Veja as vendas que mais cresceram no Ceará em 2022, segundo o IBGE

O comércio varejista no Ceará cresceu 0,2% na passagem de outubro para novembro de 2022, segundo o IBGE

O volume de vendas do comércio varejista no Ceará cresceu 0,2% na passagem de outubro para novembro de 2022, O resultado coloca o Estado acima da média nacional no penúltimo mês do ano, já que no Brasil houve uma queda de 0,6% no comparativo com o mês anterior.

No balanço divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dentre os grupos que mais se destacaram no Ceará em vendas em novembro, estão os livros, jornais, revistas e papelaria, com crescimento de 61,8%, e os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, com aumento de 34%.

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O comércio varejista do Estado também registrou uma alta de 1,4% na comparação com novembro de 2021, e cresceu 2,9% no acumulado dos últimos 12 meses. Em 2022, no registro feito até o mês de novembro, o número de vendas chegou a crescer 4,5%.

Comércio varejista ampliado

Já no comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, o volume de vendas em novembro caiu 0,6% frente a outubro, igualando a média nacional. No comparativo com novembro de 2021, a queda foi de 5,8%.

No entanto, houve crescimento no setor se analisado o ano de 2022 até novembro e os últimos 12 meses. No primeiro recorte a alta foi de 0,8%, enquanto no segundo, 0,5%.

Veja os setores que mais tiveram crescimento nas vendas em 2022 (até novembro) no Ceará

  • Livros, jornais, revistas e papelaria: 24,9%
  • Tecidos, vestuário e calçados: 12,6%
  • Combustíveis e lubrificantes: 10,6%
  • Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação: 9%

Varejo nacional

O volume de vendas do varejo chegou a novembro de 2022 em patamar 2,6% acima do nível de fevereiro de 2020, no pré-pandemia. No varejo ampliado, que inclui as atividades de veículos e material de construção, as vendas operam 1,6% abaixo do pré-pandemia. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio e foram divulgados nesta quarta-feira, 11, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apenas os segmentos de artigos farmacêuticos, combustíveis e supermercados estão operando acima do patamar pré-crise sanitária.

O segmento de artigos farmacêuticos opera em patamar 22,4% acima do pré-crise sanitária; combustíveis e lubrificantes, 12% acima; e supermercados, 4% acima.

Os veículos estão 9,3% aquém do nível de fevereiro de 2020; material de construção, 0,6% aquém; móveis e eletrodomésticos, 11,7% abaixo; vestuário, 24,1% abaixo; equipamentos de informática e comunicação, 12,9% abaixo; outros artigos de uso pessoal e domésticos, 3% abaixo; e livros e papelaria, 37,6% abaixo.

Com Agência Estado

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