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Porto do Pecém tem fila de caminhões com greve de auditores-fiscais da Receita Federal

Mobilização do Sindifisco enfatiza a "inspeção mais criteriosa", o que gerou fila de caminhões na entrada do Complexo Industrial e Portuário do Pecém

O Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco) no Ceará realizou uma mobilização na entrada do Complexo do Pecém na manhã desta quarta-feira, 29. A movimentação gerou uma fila de caminhões e impactou as indústrias sediadas no complexo assim como atrasos na entrada de mercadorias no porto.

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Greve na Receita Federal aumenta custo para manter mercadorias nos pátios de portos e aeroportos

A "operação padrão" aprovada pelos auditores-fiscais da Receita Federal na semana passada, tem tornado a operação de processos da Receita nas aduanas em portos e aeroportos menos ágil.

Segundo o Sindifisco, essa fiscalização mais criteriosa não se aplica a medicamentos e materiais hospitalares, cargas vivas, perecíveis e outras consideradas prioritárias pela legislação.

Segundo o Sindifisco, essa fiscalização mais criteriosa não se aplica a medicamentos e materiais hospitalares, cargas vivas, perecíveis e outras consideradas prioritárias pela legislação.
Segundo o Sindifisco, essa fiscalização mais criteriosa não se aplica a medicamentos e materiais hospitalares, cargas vivas, perecíveis e outras consideradas prioritárias pela legislação. (Foto: Sindifisco / Divulgação)

E a previsão é piorar o cenário. Isso porque a categoria deve seguir os auditores da alfândega de Santos, que, ontem, decidiram que a análise, seleção e distribuição das declarações de importação, as chamadas DIs, serão feitas de modo mais criterioso, o que acarretará maior demora no fluxo do comércio exterior do Brasil.

A greve foi deflagrada na Receita Federal após o corte de 50% no orçamento do órgão para 2022. Os cortes atingem principalmente nos investimentos que seriam feitos na área de informatização e tecnologia. Os auditores também pressionam o governo a regulamentar o pagamento de um "bônus de eficiência" à categoria, acordado há pelo menos cinco anos com a categoria e ainda não cumprido.

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