Veja as 10 cidades mais caras do mundo para se viver
Ranking foi elaborado pelo The Economist
A Cidade-Estado de Singapura, na Ásia, e a cidade de Zurique, na Suíça, foram classificadas como os destinos mais caros para se viver na atualidade.
O levantamento é do mais recente Índice Global de Custo de Vida da The Economist Intelligence Unit, centro de estudos de uma das mais tradicionais revistas de economia e mercado.
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Segundo os dados divulgados inicialmente pela The Economist, em novembro do ano passado, o custo de vida de uma cidade geralmente está associado à situação sociopolítica e econômica da região.
O cenário pode ser afetado por diversos fatores, como flutuações de câmbio, políticas tributárias, o cenário econômico, conflitos armados na região, dentre outros.
Veja o top 10 das cidades mais caras
1ª: Zurique, na Suíça
No caso da metrópole suíça, o custo de vida mais elevado do planeta é a força do franco suíço.
Segundo o The Economist, a moeda local se valorizou em 10% sobre o dólar no último ano, além de altos custos de alimentação, produtos para casa, como os de limpeza, e as atividades de lazer.
2ª: Cidade-Estado de Singapura
Singapura está há 10 anos no topo do ranking das cidades mais caras para morar.
O motivo é explicado pelos custos bem mais elevados, em comparação com a média mundial, nos setores de transporte e vestuário.
3ª: Genebra, na Suíça
Além da força da moeda local, o custo da cidade suíça é justificado pelos altos impostos.
4ª: Nova Iorque, nos Estados Unidos
A cidade aparece no ranking desde o início da pandemia da Covid-19.
Ela chegou a ocupar a liderança em 2022, junto com Singapura.
A Big Apple, apelido da cidade, em específico, o mercado imobiliário é um grande responsável pelo alto custo de vida.
A justificativa é a competição por espaço, gentrificação e um grande número de propriedades que se tornaram imóveis por temporada, diminuindo a oferta de residências para alugar ou vender e aumentando os preços.
5ª: Hong Kong, na China
Com um território espalhado por mais de 260 ilhas montanhosas, o terreno para construção de imóveis se torna escasso, o que torna o preço da moradia extremamente alto.
6ª: Los Angeles, nos EUA
O caso é o mesmo de Nova Iorque : a inflação nos EUA e as flutuações do dólar no mercado internacional.
7ª: Paris, na França
Apesar da alta de preços na capital francesa, um enfraquecimento no euro, moeda local, conseguiu manter a cidade no ranking do The Economist.
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8ª: Tel Aviv, em Israel
A The Economist aponta que os dados do estudo foram coletados antes da guerra entre Israel e Hamas.
Dessa forma, a apuração não reflete totalmente a situação atual da capital israelense.
Em 2022, a cidade era a 3ª mais cara do mundo, mas, nos meses seguintes, ela acabou se tornando mais econômica.
A revista afirma que o conflito já afetou o câmbio local e tornou mais complicado conseguir comprar alguns produtos.
9ª: Copenhague, na Dinamarca
Os altos impostos, marcados por uma taxa por volta de 25% em todas as mercadorias e serviços, justificam o alto custo na cidade.
Alguns produtos, como chocolate, tabaco e álcool são mais afetados por impostos extras.
10ª: São Francisco, nos EUA
O elevado gasto na cidade é marcado pelo preço dos bens de consumo e imóveis.
No entanto, a situação estava mais difícil um ano antes, quando a cidade ocupava a 8ª posição .
América Latina
O levantamento apontou que as cidades da América Latina estão se tornando progressivamente mais caras devido aos esforços de diversos países da região para "domar a inflação".
Em contrapartida, Buenos Aires, na Argentina, é uma das 10 cidades mais baratas para se viver.
No Brasil, Manaus se classifica como uma das cinco mais baratas para morar na América Latina.
Já a mais barata, segundo o ranking da The Economist, é Damasco, na Síria.