Termo de Uso Política de Privacidade Política de Cookies Conheça O POVO Trabalhe Conosco Fale com a gente Assine Ombudsman
Participamos do

Estoques de petróleo nos EUA caem 6,422 milhões de barris na semana, diz DoE

12:27 | Set. 15, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Jornal
Ver perfil do autor
Tipo Notícia
Os estoques de petróleo nos Estados Unidos tiveram queda de 6,422 milhões de barris, a 417,445 milhões de barris, na semana encerrada em 10 de setembro, segundo informou nesta quarta-feira, 15, o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) do país. O resultado foi de um recuo bem maior do que o previsto por analistas ouvidos pelo The Wall Street Journal, de 2,5 milhões de barris.
Os estoques de gasolina caíram em 1,857 milhão de barris, a 218,142 milhões de barris, enquanto a expectativa de analistas era de queda de 2,3 milhões de barris. Já os de destilados caíram 1,689 milhão de barris, a 131,897 milhões de barris, próximo à previsão de queda de 1,7 milhão.
A taxa de utilização da capacidade das refinarias subiu de 81,9% na semana anterior para 82,1% na mais recente, ante expectativa de 84,3%.
Os estoques de petróleo em Cushing caíram em 1,103 milhão de barris, a 35,316 milhões de barris, segundo o Doe.
Já a produção média diária dos EUA subiu de 10,0 milhões de barris na semana passada para 10,1 milhões de barris na mais recente, segundo o relatório. O setor enfrenta os efeitos da passagem do furacão Ida pela Costa do Golfo, cujos impactos seguem afetando a produção local. Fonte: .

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Doença “urina preta” pode estar relacionada a consumo de frutos do mar

Saúde
11:03 | Set. 15, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou uma nota na qual alerta sobre uma possível relação entre os casos de doença de Half, conhecida como “urina preta”, observados este ano no Brasil, e o consumo de peixes, mariscos e crustáceos sem o selo dos órgãos de inspeção oficiais.

De acordo com a pasta, todos os casos notificados e em investigação estão sendo acompanhados por epidemiologistas do Ministério da Saúde, em cooperação com os Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA) e o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).

A doença de Haff apresenta como sintomas rigidez muscular frequentemente associada ao aparecimento de urina escura, que resulta de insuficiência renal. Ela se constitui em um tipo de rabdomiólise, nome dado para designar uma síndrome que gera a destruição de fibras musculares esqueléticas e libera elementos de dentro das fibras - como eletrólitos, mioglobinas e proteínas - no sangue.

A nota do Mapa informa que os primeiros sinais e sintomas podem se manifestar nas 24 horas após o consumo de peixe cozido, lagostim e outros frutos do mar contaminados. “A enfermidade é considerada emergente e, por ter origem desconhecida, enquadra-se como evento de saúde pública (ESP), sendo considerada de notificação compulsória”, diz a nota.

Ainda segundo o ministério, os primeiros casos de doença de Half registrados no Brasil foram em 2008, com origem em espécies de água doce como o Pacu (Mylossoma spp), tambaqui (Colossoma macropomum) e pirapitinga (Piaractus brachypomus), bem como em peixes de água salgada, como a arabaiana/olho-de-boi (Seriola spp) e badejo (Mycteroperca spp).

Foram também registrados casos em 2016 e, agora, em 2021. Diante da situação, o Mapa está orientando a população a ficar atenta na hora de comprar pescados, de forma geral. “Peixes, mariscos e crustáceos comercializados devem conter o selo dos órgãos de inspeção oficiais”, alerta o ministério, ao informar que produtos identificados pelo carimbo de inspeção na rotulagem possibilitam a rastreabilidade de sua origem, o que os torna seguros.

A dificuldade para a identificação do material contaminado está no fato de que a toxina causadora não tem gosto nem cheiro específicos, o que torna mais complexa a sua percepção. Nos relatos registrados ao longo dos anos, pessoas acometidas da doença ingeriram diferentes tipos de peixe, como salmão, pacu-manteiga, pirapitinga, tambaqui, e de diversas famílias como Cambaridae e Parastacidae.

“Pesquisas sobre os possíveis agentes causadores estão sendo realizadas pelo LFDA e o IFSC, a partir das amostras coletadas dos alimentos consumidos, bem como de material biológico dos próprios pacientes acometidos. Por ter sido registrada em diversos biomas (rios, lagos, mares etc) e espécies, não é possível, até o momento, determinar, com base nos casos analisados, os ambientes e animais envolvidos”, informa a nota.

De acordo com o Mapa, foram feitas pesquisas de amostras na busca por “moléculas suspeitas”, especialmente de grupos onde é mais provável encontrar toxinas causadoras da doença de Haff. No caso, “moléculas análogas que podem ser produzidas por microalgas tóxicas”.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Peixes criados em cativeiro não provocam doença da "urina preta"; Ceará soma nove casos da doença

CEARÁ
17:59 | Set. 14, 2021
Autor Mirla Nobre
Foto do autor
Mirla Nobre Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

A Associação da Piscicultura Brasileira (Peixe BR) esclareceu, em nota, que peixes criados em cativeiros não provocam a Síndrome de Haff, conhecida como a doença da “urina preta”. No Ceará, nove casos suspeitos foram registrados e vêm sendo monitorados pela Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa). Amazonas, Bahia e Pará também possuem casos notificados da doença.

Entre as espécies criadas em cativeiro, a Peixe BR cita a tilápia e o tambaqui, ressaltando que, pelo fato de os animais serem criados profissionalmente em cativeiros, eles possuem segurança, e por isso não provocam a doença. A Síndrome de Haff é causada pela ingestão de uma toxina encontrada em algumas espécies de peixe e crustáceos contaminados, como o tambaqui, o badejo, a arabaiana, a lagosta e o camarão.

LEIA MAIS | Com 44 casos suspeitos e um óbito, Amazonas vive surto da doença da "urina preta"

 + Amazonas cria grupo para combater surto de doença da urina preta

De acordo com o pesquisador Roger Crescêncio, da Embrapa Amazônia Ocidental, não há nenhum registro de caso da doença que tenha como origem os peixes de cultivo. O cientista destaca que a contaminação ocorre em de origem desconhecida e que não foram criados em ambiente controlado. Em nota, a Peixe BR recomenda aos consumidores dar preferência a peixes de origem conhecida e que tenham sido criados em ambientes controlados.

Casos notificados no Ceará

Na última sexta-feira, 10, a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) informou que subiu de dois para nove os casos suspeitos registrados da doença da “urina preta” no Estado. No início do mês de agosto, a Sesa investigava dois casos suspeitos após notificação feita depois de pacientes serem internados em decorrência do consumo do peixe da espécie arabaiana.

A pasta informou, em nota, que as amostras dos peixes contaminados foram enviadas para a pesquisa de toxina e que aguarda confirmação laboratorial. Em 2021, até 21 de agosto, dos nove casos notificados, quatro foram homens e cinco mulheres, com a idade média de 51 anos.

LEIA MAIS | Urina preta: origem, causas e sintomas da doença causada por peixes

Em ligação ao O POVO nesta terça, 14, a Sesa informou que está elaborando uma Nota Técnica sobre a doença da “urina preta” com previsão para divulgação do documento até a próxima segunda-feira, 20 de setembro. A Secretaria ressaltou que os exames laboratoriais sobre os casos suspeitos da doença ainda não foram divulgados. 

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Leilão de pré-sal é lançado e está previsto para novembro

Economia
14:48 | Set. 14, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

A Pré-Sal Petróleo (PPSA), empresa vinculada ao Ministério de Minas e Energia, lançou nesta terça-feira, 14, o pré-edital do 3º Leilão de Petróleo da União, previsto para o dia 26 de novembro, na B3, em São Paulo.

Serão comercializados cerca de 55 milhões de barris de petróleo dos quatro contratos de partilha com excedentes de petróleo da União, que são os campos de Búzios, Sapinhoá e Tupi e a Área de Desenvolvimento de Mero. No total, o Brasil tem 17 contratos em vigor no regime de partilha.

As cargas estarão disponíveis para embarque entre 2022 e 2026. Manifestações em relação ao pré-edital devem ser encaminhadas até o próximo dia 28 para o e-mail [email protected] A versão final do edital será divulgada no dia 26 de outubro.

O diretor de Administração, Finanças e Comercialização da PPSA, Samir Awad, disse que os mercados de petróleo e de câmbio são muito complicados para se dar uma visão de longo prazo. Mesmo  assim, estimou que, em números de hoje, o leilão renderia à União algo acima de R$ 10 bilhões para os próximos três anos. “É uma estimativa, realmente, que amanhã vou dar uma outra. Depende muito, também, do sucesso do leilão. Se acabar com contratos de mais curto prazo, eventualmente, o número vai ser menor””, disse Awad.

O diretor explicou que a quantidade de barris de petróleo prevista para oferta no leilão vai depender de quanto será a participação do Governo Federal depois da recuperação dos custos nos contratos de partilha. “A esse número irá se somar a incerteza do próprio preço do petróleo e do valor do câmbio, quando a gente for monetizar cada carga”, disse.

Lotes

As cargas serão leiloadas em quatro lotes, sendo um para cada campo produtor, com contratos de 24, 36 ou 60 meses, dependendo do lote. A maior carga a ser comercializada é da Área de Desenvolvimento de Mero. O comprador poderá adquirir um lote de 43,4 milhões de barris em 36 meses, ou de 19,8 milhões, em 24 meses. Já os lotes do excedente da Cessão Onerosa de Búzios e dos campos de Tupi e Sapinhoá serão oferecidos em 60 e 36 meses. Como os volumes são estimativas da futura parcela de petróleo da União nesses campos, incluindo as incertezas inerentes ao processo, o comprador ao arrematar um lote terá disponível toda a carga nomeada no período, mesmo que ela seja maior ou menor que o volume estipulado no edital, informou a PPSA.

O leilão será presencial e poderá ser realizado em até três etapas. Na primeira, serão oferecidos lotes de maior prazo para cada campo, sendo vencedor quem oferecer o maior ágio sobre o Preço de Referência (PR) fixado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) para o respectivo petróleo. Caso algum lote não seja arrematado, será realizada uma nova etapa, com a reabertura do referido lote para contrato de menor prazo. Da mesma forma, vencerá quem ofertar o maior ágio sobre o PR. Se ainda assim não houver interessados, terá início a fase da repescagem. Nessa etapa, o lote será reapresentado pelo menor prazo e o vencedor será aquele que oferecer a menor oferta de deságio em relação ao PR, que a Pré-Sal Petróleo poderá aceitar ou não.

Vendas spot

Samir Awad informou que a mesma estratégia já tinha sido adotada no segundo leilão de petróleo, em 2018, quando houve contratos com prazos diferentes. “Na primeira fase, tanto para maior como menor prazo, a gente espera algum ágio em relação ao Preço de Referência da ANP. Mas se, por acaso, isso não acontecer, teremos a derradeira etapa, onde será ofertado o menor deságio e onde nós temos uma condição que a PPSA poderá não aceitar a melhor oferta, a depender do tamanho do deságio”, disse.

O diretor de Administração, Finanças e Comercialização da PPSA disse que caso a empresa não aceite a oferta de melhor deságio, terá de pensar “em um plano B, como já fizemos no passado”.

Vendas spot são uma alternativa “para termos alguma musculatura para contemporizar uma oferta muito deprimida”. O mecanismo já foi adotado anteriormente pela PPSA. Esse tipo de venda se refere a negócios com pagamentos à vista e pronta entrega de mercadorias.

Samir Awad admitiu que pensar em vender sempre spot não é um cenário muito atraente, embora constitua uma opção que pode ser exercida no primeiro ano, “principalmente em 2022, quando a produção ainda não será tão crescente, mas em 2023 o cenário já começa a ficar mais difícil para a gente manter essa alternativa de vendas spot para todos os contratos”. 

O diretor assegurou que não acredita nesse cenário. “Acho que a gente consegue ter uma colocação de contratos de longo prazo que visa garantir maior previsibilidade de entrada de recursos para a União”.

Participantes

Poderão participar do leilão, de forma individual, empresas brasileiras produtoras e exportadoras de petróleo e membros de consórcio de contratos de exploração e produção de petróleo e gás natural no pré-sal ou empresas brasileiras de refino. Empresas de logística, nacionais ou estrangeiras, só poderão participar em consórcio formado com empresas petroleiras ou de refino, cuja liderança seja exercida por empresa brasileira.

As datas de homologação do resultado do leilão e de assinatura dos contratos serão definidas pela diretoria da PPSA. O pré-edital do leilão pode ser acessado no site da Pré-Sal Petróleo.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

EUA apoiam proposta para encerrar financiamento à exportação de energia a carvão

ECONOMIA
14:04 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira que o país apoiará uma proposta no âmbito da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com o objetivo de encerrar o apoio ao financiamento oficial à exportação de energia a carvão. O governo norte-americano vai defender a medida em uma reunião da entidade na quarta-feira, 15.
União Europeia, Canadá, Coreia do Sul, Noruega, Suíça e Reino Unido também patrocinam a medida, chamada de Acordo sobre Créditos de Exportação. "Em conjunto com o fim do uso de recursos públicos para energia a carvão, o governo dos EUA está examinando maneiras na OCDE de apoiar ainda mais as exportações globais relacionadas à energia renovável e à mitigação das mudanças climáticas", diz um comunicado do órgão.
Segundo a nota, a adesão a essa proposta na OCDE faz parte das novas diretrizes ambientais contidas em decretos assinados pelo presidente norte-americano, Joe Biden, cujo governo tem focado no combate à mudança climática.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Furacão Ida e outros fatores prejudicam oferta global de petróleo, diz AIE

ECONOMIA
07:28 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

O impacto do furacão Ida nos EUA e outro cortes de fornecimento de petróleo irão reduzir significativamente a produção global da commodity este ano, segundo avaliação da Agência Internacional de Energia (AIE). Em relatório mensal publicado nesta terça-feira, a AIE reduziu sua previsão para a alta na oferta mundial fora da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) em 2021 em 150 mil barris por dia (bps), a 450 mil (bpd), e ao mesmo tempo cortou sua projeção de avanço na demanda global em 100 mil bpd, a 5,2 milhões de bpd, citando os efeitos da variante delta do coronavírus.

"Apenas no começo de 2022 a oferta será alta o suficiente para garantir que os estoques de petróleo se recomponham", disse a entidade, que tem sede em Paris.

  • copo
  • prato 
  • talher

O furacão Ida, incêndios em instalações petrolíferas no México e na Rússia e problemas operacionais na Nigéria e na Líbia tiraram 600 mil bpd de circulação em agosto, disse a AIE, apontando que esses cortes levaram ao primeiro declínio na oferta global de petróleo em cinco meses.

Para 2022, a AIE elevou sua previsão de acréscimo no fornecimento fora da Opep em 100 mil bpd, a 1,8 milhão de bpd. No caso da demanda para o próximo ano, a projeção de incremento foi mantida em 3,2 milhões de bpd.

Ainda no relatório, a AIE estima que o cumprimento do acordo de restrição da oferta pela Opep+ - grupo formado pela Opep e dez países, incluindo Rússia - ficou em 116% em agosto. No mês passado, a produção da Opep+ teve queda de 110 mil bpd, estima a agência.

A AIE também informou que os estoques de petróleo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sofreram redução de 34,4 milhões de barris em julho, a 2,85 bilhões. O volume ficou 120 milhões de barris abaixo da média do período pré-pandemia de 2015 a 2019. Fonte: .

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags