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Guedes diz apoiar 'totalmente' reforma administrativa e MP 1042

12:41 | Set. 15, 2021
Autor Agência Estado
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse apoiar "totalmente" a reforma administrativa e a MP 1042, que trata sobre cargos em comissão. Ele participou nesta quarta-feira do painel 'Sem tempo a perder: debate sobre a urgência de transformar o Brasil e o papel das instituições e do Estado', realizado durante o evento virtual 'Diálogos para um melhor Estado', do Movimento Pessoas à Frente, criado pela Fundação Lemann, Instituto Humanize e Republica.org.
No evento, o ministro afirmou também que prevalece o respeito às instituições e ao resultado eleitoral no Brasil.
"Acredito que, ao contrário da narrativa política - e que a mídia ecoa -, há respeito pelas instituições, ao resultado eleitoral. Não podemos descredenciar a democracia brasileira", comentou.
Ele continuou no assunto dizendo que não se pode falar para a direita no País que se deve desrespeitar o resultado das urnas no ano que vem, independentemente de quem vença as eleições. "É preciso deixar o governo eleito governar."

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Guedes: 1ª lição da pandemia foi liberdade para governos decidirem sobre recursos

ECONOMIA
11:19 | Set. 15, 2021
Autor Agência Estado
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira, 15, que o Brasil aprendeu duas grandes lições durante a pandemia de coronavírus. A primeira foi a liberdade para os governos decidirem para onde vão usar os recursos. A segunda, a importância de se diminuir a desigualdade no País.
"Estamos devendo isso para a população e temos como fazer isso", afirmou Guedes, durante o painel 'Sem tempo a perder: debate sobre a urgência de transformar o Brasil e o papel das instituições e do Estado', realizado durante o evento virtual 'Diálogos para um melhor Estado', do Movimento Pessoas à Frente, criado pela Fundação Lemann, Instituto Humanize e República.org,.
Sobre o Orçamento, Guedes salientou que o governo federal transferiu mais de R$ 150 bilhões durante a pandemia para Estado e municípios. "Nunca receberam tanto dinheiro", garantiu.
Para ele, um prefeito ou governador não deveria ser obrigado a gastar 96% do dinheiro carimbado e contar com o resto para a atividade política, trabalhar com 4% do orçamento. "Isso não é correto, isso é errado. Na margem, a decisão tem que ser feita a cada vez. Essa decisão é incontornável e foi grande decisão da pandemia, a do poder político decidir sobre orçamento."
Investimentos
O ministro da Economia disse também que a recuperação da economia doméstica já está em andamento e agora é preciso assegurar a continuidade dos investimentos. "Brasil já está com crescimento contratado, precisamos de persistência desse capital instalado", comentou.
Ele voltou a dizer que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil caiu menos do que outras grandes economias e ressaltou que há mais de R$ 540 bilhões já contratados em investimentos. Citou avanços feitos durante o governo de Jair Bolsonaro, como a aprovação da reforma da Previdência, da independência do Banco Central, da lei de falências, da estatais, do marco do gás, da cessão onerosa, além de venda de aeroportos e concessões rodovias, entre outros.
Guedes salientou que há 30 anos, há revezamento do poder no País e que a atual administração está trabalhando para a transformação do Estado. Ele disse que, apesar da iniciativa em tentar manter o equilíbrio fiscal, o Brasil "sempre se perdeu" no meio desse caminho e citou que o País no passado recente parou de crescer. "Teve estagnação crônica", pontuou.
Ao enfatizar que é preciso fazer planejamento, o ministro disse que nem tudo e soluciona com a criação de uma Pasta voltada apena para esse fim. "Foi com a formação desse ministério que o Brasil perdeu o rumo", afirmou. "Planejamento não significa que vai ter mais recursos", continuou.
Conversa entre Poderes
O ministro da Economia disse que os poderes brasileiros "precisam conversar", independentemente de afinidades."Nossos supremos poderes precisam conversar. Principalmente quando a decisão de um afeta o outro", afirmou, se referindo às decisões judiciais que determinam o pagamento de valores pelo Executivo. "Executivo está tentando fazer seu trabalho com respeito e União".
No evento do Movimento Pessoas à Frente, Guedes defendeu ainda um aumento "moderado" no Bolsa Família. "Ímpetos eleitorais aconteceram no passado e acabou em impeachment, não queremos que isso se repita", completou.
Carta de Bolsonaro
O ministro da Economia voltou a apostar as fichas na carta divulgada pelo presidente Jair Bolsonaro em que recuou de ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF). "Presidente mostrou em sua carta à nação que podemos ter arroubos, mas todos temos que jogar dentro das linhas", afirmou no evento que também contou com o presidente do STF, Luiz Fux, como participante.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) também faria parte do debate, mas alegou um compromisso e falou antes da entrada de Fux e Guedes. Em sua fala, Guedes disse ainda que o governo pode fazer "mais e melhor" com menos recursos.

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Fortaleza: servidores públicos protestam contra Reforma Administrativa

06:05 | Set. 15, 2021
Autor Maria Eduarda Pessoa
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Nesta terça-feira, 14, servidores públicos das três esferas (municipal, estadual e federal) se reuniram na Praça da Imprensa, rumo à Assembleia Legislativa do Ceará, em protesto contra a Reforma Administrativa e pelo “fora, Bolsonaro”.

O ato em Fortaleza foi articulado, conjuntamente, por centrais sindicais e entidades de defesa do serviço público. Na ocasião, vários manifestantes empunharam bandeiras do Brasil, numa tentativa de resgatar o símbolo que foi apropriado pelo presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores.

O ato de Fortaleza contou com a presença da presidente do Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), Profª. Rivânia Moura, e do presidente da Adufc (Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Estado do Ceará), Prof. Bruno Rocha. “Estamos aqui hoje contra essa reforma que acaba com os serviços públicos e que tenta tirar os direitos dos cidadãos brasileiros, cortar saúde, educação, assistência social, segurança em plena pandemia”, ressaltou Rocha.

Nesta terça-feira, o Dia Nacional de Mobilização Contra a PEC 32 também movimentou outras atividades em Brasília, com ações no aeroporto e em gabinetes de parlamentares, que devem durar até o fim da semana. Caravanas de representantes sindicais dos demais estados também foram enviadas à capital federal para reforçar a mobilização contra a aprovação da Reforma no Congresso Nacional.

O projeto, que muda regras para os funcionários públicos, deve ser apreciado em comissão especial já na próxima semana, conforme sinalizou o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). O texto que será analisado é um substitutivo que mantém sete emendas e altera parcialmente outras 20, das 45 apresentadas à proposta.

Desde o ano passado, a Adufc-Sindicato tem realizado uma campanha permanente contra a Reforma Administrativa, participando de atividades de enfrentamento à proposta e realizando campanhas de comunicação em parceria com outras entidades, como o Fórum Permanente em Defesa do Serviço Público – Ceará.

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Prioridade zero é Bolsa Família de R$ 300, diz ministro

Economia
20:43 | Set. 14, 2021
Autor Agência Brasil
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (14) que o governo tem como “prioridade zero” a efetivação do Bolsa Família com valor de R$ 300. De acordo com ele, os recursos do programa social serão bancados com recursos advindos do imposto de renda e estarão dentro do teto de gastos do governo federal.

“A agenda, prioridade zero, é Bolsa Família de R$ 300. O presidente [da República, Jair Bolsonaro] já disse que é R$ 300, dentro do teto e com responsabilidade fiscal”, disse o ministro no evento Macro Day, promovido pelo banco BTG Pactual, na capital paulista.

Em sua fala, Guedes criticou segmentos empresariais que são contrários à reforma tributária do imposto de renda. “Inadvertidamente, às vezes, o mundo empresarial vai a Brasília, e faz um lobby contra o imposto de renda. Ele, na verdade, está inviabilizando o Bolsa Família”, ressaltou.

“[Isso] vai produzir uma reação do governo que é a seguinte: então quer dizer que não tem fonte [de receita para Bolsa Família]? Não tem tu, vai tu mesmo. Então bota aí R$ 500 logo de uma vez e é auxílio emergencial. A pandemia está aí, a pobreza está muito grande, vamos embora”, acrescentou.

Essa solução, segundo Guedes, seria, no entanto, “um problema tremendo para todo mundo”. “Inclusive para quem vos fala no momento. Eu não estou lá para fazer bagunça. E vai virar bagunça se não houver uma solução tecnicamente correta”, disse. 

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Guedes: Há momentos de estresse, mas ambiente é de cooperação

ECONOMIA
20:22 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira, 14, que há um "jogo de disputa pelo poder" e que é preciso "focar em evitar o desrespeito", não só verbal.
O ministro disse que é preciso "respeito à verdade, não falsificar narrativas".
"Eu poderia ter ido para a narrativa de descrença na democracia, nunca fui para isso. Quero continuar com a mesma percepção, de que somos uma democracia, não podemos descredenciar o resultado das urnas", afirmou.
Durante evento do BTG Pactual, mediado pelo economista-chefe e ex-secretário do Tesouro Mansueto Almeida, Guedes pediu também "lucidez" aos economistas. O apelo vem num momento em que o mercado tem ajustado suas previsões para inflação maior e crescimento mais tímido da economia.
"Os economistas têm que ser serenos e ter lucidez que você tem tido", disse o ministro a Mansueto.
Guedes também defendeu medidas adotadas pelo governo, como a privatização da Eletrobras. Ele se referiu aos acordos que destinaram recursos a revitalização de bacias hidrográficas, por exemplo, como um "pacto de governabilidade". "Quando você faz um pacto de governabilidade, criticam privatização", disse.
Barulho político
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que, não fosse o que ele chama de "barulho político", o câmbio de equilíbrio no Brasil estaria hoje entre R$ 3,80 e R$ 4,20.
"Esse dólar já era para estar descendo, mas barulho político não deixa descer. Não tem problema dólar mais alto, mais tempo para exportações. O importante é continuar fazendo tudo certo", afirmou.
Guedes repetiu que o Brasil voltou a crescer "em V", mas admitiu que isso não significa que a taxa de crescimento continuará alta. "Esse é outro desafio", completou.
Para o ministro, o País perdeu muito tempo em relação à recuperação da economia primeiro porque não tinha base parlamentar e, segundo, por conta da pandemia do coronavírus. "O Brasil está em ritmo de crescimento interessante. O setor privado está investindo em todas as direções", afirmou.
Guedes voltou a dizer também que os atores políticos "cometem excessos", mas são limitados pelas instituições brasileiras. "Toda hora tem um no Brasil que pula da cerca para o lado selvagem, mas instituições convidam para voltar para o lado certo. São robustas", completou.

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Guedes: Poderiamos ter presidente do BID, às vezes somos passados para trás

ECONOMIA
20:22 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, elogiou a ida do ex-presidente do Banco Central Ilan Goldfajn para o cargo de diretor para o Departamento do Hemisfério Ocidental do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Ao comentar a escolha, Guedes disse lembrou a tentativa brasileira de emplacar um nome na presidência do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e disse que não pagou taxas devidas pelo Brasil ao organismo até hoje por conta do episódio em que o País foi "passado para trás".
No ano passado, o Brasil articulava com o governo do então presidente Donald Trump para indicar um brasileiro à presidência do banco, mas acabou sendo atropelado pela indicação de um norte-americano pelo cargo pelo governo dos EUA.
"Poderíamos ter presidente do BID, às vezes somos passados para trás. Também não paguei o BID até hoje, será o último a ser pago", disse, arrancando risadas da plateia em evento do BTG Pactual.

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