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Setor de serviços do Ceará cresce 8% no ano, mas recua em 12 meses

Resultados positivos ainda foram observados na passagem dos meses de junho para junho, com alta de 1%, ficando entre as 16 unidades da federação que cresceram, e também na comparação com igual período do ano passado (22,9%)
09:23 | Set. 14, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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Beatriz Cavalcante Articulista quinzenal do O POVO
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O setor de serviços do Ceará cresceu 8% neste ano, considerando de janeiro a julho, conforme dados da Pesquisa Mensal de Serviços, com ajuste sazonal, divulgada nesta terça-feira, 14, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Resultados positivos ainda foram observados na passagem dos meses de junho para julho, com alta de 1%, ficando entre as 16 unidades da federação que cresceram e na sexta taxa positiva seguida, e também na comparação com igual período do ano passado (22,9%), quarta taxa positiva consecutiva e segunda maior da série histórica, superada apenas por maio de 2021 (25,5%).

No comparativo com julho de 2020, o resultado do setor foi puxado por quatro das cinco atividades, em especial, pelos serviços prestados às famílias (92,7%). A segunda maior alta veio do setor de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correios (48,5%). Também tiveram alta os outros serviços (30,0%) e os serviços de informação e comunicação (5,1%).

Nesta comparação, Ceará foi o oitavo que mais cresceu dentre as 27 unidades pesquisadas. O maior salto foi Alagoas, com 40,7%.

Porém, o volume de serviços prestados no Estado ainda apresenta variação 1,3% negativa considerando os últimos 12 meses (julho de 2020 a julho de 2021). Porém, mantém trajetória ascendente comparando com a queda de 5,2% em junho no acumulado de 12 meses e iniciada desde março deste ano.

Em relação à receita nominal de serviços no Ceará, houve estabilidade de 0,3% na passagem de junho para julho. Ante igual período do ano passado a alta foi de 26%, enquanto no ano registrou 9,7% e também apresentou resultado estável nos últimos 12 meses encerrados em julho (0,2%).

Brasil

O volume de serviços prestados no Brasil subiu 1,1% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal. O resultado do indicador de junho ante maio foi revisto de uma alta de 1,7% para 1,8%.

O resultado de julho veio igual à mediana das estimativas dos analistas, que previam uma alta de 0,5% a 2,5%.

Na comparação com julho do ano anterior, houve elevação de 17,8% em julho de 2021, já descontado o efeito da inflação. Nessa comparação, as previsões eram de uma elevação de 16,1% a 20,2%, com mediana positiva de 18,0%.

A taxa acumulada no ano de 2021 foi de elevação de 10,7%. Em 12 meses, os serviços acumulam alta de 2,9%.

A receita bruta nominal do setor de serviços subiu 1,5% em julho ante junho. Na comparação com julho de 2020, houve avanço de 21,5% na receita nominal. (Com Agência Estado)

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Duas das 5 atividades de serviços registraram alta em julho ante junho, diz IBGE

ECONOMIA
10:23 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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Duas das cinco atividades de serviços registraram avanços na passagem de junho para julho, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na média global, o volume de serviços prestados subiu 1,1% em julho ante junho.
As expansões ocorreram nos serviços prestados às famílias (3,8%, acumulando um ganho de 38,4% entre abril e julho), e serviços profissionais, administrativos e complementares (0,6%, com crescimento acumulado de 4,3% nos últimos três meses).
Na direção oposta, houve perdas nos serviços de informação e comunicação (-0,4%), transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-0,2%) e outros serviços (-0,5%).
Comparação interanual
Segundo o IBGE, todas as cinco atividades de serviços registraram avanços em julho de 2021 em relação a julho de 2020. Na média, o volume do setor de serviços teve uma alta de 17,8% nesta base de comparação.
Os serviços prestados às famílias cresceram 76,3% em julho de 2021 ante igual mês de 2020. Os transportes subiram 21,0%, serviços profissionais e administrativos aumentaram 14,1%, o segmento de outros serviços avançou 10,8%, enquanto informação e comunicação teve expansão de 11,3%.
Difusão
O índice de difusão - que mostra o porcentual de serviços com crescimento em relação ao mesmo mês do ano anterior - passou de 83,1% em junho para 75,9% em julho.

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ITE-Facamp cai 1,9% em julho, após ceder 0,4% em junho

ECONOMIA
10:09 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O Índice de Tendência Econômica da Facamp (ITE-Facamp) de julho caiu 1,9% em relação a junho, na série com ajuste sazonal. É a segunda contração seguida do indicador, que havia recuado 0,4% na margem no mês anterior.
Como resultado, a média móvel trimestral do ITE-Facamp cedeu de alta de 1,0% em junho para estabilidade (0,0%) em julho, interrompendo uma trajetória de crescimento observada desde abril.
Na comparação com igual mês de 2020, o índice avançou 9,3%, na série sem ajuste. O ITE-Facamp acumula expansão de 10,2% nos 12 meses encerrados em julho, de 9,2% no período até junho.
"A segunda queda marginal consecutiva do ITE reforça a interpretação de que a economia brasileira enfrenta dificuldades para voltar a crescer num cenário de inflação maior, mercado de trabalho debilitado, crise energética e crise política", escrevem os pesquisadores do Núcleo de Estudos de Conjuntura (NEC) da Facamp, em nota de divulgação do indicador.
Segundo o NEC-Facamp, o ITE-Facamp registra em 2021 taxa média mensal de queda de 0,2%, contra uma média de crescimento mensal de 3,5% de maio a dezembro de 2020. Com a inflação e o desemprego elevados, o avanço da vacinação e a demanda externa podem ser insuficientes para garantir um bom desempenho da atividade no segundo semestre e em 2022, alertam os pesquisadores.
"Não podemos esquecer que para a economia voltar a crescer não basta apenas relaxar totalmente as medidas de isolamento social. A oferta de serviços pode se normalizar, mas, se o consumidor não tiver renda e segurança para voltar a gastar, o consumo das famílias, que totaliza perto de 60% do PIB, não vai aquecer. Ademais, a alta dos juros, o baixo volume de investimentos públicos e a incerteza trazida pela crise energética e pela crise política não nos deixam muito confiantes em relação ao desempenho do investimento privado", observa o professor do NEC-Facamp Rodrigo Sabatini.
O indicador
Segundo os pesquisadores do NEC-Facamp, o ITE possui um coeficiente de correlação (r) de 0,85 com o IBC-BR do Banco Central, principal proxy mensal do PIB brasileiro, e uma antecedência de poucos dias comparativamente a este índice.
A correlação do ITE-Facamp com o PIB trimestral é de 0,79.
O ITE-Facamp mensal tem divulgação pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) sempre entre os dias 10 e 15 de cada mês.

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Serviços crescem 1,1% e atingem maior patamar em cinco anos

Economia
10:08 | Set. 14, 2021
Autor Agência Brasil
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O volume de serviços no país teve alta de 1,1% em julho deste ano, na comparação com o mês anterior. Essa foi a quarta taxa de crescimento consecutiva do indicador, que acumula ganhos de 5,8% nos últimos quatro meses. Com o resultado, o setor atingiu o maior patamar desde março de 2016.

O dado, da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), foi divulgado hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os serviços também tiveram altas de 17,8% na comparação com julho do ano passado, de 10,7% no acumulado do ano e de 2,9% no acumulado de 12 meses.

Atividades

Na passagem de junho para julho deste ano, duas das cinco atividades pesquisadas pelo IBGE tiveram alta: serviços prestados às famílias (3,8%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (0,6%).

“Essas duas atividades são justamente aquelas que mais perderam nos meses mais agudos da pandemia. São as atividades com serviços de caráter presencial que vêm, paulatinamente, com a flexibilização e o avanço da vacinação, tentando recuperar a perda ocasionada entre março e maio do ano passado”, disse o pesquisador do IBGE Rodrigo Lobo.

Nos serviços prestados às famílias, o avanço foi puxado pelo desempenho dos segmentos de hotéis, restaurantes, serviços de buffet e parques temáticos, que costumam crescer em julho devido às férias escolares.

Por outro lado, três atividades tiveram queda em seu volume: serviços de informação e comunicação (-0,4%), transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-0,2%) e os outros serviços (-0,5%).

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Taxistas fazem protesto por regularização dos serviços intermunicipais

09:07 | Set. 14, 2021
Autor Levi Aguiar
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Taxistas do Ceará realizam manifestação no início desta manhã, 14, solicitando a regularização dos serviços intermunicipais. O ato acontece no entorno do Palácio da Abolição, em Fortaleza. Os manifestantes estacionaram carros entre as ruas Silva Paulet e Tenente Benévolo. Segundo informações obtidas pelo O POVO, há motoristas de 45 cidades do Ceará no local, incluindo Tejuçuoca, Brejo Santo, Itapipoca, Cascavel, Canindé e Sobral.

Manifestação de taxistas
Manifestação de taxistas (Foto: Monica Damasceno/O POVO)

Os manifestantes reclamam a votação do Projeto de Lei que permite a prestação de serviços de transporte de passageiros de uma cidade a outra. "A promessa era que a lei seria votada no segundo semestre deste ano, e até agora nada. Pedimos ao governador Camilo Santana (PT) que cumpra o que prometeu", relata Fátima Leite, presidente da cooperativa de taxistaS do Eusébio.

Fátima informa que em relação ao transporte intermunicipais, os motoristas de táxi podem levar seus passageiros para outros municípios, mas não podem voltar com eles. A motorista reclama das pressões dos órgãos de fiscalizações de trânsito.

Os manifestantes chegaram ao local às 3 horas da manhã. Segundo informações apuradas, cinco representes dos motoristas entraram no palácio para iniciar as negociações. Eles levaram três reivindicações: a primeira a respeito da lei que regulamenta os transportes intermunicipais; a segunda referente as multas por causa dos transportes intermunicipais e a terceira é o julgamento das multas que já existem.

"Eles dizem que nós estamos fazendo o transporte clandestino, na realidade a gente está trabalhando com passageiros que trazemos do interior para hospitais em Fortaleza. Eles dizem que a gente tem o direito de trazer, mas não de retornar", finaliza Fátima.

*Mais informações em instantes

 *Com informações da Mônica Damasceno e Gabriel Borges

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No Ceará, 11,8% dos estudantes já deixaram de ir à escola por causa da violência

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09:06 | Set. 11, 2021
Autor Lucas Barbosa
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No Ceará, 11,8% dos estudantes entre 13 e 17 anos relataram já ter deixado de ir à escola por não se sentirem seguros no trajeto da casa para a escola ou da escola para a casa. Esse é um dos resultados observados na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2019, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), publicada nesta sexta-feira, 10. O número é maior em Fortaleza, onde 14% relataram o não comparecimento em um período de 30 dias antes da realização da pesquisa.

Os números cearenses estão um pouco acima da média observada no restante do País. Ao todo, em 2019, 11,6% dos estudantes deixaram de ir à escola por motivos de segurança. Foi no Rio de Janeiro o maior percentual observado na pesquisa de estudantes que faltaram ao menos um dia por questões de segurança: 17,6% afirmaram isso.

O IBGE ainda mostrou que esse percentual na rede pública representava o dobro do registrado na rede privada: 12,5% contra 6,1%. No Ceará, 12,5% dos estudantes de escolas públicas deixaram de ir à escola, enquanto esse número era de 7,6% na privada.

LEIA TAMBÉM | Ceará apresenta maior taxa de ausência escolar por motivo de saúde no Brasil

Além disso, 6,3% dos estudantes cearense relataram que já tiveram aulas suspensas ou interrompidas por motivo de segurança nos 12 meses anteriores à pesquisa. No Brasil, a média é de 8%.

Outras relações entre violências e ilegalismos foram registrados na PeNSE. No Ceará, 2,5% dos escolares relataram já ter se envolvido em briga com arma de fogo. Com armas brancas, esse número era de 3,7%. Em todo o País, 2,9% dos escolares já se envolveram em briga com arma de fogo e 4,8% haviam brigado com arma branca.

Com relação ao consumo de drogas ilícitas, 13% dos estudantes brasileiros disseram já ter usado em algum momento da vida, sendo que 4,3% disseram ter o feito com menos de 14 anos. Entre as drogas mencionadas, 5,3% relataram consumo recente de maconha e 0,6%, de crack. No Ceará, 10% dos estudantes confirmaram o uso de drogas ilícitas e o número sobre para 15,4% em Fortaleza. Maconha foi relatada por 3,9% dos estudantes cearenses, enquanto o crack, 0,4%.

Com relação a drogas lícitas, 53,8% dos estudantes cearenses já experimentaram bebida alcoólica, enquanto 17,6% disseram ter fumado cigarro. No País, esses números são, respectivamente, 63,3% e 22,6%.

A PeNSE entrevistou estudantes do 7º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio, universo que, conforme o IBGE, abrange 11,8 milhões de estudantes de 13 a 17 anos, dos quais 7,7 milhões tinham de 13 a 15 anos e 4,2 milhões, de 16 ou 17 anos.

A pesquisa traz ainda uma série de outros pontos sobre o comportamento dos estudantes brasileiros. São questões como estrutura escolar, intercursos sexuais, bullying, preocupações com o corpo, percepções sobre saúde mental, nutrição, higiene e prática de atividades físicas.

O estudo pode ser visto na íntegra clicando aqui.

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