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Ensino em tempo integral potencializa desenvolvimento socioemocional e pedagógico

Em Fortaleza, Colégio Santa Cecília oferece opção de programa de ensino em dois turnos para alunos até o 7º ano do Ensino Fundamental
06:00 | Nov. 25, 2021
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Os níveis de Educação Infantil e Ensino Fundamental são responsáveis não só pelo aprendizado em sala de aula, mas também pela aquisição e desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Por isso, desde 2002, o Colégio Santa Cecília oferece, além do ensino regular, o programa de ensino em Tempo Integral (TISC), com atividades pedagógicas no contraturno para alunos do Infantil 4 ao 7º ano do Ensino Fundamental.

Segundo a coordenadora do TISC, Sandra Paixão, dois dos principais aspectos trabalhados no programa são o estímulo à autonomia e o investimento na saúde emocional do aluno. “Realizamos um trabalho para que eles tenham iniciativa e também responsabilidade com seus materiais e os materiais dos outros. Após o turno regular e o almoço, há tempo para repouso e atividades recreativas como artesanato, recorte e pintura antes das aulas da tarde”, conta.

Na programação pedagógica vespertina, um professor e um estagiário assistente são responsáveis por cada sala de aula – todas com até 15 crianças, apenas, para melhores resultados. No conteúdo programático, há aulas de Robótica que se adequam à faixa etária de cada turma, aprimoramento da segunda língua (inglês) e atividades esportivas e artísticas escolhidas pelo aluno, como basquete, judô, futebol, teatro, ginástica rítmica e dança.

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“Para acompanhar o desenvolvimento do estudante, estamos em muita sintonia com o turno regular. Sempre buscamos entender como as crianças estão no turno da manhã para ver se há necessidade de maior suporte em algum aspecto e como nossos projetos podem auxiliá-las”, completa Sandra.

Foco na saúde mental

No ano passado, com o surgimento da Covid-19, o TISC precisou ter seu funcionamento interrompido. Ao retornar neste ano, após o lockdown, a atenção com as crianças foi reforçada e um universo mais lúdico tomou conta das atividades, com foco em dinâmicas que possibilitassem que elas corressem, se soltassem, colocassem o corpo em movimento e interagissem entre si. “Também investimos em atividades com tintas, miçangas e recortes, incentivando o manual e promovendo um momento ‘terapêutico’”, ressalta a coordenadora.

O cuidado com a saúde mental também busca lembrar às crianças que, apesar da importância de manter boas notas e uma rotina de aprendizado, às vezes é preciso desacelerar. “A partir do 5º ano, percebemos que há uma cobrança muito grande entre eles em relação às notas, porque nosso Estado tem uma relação forte com o Enem e com a obtenção de bons resultados. Por isso, trabalhamos para que o estudo seja valorizado, mas sem perder o gancho de um trabalho mais lúdico, voltado para que eles expressem seus sentimentos”.

Prevenção contra a Covid-19

Por promover atividades que colocam os alunos e professores em uma convivência ainda mais próxima, como refeições conjuntas, o TISC funciona, desde o início de 2021, com apenas 25% de sua capacidade. Mesmo após o avanço da vacinação contra a Covid-19 no Ceará, turmas que têm mais crianças seguem alocadas em salas maiores, com distanciamento. “Os funcionários foram vacinados, mas as crianças não – e muitas delas moram com tios idosos, avós. Por isso, mantemos as turmas pequenas e distanciamento em todas as atividades, sempre com a regra do uso de máscaras e de álcool em gel”, afirma Sandra Paixão.

Para 2022, a previsão é voltar à ocupação pré-pandemia, a depender de como estarão os dados de transmissão e número de casos da pandemia no Estado. Interessados em mais informações sobre o Tempo Integral Santa Cecília podem acessar o site da Instituição para realizar a matrícula ou se registrar na lista de espera da Escola.

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Tecnologias na escola: o caminho para chegar às profissões do futuro

06:00 | Nov. 18, 2021 Tipo Publieditorial

Há quase cinco anos, um estudo do Institute for the Future (IFTF) sugeriu que mais de 80% das profissões que existirão em 2030 ainda não existiam na época, uma demonstração clara da aceleração e modificação de carreiras ocasionadas pelo avanço da tecnologia. Com a chegada da pandemia, especialistas preveem que a transformação digital que estava em curso ganha ainda mais rapidez, o que exigirá dos trabalhadores uma série de novas habilidades comportamentais e técnicas.

Para acompanhar e potencializar essa nova fase do mercado, os profissionais da educação foram alguns dos primeiros que precisaram se reinventar. Diante do novo cenário, em que as interações entre professores e alunos se deram unicamente por recursos digitais, precisou-se criar um “novo ecossistema educativo”, segundo Rosane Serra, pedagoga e coordenadora de Tecnologia Educacional do Colégio Santa Cecília.

“A força impulsionadora da mudança acionou competências como flexibilidade, resolução de problemas, trabalho colaborativo e a experimentação de novos processos de sociabilização”, conta. O momento de duro aprendizado, porém, deve trazer benefícios para todos os envolvidos no processo educacional, já que o professor hoje consegue planejar aulas para ambientes presenciais e digitais, possibilitando novas formas de absorção do conteúdo.

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“A educação precisa acompanhar, sem desvalorizar o conhecimento historicamente produzido, as novas tendências para buscar compreender e solucionar os dilemas da sociedade em rede, ultraconectada, em que cada vez há menor separação entre o físico e virtual. O on-line e o off-line se rompem com as possibilidades de múltiplas interações das experiências humanas, de nos relacionarmos com o conhecimento em tempos e espaços que se integram e coexistem e nos desafiam a nos adaptarmos em diferentes contextos”, ressalta Rosane.

Referência na transformação digital

Com o objetivo de introduzir essa conexão entre o mundo presencial e o mundo digital exigida nas “profissões do futuro” na vida dos alunos desde os primeiros anos de vida, o Colégio Santa Cecília tem inserido o uso das tecnologias no ensino já na Educação Infantil, com o projeto Ateliê Digital, que utiliza meios virtuais no processo educacional e acompanha os estudantes até o Ensino Médio.

“Há uma intencionalidade pedagógica planejada para o uso dos Recursos Educacionais Digitais (REDs) e metodologias ativas, cada vez mais utilizados para potencializar as competências e habilidades dos nossos alunos”, explica Rosane Serra.

De acordo com a pedagoga, a ação vem se desenvolvendo desde antes da pandemia e utiliza equipamentos como chromebooks e tablets, além de aplicativos e softwares, para auxiliar no desenvolvimento do currículo escolar.

“As atividades são mediadas pelos professores de forma dinâmica e interativa, para que haja um maior favorecimento da aprendizagem significativa, a partir de um contexto participativo, lúdico e inclusivo”, conclui.

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