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Indústria investe na fabricação de bolos típicos

Para comemorar os meses mais festivos do ano, a fabricação de bolos típicos aumenta para atender a demanda
07:00 | Jun. 15, 2017
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Fogueira, bandeirinhas e guloseimas à base de milho. Sim, finalmente chegou uma das épocas mais aguardadas do ano. As festas de São João são um momento de valorização cultural e resgate de tradições que remetem à origem da celebração trazida ao País pelos portugueses. Cientes da grande procura dos clientes por produtos relacionados à data, empresas diversas do setor gastronômico investem nos sabores típicos da celebração.

"O aumento da venda de comidas e bolos típicos em nossas lojas é significativo, já que são itens que não podem faltar na mesa do cearense neste período de festas juninas", revela Caroline Pontes, gerente de marketing do supermercado Centerbox. Por esse motivo, a indústria estima um crescimento de mais de 22% com a venda desses produtos nos meses de junho e julho.

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"Investimos na fabricação e venda desses itens de consumo porque recebemos retorno positivo dos clientes que vão em nossas lojas à procura de comidas e bolos regionais", destaca Caroline. Entre os produtos fabricados na indústria de panificação do grupo, localizada em Maracanaú, para o período, a gerente de marketing destaca os bolos de milho, macaxeira, batata, pé-de-moleque e carimã.

Para vivenciar a festa junina

O clima de festa junina, entretanto, vai além das comidas. Se por vários pontos da Cidade já é possível ver bandeirinhas decorando as ruas e músicas alusivas à data, pelos comércios a celebração também já tem espaço garantido. Demonstrando a força da tradição junina no Nordeste, alguns estabelecimentos não deixam de trazer o clima festivo para o cliente.

Durante os meses de junho e julho, por exemplo, as lojas do Centerbox são decoradas com a temática junina e em alusão ao aniversário do grupo, comemorado no dia 13 de junho. "O nosso arraial se estende até o mês de julho, trazendo festival de ofertas para os clientes. Com isso, aumentamos a divulgação da nossa campanha de aniversário que está com a premiação, repleta de coisa boa. O cliente que comprar R$ 100,00 ganha um cupom para concorrer a 20 Smart TV’s de 32”; 30 vales-compras de R$ 1.000,00 e um carro Gol 0km", ressalta Caroline.

Além disso, nos finais de semana os clientes podem curtir uma boa música ao som de um trio regional. A expectativa é atrair para as lojas um maior número de clientes. "E, ainda no clima de festa, reinauguramos a nossa loja do bairro Genibaú, no mesmo dia em que comemoramos 33 anos de existência. Foi um momento ímpar em nossa longa história juntos aos clientes e fornecedores", ressalta Caroline.

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Confira pratos que não podem faltar na ceia de Natal

07:00 | Dez. 19, 2017 Tipo

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Chega o período natalino e, com ele, as uvas passas no arroz, o salpicão para acompanhar o peru e a rabanada para dar um toque doce à mesa farta. Estes e outros alimentos são fundamentais nos jantares de Natal das famílias brasileiras, seja para celebrar a data especial, fazer votos de melhoras para o ano seguinte, ou apenas juntar as pessoas queridas em um momento diferenciado.

Um dos itens mais clássicos, o Chester já é garantia de estar nas ceias brasileiras. De acordo com Ivo Rocha, gestor de compras da seção de frios do Centerbox, a ave é campeã em vendas durante o período natalino. “Estimamos que, este ano, a venda seja 10% superior em relação ao mesmo período do ano passado. Além do Chester, temos outras opções de carnes para o cliente escolher nesta época: peru, tender, lombo e pernil”, diz. Os dados de vendas são de uma consultoria realizada para a rede de supermercados.

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Outro alimento tradicional nesta época é o panetone. Não faltam opções para os consumidores, indo desde o clássico com frutas cristalizadas ao trufado, recheado com doses generosas de chocolate. Os tipos diferentes de recheios são capazes de atrair até mesmo quem não aprecia o sabor característico do panetone.

Não só integrando a iguaria, as frutas cristalizadas são alguns dos itens mais populares durantes as ceias. As variações vão de ameixa seca, tâmara seca, nozes, uvas passas a castanha-do-pará e do caju, por exemplo. Rômulo Ferreira, gestor de compras da hortifrúti do Centerbox, diz que as vendas devem ter um aumento entre 10 e 15%, em relação ao ano passado. Apesar de normalmente consumidas isoladamente, é possível utilizar as frutas e oleaginosas para receitas de bolos e outros doces.

Para harmonizar

Como a ceia natalina não fica completa sem as bebidas apropriadas, é importante também decidir a melhor opção para harmonizar com os diferentes tipos de pratos servidos na cerimônia. De acordo com especialistas, o peru, por exemplo, combina bastante com vinhos tintos, como os à base de uva pinot noir. Os derivados da uva merlot também harmonizam com a ave. Já os panetones podem ser combinados com espumantes de sabor adocicado.

Thaynara Araújo, gestora de compras da seção de bebidas do Centerbox, também diz que a rede de supermercados prevê aumento das vendas no setor. “Em dezembro, esperamos que a venda de vinhos cresça 50% em relação a um período sazonal, chegando quase ao mesmo volume da Semana Santa, onde também temos um aumento considerável nas vendas”, destacou. Em relação às vendas de 2016 é esperado um aumento de 10 a 15%.

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Confira pratos que não podem faltar na ceia de Natal

07:00 | Dez. 19, 2017 Tipo

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Chega o período natalino e, com ele, as uvas passas no arroz, o salpicão para acompanhar o peru e a rabanada para dar um toque doce à mesa farta. Estes e outros alimentos são fundamentais nos jantares de Natal das famílias brasileiras, seja para celebrar a data especial, fazer votos de melhoras para o ano seguinte, ou apenas juntar as pessoas queridas em um momento diferenciado.

Um dos itens mais clássicos, o Chester já é garantia de estar nas ceias brasileiras. De acordo com Ivo Rocha, gestor de compras da seção de frios do Centerbox, a ave é campeã em vendas durante o período natalino. “Estimamos que, este ano, a venda seja 10% superior em relação ao mesmo período do ano passado. Além do Chester, temos outras opções de carnes para o cliente escolher nesta época: peru, tender, lombo e pernil”, diz. Os dados de vendas são de uma consultoria realizada para a rede de supermercados.

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Outro alimento tradicional nesta época é o panetone. Não faltam opções para os consumidores, indo desde o clássico com frutas cristalizadas ao trufado, recheado com doses generosas de chocolate. Os tipos diferentes de recheios são capazes de atrair até mesmo quem não aprecia o sabor característico do panetone.

Não só integrando a iguaria, as frutas cristalizadas são alguns dos itens mais populares durantes as ceias. As variações vão de ameixa seca, tâmara seca, nozes, uvas passas a castanha-do-pará e do caju, por exemplo. Rômulo Ferreira, gestor de compras da hortifrúti do Centerbox, diz que as vendas devem ter um aumento entre 10 e 15%, em relação ao ano passado. Apesar de normalmente consumidas isoladamente, é possível utilizar as frutas e oleaginosas para receitas de bolos e outros doces.

Para harmonizar

Como a ceia natalina não fica completa sem as bebidas apropriadas, é importante também decidir a melhor opção para harmonizar com os diferentes tipos de pratos servidos na cerimônia. De acordo com especialistas, o peru, por exemplo, combina bastante com vinhos tintos, como os à base de uva pinot noir. Os derivados da uva merlot também harmonizam com a ave. Já os panetones podem ser combinados com espumantes de sabor adocicado.

Thaynara Araújo, gestora de compras da seção de bebidas do Centerbox, também diz que a rede de supermercados prevê aumento das vendas no setor. “Em dezembro, esperamos que a venda de vinhos cresça 50% em relação a um período sazonal, chegando quase ao mesmo volume da Semana Santa, onde também temos um aumento considerável nas vendas”, destacou. Em relação às vendas de 2016 é esperado um aumento de 10 a 15%.

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Conheça benefícios do consumo de alimentos orgânicos

07:00 | Dez. 16, 2017 Tipo

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Os brasileiros estão mais atentos aos hábitos alimentares. Cerca de 15% da população urbana consumiu produtos orgânicos entre março e abril de 2017. A estimativa, que tem como base entrevista com 905 pessoas de nove capitais do País, foi realizada pelo Conselho Brasileiro de Produção Orgânica e Sustentável (Organis), em parceria com a Market Analisys. Divulgado em junho deste ano durante a 13ª Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia (Bio Brazil Fair), o estudo é a primeira – e mais recente – pesquisa nacional sobre esse tipo de comportamento alimentar. Ainda segundo o Organis, o mercado nacional para esse setor cresceu 20% em 2016 e teve faturamento estimado em R$ 3 bilhões.

O consumo de alimentos orgânicos favorece o organismo e o meio ambiente, pois são isentos de qualquer tipo de adubo químico e de pesticidas. Conforme explica a nutricionista Jéssica Barrocas, do Centerbox Supermercados, os produtos orgânicos são caracterizados por não receberem nenhum tipo de agrotóxico e/ou fertilizante químico que venha a contaminar o solo e os lençóis das águas durante sua produção. “Boa parte das pessoas já ouviu falar em alimentos orgânicos, porém poucas sabem diferenciar”, aponta.

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Segundo a nutricionista, o excesso de agrotóxicos e fertilizantes pode causar danos aos consumidores. “Nos produtos não orgânicos, essas substâncias são utilizadas constantemente. Caso seja utilizado algum tipo de aditivos em quantidades superiores ao recomendado, pode causar maiores prejuízos aos consumidores, como dor de cabeça, alergias e até outros tipos de doenças”, destaca. Contudo, apesar de serem produzidos de forma mais natural, os alimentos orgânicos ainda são fontes de várias pesquisas e discussões científicas, cuja finalidade é comprovar se há, de fato, superioridade quanto aos alimentos convencionais.

Atenção aos detalhes

Na hora de comprar produtos orgânicos, é importante observar se, no produto, consta o certificado de procedência na embalagem. Com o selo, a certificadora credenciada no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) assegura que o produto obedece às normas de produção orgânica. Entre os principais alimentos orgânicos produzidos no Brasil, Jéssica Barrocas destaca cana, soja, cacau, gengibre, guaraná, manga, morango, pêssego, tomate e uva.

Um aspecto não muda em relação a alimentos orgânicos e não orgânicos: a necessidade de serem submetidos à higienização, uma vez que os dois grupos podem contrair microrganismos prejudiciais à sua composição. Ainda de acordo com a nutricionista, um fator que dificulta o acesso aos produtos orgânicos em algumas localidades é o preço elevado, em comparação aos convencionais. “Os alimentos orgânicos geralmente não têm boa aparência, não são uniformes no tamanho e são pequenos, mas são saborosos, nutritivos e livres de agrotóxicos”, finaliza.

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07:00 | Dez. 16, 2017 Tipo

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Os brasileiros estão mais atentos aos hábitos alimentares. Cerca de 15% da população urbana consumiu produtos orgânicos entre março e abril de 2017. A estimativa, que tem como base entrevista com 905 pessoas de nove capitais do País, foi realizada pelo Conselho Brasileiro de Produção Orgânica e Sustentável (Organis), em parceria com a Market Analisys. Divulgado em junho deste ano durante a 13ª Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia (Bio Brazil Fair), o estudo é a primeira – e mais recente – pesquisa nacional sobre esse tipo de comportamento alimentar. Ainda segundo o Organis, o mercado nacional para esse setor cresceu 20% em 2016 e teve faturamento estimado em R$ 3 bilhões.

O consumo de alimentos orgânicos favorece o organismo e o meio ambiente, pois são isentos de qualquer tipo de adubo químico e de pesticidas. Conforme explica a nutricionista Jéssica Barrocas, do Centerbox Supermercados, os produtos orgânicos são caracterizados por não receberem nenhum tipo de agrotóxico e/ou fertilizante químico que venha a contaminar o solo e os lençóis das águas durante sua produção. “Boa parte das pessoas já ouviu falar em alimentos orgânicos, porém poucas sabem diferenciar”, aponta.

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Atenção aos detalhes

Na hora de comprar produtos orgânicos, é importante observar se, no produto, consta o certificado de procedência na embalagem. Com o selo, a certificadora credenciada no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) assegura que o produto obedece às normas de produção orgânica. Entre os principais alimentos orgânicos produzidos no Brasil, Jéssica Barrocas destaca cana, soja, cacau, gengibre, guaraná, manga, morango, pêssego, tomate e uva.

Um aspecto não muda em relação a alimentos orgânicos e não orgânicos: a necessidade de serem submetidos à higienização, uma vez que os dois grupos podem contrair microrganismos prejudiciais à sua composição. Ainda de acordo com a nutricionista, um fator que dificulta o acesso aos produtos orgânicos em algumas localidades é o preço elevado, em comparação aos convencionais. “Os alimentos orgânicos geralmente não têm boa aparência, não são uniformes no tamanho e são pequenos, mas são saborosos, nutritivos e livres de agrotóxicos”, finaliza.

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Confira um dos lugares fortalezenses onde a produção de panetones tem presença garantida

07:00 | Dez. 13, 2017 Tipo

[FOTO1]Tradicional no período natalino, o panetone guarda histórias milenares e misteriosas. A mais conhecida é a de que ele surgiu nos arredores de Milão, na Itália, e foi criado por um jovem padeiro que teria desenvolvido a receita de pão doce para impressionar a filha do patrão, pela qual ele era apaixonado. No decorrer do tempo, as receitas ganharam diversos tamanhos, formas e sabores – as mais originais possuem fragrância de baunilha e recheio de frutas secas, a exemplo de damasco, laranja e uva passa, e se tornaram peças importantes da ceia de Natal. Os valores vão de R$ 5,99 a R$ 15,99.

 

Em Fortaleza, a rede CenterBox Supermercados, que conta hoje com cerca de dez lojas espalhadas por oito bairros de Fortaleza, traz em suas vitrines diversidade nos sabores de panetones: frutas cristalizadas, gotas de chocolate e sabor trufado. Para Carlos Braga, gerente da Indústria de Panificação do CenterBox Supermercados, há uma cultura de inovação dos sabores dos panetones no período natalino, que já é, inclusive, conhecida pela clientela do supermercado.

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"A necessidade de criarmos nosso próprio panetone surgiu há aproximadamente dez anos e, desde então, fazemos parte do Natal de muitas famílias cearenses. Importante ressaltar que, durante a sua fabricação, a massa do nosso panetone passa por um processo de fermentação natural que garante uma consistência macia, molhada e saborosa.”

Ainda segundo o profissional, para suprir as necessidades e atender à grande demanda da época, a fabricação própria de panetones está a todo vapor. “A produção dos panetones acontece o ano todo, pois ela faz parte do nosso mix da padaria, mas nos três últimos meses do ano [outubro, novembro e dezembro] passamos a fabricar 1.200 unidades diariamente, tudo para abastecer todas as nossas lojas”. Braga acrescenta que o sabor frutas cristalizadas representa mais de 50% das vendas da iguaria.

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