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Preço médio do etanol sobe em 14 Estados e no DF, cai em 11 e fica estável no AP

12:52 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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Os preços médios do etanol hidratado subiram em 14 Estados e no Distrito Federal na semana entre 5 e 11 de setembro, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Em outros 11 Estados os preços recuaram e, no Amapá, ficaram estáveis.
Nos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol subiu 0,91% na semana ante a anterior, de R$ 4,611 para R$ 4,653 o litro.
Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média do hidratado ficou em R$ 4,434 o litro, queda de 15,27% ante a semana anterior.
O preço mínimo registrado nesta semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,899 o litro, em São Paulo, e o menor preço médio estadual, de R$ 4,434, foi registrado também em São Paulo.
O preço máximo, de R$ 6,999 o litro, foi verificado em um posto do Rio Grande do Sul. O maior preço médio estadual também foi o do Rio Grande do Sul, de R$ 6,036.
Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no País subiu 7,24%. O Estado com maior alta no período foi Mato Grosso, onde o litro subiu 12,98% no mês.
Na apuração semanal, a maior alta de preço foi observada em Sergipe, com avanço de 25,97%, para R$ 5,530 o litro.

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Nem toda mudança de preço de combustível tem relação com Petrobras, diz presidente da estatal

ECONOMIA
12:18 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, disse nesta terça-feira, 14, que nem todas as alterações de preços de combustíveis têm relação direta com atuações da estatal. "Quando há flutuação dos preços, não quer dizer que a Petrobras teve alguma atuação sobre o preço", afirmou, durante um debate sobre a situação da operação das usinas térmicas, o preço dos combustíveis e outros assuntos relacionados à empresa no plenário da Câmara dos Deputados.

 

Segundo ele, a parte que corresponde à estatal é de aproximadamente R$ 2, considerando um preço de R$ 6. "O que impacta é o ICMS e outros impostos federais, como PIS e Cofins", comentou.

No governo Michel Temer, a Petrobras alterou a sua política de preços de combustíveis para seguir a paridade com o mercado internacional. Ou seja, os preços de venda dos combustíveis praticados pela estatal passaram a seguir o valor do petróleo no mercado internacional e a variação cambial. Dessa forma, uma cotação mais elevada da commodity e uma desvalorização do real têm potencial para contribuir com uma alta de preços no Brasil.

A formação do preço dos combustíveis é composta pelo preço cobrado pela Petrobras nas refinarias (a maior margem), mais tributos federais (PIS/Pasep, Cofins e Cide) e estadual (ICMS), além do custo de distribuição e revenda. Há ainda o custo do etanol anidro na gasolina, e o diesel tem a incidência do biodiesel.

Bolsonaro já reclamou publicamente da alta dos preços e tirou Roberto Castelo Branco do comando da estatal no início deste ano. Ele foi substituído por Silva e Luna.

Em algumas cidades do País, o preço do litro da gasolina já passa dos R$ 7 - e se transformou num dos vilões da inflação deste ano, responsável por afetar duramente o orçamento das famílias brasileiras.

Os preços cobrados nas bombas viraram motivo de embate entre o presidente e os governadores. Bolsonaro tem cobrado publicamente que os estados reduzam o ICMS, imposto estadual, para que, dessa forma, os preços da gasolina e do diesel recuem.

Na noite de segunda-feira, 13, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), criticou a gestão da Petrobras, causando forte reação nos papéis da petroleira em Nova York. A mensagem foi publicada no Twitter após a Casa confirmar que o presidente da estatal participaria do debate. "Tudo caro: gasolina, diesel, gás de cozinha. O que a Petrobras tem a ver com isso? Amanhã [hoje], a partir das 9h, o plenário vira Comissão Geral para questionar o peso dos preços da empresa no bolso de todos nós. A Petrobras deve ser lembrada: os brasileiros são seus acionistas", escreveu o presidente da Câmara.

Após as declarações do presidente da Câmara, o ADR da Petrobras em Nova York mergulhou mais de 2% na sessão estendida. Depois de certa oscilação, o papel encerrou o pregão extra da segunda-feira em US$ 10,19, baixa de 1,16%.

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Petrobras pagou tributos e dividendos, a melhor maneira de contribuir para o Brasil, diz presidente da empresa sobre combustíveis

ECONOMIA
12:09 | Set. 14, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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O presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, afirmou que a estatal é uma empresa forte e atenta às demandas e necessidade da sociedade brasileira. Segundo ele, a melhor forma de a estatal contribuir ao Brasil é pagando tributos e dividendos. "Combustível mais caro do mundo é aquele que não existe, então por isso nosso esforço para que não falte combustível, por isso a Petrobras importa, adquire", frisou.

Joaquim frisa que o sistema de governança corporativa da empresa garante transparência e a melhoria dos investimentos.

Luna participa neste momento de comissão geral no Plenário da Câmara dos Deputados para debater a situação da operação das termelétricas, o preço dos combustíveis e outros assuntos relacionados à empresa.

Assista ao debate ao vivo

“A Petrobras Pagou R$ 533 bilhões de tributos e R$ 20 bilhões de dividendos, o que caracteriza a melhor maneira que a Petrobras contribui para o Brasil. Faz investimentos selecionados e tem uma forte governança para evitar qualquer desvio. A empresa soma com foco naquilo que ela faz de melhor. Só uma empresa forte pode fazer isso”, afirmou.

Silva e Luna destacou que, em relação ao preço da gasolina, uma parte desse valor é para cobrir os custos de produção, investimentos e juros da dívida, e outra parte corresponde ao pagamento de impostos.

“Qualquer termo dessa equação que é modificada, gera uma volatilidade no preço dos combustíveis”, disse. Já em relação ao preço do gás de cozinha, Joaquim Silva e Luna explicou que sobre eles só incide impostos estaduais, pois os impostos federais foram zerados.

“Temos uma rigorosa governança: não tem espaço para aventura na empresa. A Petrobras triplicou a entrega de gás para operação das termoelétricas nos últimos 12 meses e contribui para este momento de crise energética”, afirmou. (Com Agência Câmara de Notícias)

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AO VIVO: Petrobras esclarece na Câmara sobre combustíveis caros e uso de térmicas a carvão

ECONOMIA
11:58 | Set. 14, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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O presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, esclarece na Câmara dos Deputados, nesta terça-feira, 14, o alto preço dos combustíveis e o uso maior de térmicas a carvão.

Ontem, segunda-feira, 13, Arthur Lira (PP-AL), presidente da Casa publicou: "Tudo caro: gasolina, diesel, gás de cozinha. O que a Petrobras tem a ver com isso? Amanhã, a partir das 9h, o plenário vira Comissão Geral para questionar o peso dos preços da empresa no bolso de todos nós. A Petrobras deve ser lembrada: os brasileiros são seus acionistas".

Veja debate ao vivo:

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Campos Neto: Petrobras repassa preços mais rápido do que ocorre em outros países

ECONOMIA
11:53 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta terça-feira, 14, que o efeito da alta de commodities no Brasil em meio à recuperação global do choque da pandemia de covid-19 foi maior e mais rápido no Brasil e que agora se dissemina por outros países pares. "A Petrobras repassa preços muito mais rápido do que ocorre em outros países."
Campos Neto também destacou que a inflação brasileira também foi muito influenciada por fatores climáticos, para além da crise hídrica. "Tivemos onda de calor, depois geadas, depois problemas de chuva."
O presidente do BC também indicou que a avaliação é que a inflação mais prolongada no mundo, com normalização mais lenta.
Campos Neto participou nesta terça do evento MacroDay 2021, do BTG Pactual, que ocorre de forma presencial, seguindo, segundo a instituição, os protocolos sanitários.

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Petrobras quer vender diesel verde mais barato que biodiesel

ECONOMIA
22:12 | Set. 13, 2021
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A Petrobras acredita que conseguirá vender o seu óleo diesel do tipo HVO a preço mais competitivo do que o biodiesel adicionado, atualmente, ao diesel fóssil para ser comercializado nos postos revendedores. O HVO é a versão 'verde' do diesel da Petrobras, produzido a partir de óleos vegetais.
"Por ser um processo (de produção do HVO) mais complexo, há uma vantagem competitiva na matéria-prima, principalmente, se considerada a captura de carbono, maior do que a do biodiesel, em todo ciclo", afirmou o Sandro Barreto, gerente geral de Marketing da estatal, durante evento virtual promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O argumento é que, por conta da tecnologia adotada, a Petrobras pode escolher uma diversidade maior de matéria-prima, inclusive as mais baratas. A empresa testou a produção do HVO na sua refinaria do Paraná (Repar). Num primeiro momento, começou a gerar um combustível 95% e 5% 'verde', mas essa proporção pode ser ampliada, segundo Barreto.
A empresa tem reivindicado abertura regulatória para disputar mercado com os produtores de biodiesel, do agronegócio, que, no entanto, não reconhecem no HVO equivalência ao seu combustível.

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