suas influências musicais.

O grande aprendizado da arte é que não há fronteiras para a imaginação, para o desenvolvimento das potencialidades e que tudo se integra para crescermos na nossa sensibilidade e nas capacidades de superação dos nossos próprios limites.

Colégio Santa Cecília
@colegiosantacecilia

Outras informações: 85 3064.2377

contato@santacecilia.com.br

Av. Senador Virgílio Távora, 2000 – Aldeota

 

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As crianças do Infantil 5 do Colégio Santa Cecília exploraram o universo e seus mistérios

06:00 | Dez. 16, 2021 Tipo Publieditorial

Concluir uma etapa tão importante do desenvolvimento como a Educação Infantil pede festa, celebração, inventividade, alegria, transformação. O Colégio Santa Cecília se orgulha de encerrar essa fase com vivências que se elaboram durante o ano inteiro, as quais fazem com que as crianças mergulhem em uma temática específica, a conheçam e a transformem em arte e conhecimento.

Com o tema “TODOS NÓS, UM SÓ UNIVERSO!”, as crianças do Infantil 5 exploraram o universo e seus mistérios por meio de uma abordagem lúdica, científica e cultural. Ao “pegar carona nessa cauda de cometa, ver a via láctea” e tantas outras maravilhas, as crianças embarcaram em uma aventura espacial repleta de conhecimento sobre os mistérios do céu e do espaço, reconhecendo nesta “natureza caprichosa” as riquezas do nosso planeta e nossa responsabilidade em protegê-lo.

Tudo começa com a escolha do tema, que acontece no primeiro semestre, como grande fio condutor que vai agregando as inúmeras atividades sobre as quais alunos, educadores e pais se debruçarão ao longo de todo o segundo semestre.

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Para a educadora Jany Mary Silva Almeida, do Infantil 5, “o tema fez muito sentido para as crianças neste tempo em que vivenciamos o isolamento de forma muito intensa e que impulsionou as crianças a experienciar que tudo se conecta através do tema escolhido. Assim é com a fauna, a flora e o que envolve a vida, pois estão em teia tanto aqui na Terra, nosso planeta, como fora dela, colaborando para que os alunos compreendam ainda mais sobre a coletividade numa fase em que eles estão desenvolvendo o sentido do compartilhamento e de que é preciso cuidar do outro e de tudo que nos cerca”.

O projeto explorou a concretude das coisas: os alunos puderam vivenciar viagens para a lua, planetas, asteroides, sentir a temperatura deles, a velocidade e o sentido em que se movem, e tantos outros astros e fenômenos celestiais utilizando brincadeiras, músicas, atividades, movimentos, de forma que iam alargando sua compreensão.

Para entender o significado do sol e de outros astros, por exemplo, eles fizeram incursões pelos jardins, quadras, como também pelo sítio da Escola, no Eusébio, onde constataram que o sol representa bem-estar para as plantas e para os seres vivos. Além disso, desfrutaram de atividades que podemos fazer num dia de sol, objetos que usamos e observaram a distância dos planetas em relação ao sol, utilizando aplicativos através de tablets apontados em direção ao sistema solar, identificando os planetas, as constelações e tantas outras descobertas, como lembra a educadora Danielle Gonçalves de Oliveira Sousa, do Infantil 5.

Um aprendizado que envolveu também as famílias, pela curiosidade que desperta em todos. As famílias ficavam admiradas como o conhecimento das crianças evoluía de forma rápida e afirmavam que estavam aprendendo com elas. Alguns pais levaram os filhos ao planetário do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, atendendo a sugestão da Escola. Descobertas e aprendizados compartilhados em família.

Andar na lua conduzido por uma música lenta para compreender a gravidade ou se mover com a rapidez de um asteroide fazia as crianças usarem suas capacidades motoras de forma intensa. Isso também acontecia no desenvolvimento motor fino, como na confecção de um colar de estrelas unidas por cordões que se transformaram em amuletos.

“Todas essas atividades e tantas outras vão para um portfólio que eles constroem ao longo do segundo semestre. Por exemplo, a escolha de nome para cinco astronautas que os acompanhariam nessa aventura, o que foi um exercício de abrir mão da sua sugestão individual e da sua sala pelo nome coletivo”, lembra com alegria a educadora Alynne Alencar Feitosa Prata, do Infantil 5.

Foram desenvolvidas coreografias com músicas que permitiram essa viagem espacial que tocou cada um como parte fundamental para a conservação e o cuidado com a nossa casa comum. Numa linda noite, eles puderam transmitir aos seus pais, avós, amigos e convidados essa grande viagem e suas produções. Um momento para ficar na memória e no coração de todos.

 

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Colégio Santa Cecília oferece treinos de ginástica rítmica para estudantes de 4 a 14 anos

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06:00 | Dez. 02, 2021 Tipo Publieditorial

Foi com o intuito de oferecer uma nova modalidade de prática esportiva para os estudantes que o Colégio Santa Cecília incluiu, em 2009, a Ginástica Rítmica (GR) à grade de atividades extracurriculares. Conhecida por ser um esporte olímpico que agrega elementos de balé e teatro musical à ginástica “tradicional”, a modalidade ainda não tinha forte expressão na Capital, mas ganhou espaço no ginásio esportivo da escola, com treinos duas vezes por semana para crianças e adolescentes de 4 a 14 anos.

Segundo Vera Quinteiro, profissional de Educação Física e especialista em Ginástica Rítmica, a prática esportiva contém exercícios relevantes para crianças em formação, que auxiliam no desenvolvimento integral do corpo e da mente. “A GR proporciona saúde, condição física e a integração social, aprimorando o equilíbrio, a força, a flexibilidade, a agilidade, a resistência e a autoconfiança. A prática de atividade física, especificamente a ginástica rítmica, favorece o autoconhecimento e a capacidade de se relacionar com mais facilidade”, ressalta a professora.

Para o supervisor de desporto Gildásio Leal, a modalidade também contribui com habilidades que auxiliam as crianças nos estudos, a partir de ensinamentos que vão além dos limites da quadra, como a importância da dedicação e da disciplina. “Sabemos que a questão do comportamento é muito importante para as crianças: é imprescindível que elas tenham horários para se dedicar e também para descansar, e ensinar esses limites é fundamental. Colaboramos com a educação que os pais já dão em casa para que elas percebam que, com disciplina, conseguirão melhores resultados”, pontua.

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Justamente para lembrar às crianças que há hora para tudo, a GR também proporciona momentos de ludicidade, especialmente nos exercícios com adereços como maças, argolas e fitas, assim como no vestuário comumente utilizado em apresentações, lembra Gildásio. “Há muito estímulo visual, o que torna esse momento lúdico e prazeroso”, explica.

Atualmente, a modalidade de GR do Santa Cecília conta com 79 ginastas, divididas nas categorias Baby Mirim, Mirim, Pré-Infantil e Infantil, entre outras. Neste ano, no retorno às atividades, foram desenvolvidos projetos especiais para as atletas, como o “Álbum de Figurinhas” da equipe, em alusão aos tradicionais álbuns de futebol, e a “Manhã da GR”, ocasião em que as ginastas puderam fazer uma aula e uma pequena apresentação para demonstrar o aprendizado e as conquistas do ano para os familiares.

Benefícios da Ginástica Rítmica

-Melhora da respiração, força e equilíbrio

-Resistência física

-Flexibilidade

-Ganho de autoconfiança

-Autoconhecimento corporal

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Ensino em tempo integral potencializa desenvolvimento socioemocional e pedagógico

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06:00 | Nov. 25, 2021 Tipo Publieditorial

Os níveis de Educação Infantil e Ensino Fundamental são responsáveis não só pelo aprendizado em sala de aula, mas também pela aquisição e desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Por isso, desde 2002, o Colégio Santa Cecília oferece, além do ensino regular, o programa de ensino em Tempo Integral (TISC), com atividades pedagógicas no contraturno para alunos do Infantil 4 ao 7º ano do Ensino Fundamental.

Segundo a coordenadora do TISC, Sandra Paixão, dois dos principais aspectos trabalhados no programa são o estímulo à autonomia e o investimento na saúde emocional do aluno. “Realizamos um trabalho para que eles tenham iniciativa e também responsabilidade com seus materiais e os materiais dos outros. Após o turno regular e o almoço, há tempo para repouso e atividades recreativas como artesanato, recorte e pintura antes das aulas da tarde”, conta.

Na programação pedagógica vespertina, um professor e um estagiário assistente são responsáveis por cada sala de aula – todas com até 15 crianças, apenas, para melhores resultados. No conteúdo programático, há aulas de Robótica que se adequam à faixa etária de cada turma, aprimoramento da segunda língua (inglês) e atividades esportivas e artísticas escolhidas pelo aluno, como basquete, judô, futebol, teatro, ginástica rítmica e dança.

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“Para acompanhar o desenvolvimento do estudante, estamos em muita sintonia com o turno regular. Sempre buscamos entender como as crianças estão no turno da manhã para ver se há necessidade de maior suporte em algum aspecto e como nossos projetos podem auxiliá-las”, completa Sandra.

Foco na saúde mental

No ano passado, com o surgimento da Covid-19, o TISC precisou ter seu funcionamento interrompido. Ao retornar neste ano, após o lockdown, a atenção com as crianças foi reforçada e um universo mais lúdico tomou conta das atividades, com foco em dinâmicas que possibilitassem que elas corressem, se soltassem, colocassem o corpo em movimento e interagissem entre si. “Também investimos em atividades com tintas, miçangas e recortes, incentivando o manual e promovendo um momento ‘terapêutico’”, ressalta a coordenadora.

O cuidado com a saúde mental também busca lembrar às crianças que, apesar da importância de manter boas notas e uma rotina de aprendizado, às vezes é preciso desacelerar. “A partir do 5º ano, percebemos que há uma cobrança muito grande entre eles em relação às notas, porque nosso Estado tem uma relação forte com o Enem e com a obtenção de bons resultados. Por isso, trabalhamos para que o estudo seja valorizado, mas sem perder o gancho de um trabalho mais lúdico, voltado para que eles expressem seus sentimentos”.

Prevenção contra a Covid-19

Por promover atividades que colocam os alunos e professores em uma convivência ainda mais próxima, como refeições conjuntas, o TISC funciona, desde o início de 2021, com apenas 25% de sua capacidade. Mesmo após o avanço da vacinação contra a Covid-19 no Ceará, turmas que têm mais crianças seguem alocadas em salas maiores, com distanciamento. “Os funcionários foram vacinados, mas as crianças não – e muitas delas moram com tios idosos, avós. Por isso, mantemos as turmas pequenas e distanciamento em todas as atividades, sempre com a regra do uso de máscaras e de álcool em gel”, afirma Sandra Paixão.

Para 2022, a previsão é voltar à ocupação pré-pandemia, a depender de como estarão os dados de transmissão e número de casos da pandemia no Estado. Interessados em mais informações sobre o Tempo Integral Santa Cecília podem acessar o site da Instituição para realizar a matrícula ou se registrar na lista de espera da Escola.

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Tecnologias na escola: o caminho para chegar às profissões do futuro

06:00 | Nov. 18, 2021 Tipo Publieditorial

Há quase cinco anos, um estudo do Institute for the Future (IFTF) sugeriu que mais de 80% das profissões que existirão em 2030 ainda não existiam na época, uma demonstração clara da aceleração e modificação de carreiras ocasionadas pelo avanço da tecnologia. Com a chegada da pandemia, especialistas preveem que a transformação digital que estava em curso ganha ainda mais rapidez, o que exigirá dos trabalhadores uma série de novas habilidades comportamentais e técnicas.

Para acompanhar e potencializar essa nova fase do mercado, os profissionais da educação foram alguns dos primeiros que precisaram se reinventar. Diante do novo cenário, em que as interações entre professores e alunos se deram unicamente por recursos digitais, precisou-se criar um “novo ecossistema educativo”, segundo Rosane Serra, pedagoga e coordenadora de Tecnologia Educacional do Colégio Santa Cecília.

“A força impulsionadora da mudança acionou competências como flexibilidade, resolução de problemas, trabalho colaborativo e a experimentação de novos processos de sociabilização”, conta. O momento de duro aprendizado, porém, deve trazer benefícios para todos os envolvidos no processo educacional, já que o professor hoje consegue planejar aulas para ambientes presenciais e digitais, possibilitando novas formas de absorção do conteúdo.

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“A educação precisa acompanhar, sem desvalorizar o conhecimento historicamente produzido, as novas tendências para buscar compreender e solucionar os dilemas da sociedade em rede, ultraconectada, em que cada vez há menor separação entre o físico e virtual. O on-line e o off-line se rompem com as possibilidades de múltiplas interações das experiências humanas, de nos relacionarmos com o conhecimento em tempos e espaços que se integram e coexistem e nos desafiam a nos adaptarmos em diferentes contextos”, ressalta Rosane.

Referência na transformação digital

Com o objetivo de introduzir essa conexão entre o mundo presencial e o mundo digital exigida nas “profissões do futuro” na vida dos alunos desde os primeiros anos de vida, o Colégio Santa Cecília tem inserido o uso das tecnologias no ensino já na Educação Infantil, com o projeto Ateliê Digital, que utiliza meios virtuais no processo educacional e acompanha os estudantes até o Ensino Médio.

“Há uma intencionalidade pedagógica planejada para o uso dos Recursos Educacionais Digitais (REDs) e metodologias ativas, cada vez mais utilizados para potencializar as competências e habilidades dos nossos alunos”, explica Rosane Serra.

De acordo com a pedagoga, a ação vem se desenvolvendo desde antes da pandemia e utiliza equipamentos como chromebooks e tablets, além de aplicativos e softwares, para auxiliar no desenvolvimento do currículo escolar.

“As atividades são mediadas pelos professores de forma dinâmica e interativa, para que haja um maior favorecimento da aprendizagem significativa, a partir de um contexto participativo, lúdico e inclusivo”, conclui.

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