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Transportes, vestuário e habitação elevam inflação de Fortaleza

Variação em novembro foi de 1,06%, mas, no ano, alta nos preços calculada pelo IBGE já chega a 10,03%
11:54 | Dez. 10, 2021
Autor Redação O POVO
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A inflação de Fortaleza, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acelerou em novembro, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta de 1,01% ficou acima da inflação no País (0,95%) e foi influenciada principalmente pela elevação no preço de transportes (4,42%), vestuário (1,2%) e habitação (1,01%).

No mês, dos nove grupos investigados pelo IBGE, apenas três tiveram recuo: saúde e cuidados pessoais (1,32%), educação (-0,04%) e comunicação (-0,68%).

No caso dos transportes, cuja influência foi maior no mês, as corridas por aplicativo tiveram mais influência no resultado, uma vez que a elevação foi de 10,63%, seguida pelo preço dos combustíveis (10,33%).

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Já no vestuário, as roupas infantis tiveram maior peso no resultado de novembro, chegando a 2,05%. E, no grupo habitação, o item definidor para a alta foi aluguel e taxas (1,52%).

Mas, em 2021, todos apontam aumento - exceto por comunicação -, segundo o IBGE. Confira:

  • Alimentação e bebidas: 8,31%
  • Habitação: 13,07%
  • Artigos de residência: 9,53%
  • Vestuário: 13,46%
  • Transportes: 19,85%
  • Saúde e cuidados pessoais: 3,39%
  • Despesas pessoais: 3,70%
  • Educação: 7,68%
  • Comunicação: -0,28%

Fortaleza entre as maiores inflações do País

Com o resultado de novembro, o IBGE aponta Fortaleza como a cidade cuja inflação é a 5ª maior do País e a 2ª do Nordeste, abaixo apenas de Campo Grande (1,47%), Salvador (1,42%), Goiânia (1,39%) e Curitiba (1,07%).

Já quando se observa 2021, a capital cearense emplaca novamente a 5ª colocação nacional, mas é alçada à 1ª posição no ranking de inflação mais alta do Nordeste. Veja o ranking do acumulado do ano para o IPCA:

  • Curitiba: 12,16%
  • Vitória: 10,69%
  • Campo Grande: 10,4%
  • Rio Branco: 10,13%
  • Porto Alegre: 10,07%
  • Fortaleza: 10,03%
  • Goiânia: 9,67%
  • Salvador: 9,64%
  • Recife: 9,27%
  • Brasil: 9,26%
  • Aracaju: 9,13%
  • São Luís: 8,89%
  • Brasília: 8,84%
  • São Paulo: 8,83%
  • Belo Horizonte: 8,77%
  • Rio de Janeiro: 7,82%
  • Belém: 7,08%

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