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Mercado já prevê crescimento do PIB abaixo de 1% em 2022

21:38 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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A piora do quadro econômico, com aumento da inflação e um risco político elevado, tem feito economistas de instituições financeiras reduzirem as projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano e o ano que vem.
Após o resultado abaixo do esperado do PIB do segundo trimestre, o Itaú Unibanco reduziu nesta terça-feira sua expectativa de crescimento da atividade em 2021, de 5,7% para 5,3%. Diante do cenário de juros mais elevado, o banco também diminuiu a projeção para 2022, de 1,5% para 0,5%.
O Itaú avalia que o risco fiscal tem aumentado com a perspectiva de aumento de gastos públicos e, se o materializado, traria efeitos negativos para a economia. O banco observa que o crescimento inesperado dos gastos com precatórios dificulta os planos de conciliar um aumento do Bolsa Família e a manutenção da âncora fiscal no País.
Em relatório publicado nesta terça, o Itaú Unibanco também elevou suas projeções da taxa Selic -- a taxa de juros básica do País -- no fim de 2021, de 7,5% para 8,25%, e de 2022, de 7,5% para 9,0%, devido ao cenário de inflação mais pressionado. O banco também elevou sua projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano, de 7,70% para 8,40%, e do próximo, de 3,90% para 4,20%. O indicador mede a inflação oficial do País.
"A situação hídrica gera pressão adicional sobre a inflação corrente, via aumento das contas de luz, e também sobre a dinâmica de preços do ano que vem, através da inércia resultante de um IPCA mais elevado e do risco de novas medidas que visem à redução do consumo de eletricidade. Adicionalmente, as dúvidas sobre a trajetória das contas públicas, em especial no que diz respeito ao cumprimento do teto de gastos em 2022, resultam em pressão mais duradoura sobre a taxa de câmbio, que deve apreciar um pouco menos do que esperávamos anteriormente", escreve o economista-chefe do Itaú, Mario Mesquita, em relatório.
O banco espera três aumentos de 1 ponto porcentual da Selic, de setembro a dezembro, e uma última alta de 0,75 ponto no início de 2022.
A deterioração das perspectivas para a inflação piorou o quadro econômico e causou uma série de revisões no cenário também do banco BV (ex-Banco Votorantim). A projeção para o IPCA saltou de 7,7% para 8,2% em 2021 e de 3,6% para 3,8% em 2022. A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2022, por sua vez, recuou de 1,8% para 1,5%.
"Tínhamos a visão de que o dólar e as matérias-primas geravam choques temporários, mas mudamos a leitura a partir dos dados recentes de inflação", afirma o economista-chefe do BV, Roberto Padovani. "A inflação de serviços acelerou pela reabertura, mas a de bens industriais continuou pressionada. Esse acúmulo de choques jogou o IPCA em um patamar próximo de 10%, e o nível importa."
A inflação acumulada no patamar atual, segundo Padovani, reforça os reajustes de contratos e gera uma inércia que contamina as expectativas para 2022 e 2023. Como a deterioração inflacionária deve exigir mais do Banco Central (BC), o BV elevou de 7,5% para 9,0% a projeção da Selic no fim do ciclo. A taxa de juros deve chegar a 8,5% no fim deste ano e atingir o patamar estimado na primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em 2022.
"O BC vai ter que subir os juros até 9,0%. O ritmo ele escolhe. Esse aperto monetário vai ser reforçado por uma piora nas condições financeiras, que nos fez mudar o cenário de crescimento em 2022 [de 1,8% para 1,5%]", afirma o economista.
Mesmo com a reação da política monetária para conter o avanço dos preços, Padovani prevê dificuldades no processo de desinflação em 2022. Apesar de a alta dos juros moderar variações cambiais, deve haver um aumento do risco nos mercados emergentes e também no mercado local, em função do ciclo eleitoral. Além disso, a expectativa é de manutenção dos desequilíbrios entre oferta e demanda, principalmente no setor industrial, ainda afetado pelos problemas na cadeia global.
A crise hídrica, por sua vez, segue no radar. Com a tendência de continuidade do fenômeno La Niña, a previsão é de menos chuvas no período propício a elas, algo que implica em uso das termelétricas por mais tempo. "Isso impede uma deflação na energia elétrica. Na melhor das hipóteses, os preços vão ficar onde estão", projeta o economista.
Risco fiscal elevado
Outra instituição que reviu suas projeções nesta terça é a XP Investimentos. Os analistas da corretora elevaram a sua projeção de taxa Selic no fim do ciclo de 7,25% para 8,5% devido à pressão persistente e disseminada observada na inflação corrente e a incertezas fiscais. A corretora prevê aumentos de 1,0 ponto porcentual dos juros em setembro e outubro, seguidos por uma alta de 0,75 ponto em dezembro e de um ajuste de 0,5 ponto no início de 2022.
Em apresentação de relatório mensal, o economista-chefe da XP, Caio Megale, afirmou que o risco fiscal e a inflação mais disseminada foram os principais vetores de revisão do cenário. Diante da incerteza criada pela tramitação da Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2022 e da questão dos precatórios, a corretora aumentou a sua projeção de dólar no fim de 2021, de R$ 4,90 para R$ 5,20, e no fim de 2022, de R$ 4,90 para R$ 5,10.
"A gente tem um Orçamento no Congresso que não para de pé, vai precisar ser ajustado inclusive com aquela alteração do tema dos precatórios e uma tramitação com esse grau de complexidade, às vésperas de um ano eleitoral e com um ambiente político como estamos vivendo é sempre um risco para o arcabouço fiscal", disse Megale.
A XP manteve suas projeções de inflação em 2021 (8,40%) e 2022 (3,70%), citando o desemprego elevado e baixo crescimento da massa real de renda como responsáveis por limitar a demanda por serviços no ano que vem e conter a inércia. A corretora também espera alívio dos preços de energia elétrica e desaceleração de bens industriais e alimentação no ano que vem.
Na esteira do aumento da incerteza e dos juros altos, além do aumento de custos causado pela crise hídrica no País, a XP reduziu a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2022, de 1,7% para 1,3%. Para 2021, a estimativa de expansão de 5,3% do PIB foi mantida.
Recessão técnica não é descartada
Segundo a XP, o principal risco no seu radar para 2022 é a crise hídrica, já que o seu cenário-base não considera a ocorrência de racionamento no País. Os cálculos da corretora sinalizam que cada 10% de redução forçada no consumo de energia ao longo de um ano teria potencial de retirar até 1,2 ponto porcentual do PIB.
"Para o próximo ano, tem uma elevação das incertezas sobre o desempenho da atividade econômica. Não dá para descartar uma recessão técnica", disse o economista da XP Rodolfo Margato. O cenário básico da corretora estima crescimento de 0,3% do PIB no primeiro trimestre de 2022, seguido por expansão de 0,1% no segundo trimestre, queda de 0,2% no terceiro e crescimento de 0,2% no quarto trimestre.
A deterioração adicional das condições políticas e fiscais, aumentando o grau de incerteza e reduzindo a liquidez da economia, também é um risco para a atividade. O cenário da XP indica uma probabilidade de 10% a 15% que a exclusão dos precatórios devidos pelo governo do teto dos gastos ocasione a exclusão também de outras despesas, como o Bolsa Família.

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STF intima União a explicar orçamento menor para Censo Demográfico no PLOA 2022

ECONOMIA
13:32 | Set. 14, 2021
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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), emitiu um despacho intimando a União a se manifestar em até cinco dias sobre o orçamento destinado à realização do Censo Demográfico em 2022. A decisão, assinada em 10 de setembro, é uma resposta a uma petição do governo do estado do Maranhão, que alega descumprimento da tutela provisória concedida pelo plenário do Supremo, determinando que o governo federal assegure a realização do censo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No último dia 31, o IBGE comunicou que o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2022 apresentado pelo governo federal ao Congresso Nacional não disponibiliza os recursos necessários para a realização do Censo Demográfico em 2022. O órgão elaborou uma proposta orçamentária de aproximadamente R$ 2,293 bilhões para a realização do Censo Demográfico em junho de 2022. No entanto, o valor destinado no PLOA 2022 ficou aproximadamente R$ 293 milhões aquém do necessário. A Junta de Execução Orçamentária (JEO) previu R$ 2 bilhões no PLOA-2022 para a realização do Censo em 2022.
"O PLOA-2022 enviado ao Congresso Nacional pelo Executivo é necessário no rito, mas não suficiente no valor aprovado, para atender os parâmetros técnicos determinados pelo STF para a realização do Censo Demográfico", afirmou o IBGE, em comunicado divulgado em 31 de agosto.
Em maio, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o governo federal tem obrigação de realizar o Censo Demográfico. Desde então, o IBGE alerta para a necessidade de recomposição do orçamento. Ao saber da decisão sobre o PLOA-2022, o IBGE afirma que argumentou por meios oficiais que o valor previsto era inferior ao solicitado, mas recebeu como resposta expedida pela Secretaria de Gestão Corporativa da Secretaria Executiva do Ministério da Economia um despacho argumentando "que o PLOA estava em fase de consolidação, não cabendo ajustes como aquele requisitado pelo IBGE".
Realizado a cada dez anos, o Censo Demográfico visita todos os cerca de 71 milhões de lares brasileiros. O levantamento foi orçado inicialmente pela equipe técnica do IBGE em mais de R$ 3 bilhões, para ir a campo em 2020.
Em meio a pressões do governo pela redução no orçamento, os questionários originais foram enxugados, e a verba encolheu para R$ 2,3 bilhões. Quando foi adiado devido à pandemia para 2021, o governo federal reduziu ainda mais esse montante previsto, para R$ 2 bilhões. No entanto, apenas R$ 71 milhões foram aprovados pelo Congresso Nacional, e o Orçamento sancionado e publicado no Diário Oficial da União trouxe um veto do presidente Jair Bolsonaro que cortou esse valor para apenas R$ 53 milhões, o que inviabilizava até os preparativos para o levantamento ir a campo em 2022. Mais tarde, após a decisão do STF, o IBGE conseguiu assegurar uma complementação orçamentária para os preparativos neste ano.
As informações recolhidas pelo Censo servem de base para o rateio do Fundo de Participação de estados e municípios, sendo essenciais também para planejamento de políticas de saúde e educação. Os dados são usados ainda como base para pesquisas amostrais, como a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do próprio IBGE, que levanta informações sobre o mercado de trabalho, como a taxa de desemprego, e até para pesquisas eleitorais.

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Ceará registra queda na vacinação de crianças de até 1 ano de idade

Saúde
01:02 | Set. 14, 2021
Autor Isabela Queiroz
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O Ceará tem registrado queda nas coberturas vacinais em crianças com 1 ano ou menos de idade. Em 2021, 58,8% das crianças dessa faixa etária foram imunizadas contra a tuberculose. Nos anos anteriores, a BCG, vacina que previne a doença, alcançou 64,9% (2020) e 99,2% (2019) da população deste perfil.

Os imunizantes menigocócica C, pentavalente, pneumocócica, poliomelite e tríplice viral também ficaram abaixo do percentual recomendado pelo Ministério da Saúde (MS), que estipula cobertura vacinal de, pelo menos, 90%.

 

 

Ceará registra queda na vacinação de crianças de até 1 ano de idade
Ceará registra queda na vacinação de crianças de até 1 ano de idade (Foto: Divulgação/Governo do Ceará)


Esta cobertura equivale à proporção de crianças menores de um ano que receberam o esquema vacinal completo em relação aos menores de 1 ano existentes na população. Os dados foram extraídos do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações.

Segundo a orientadora da Célula de Imunização da Sesa, Kelvia Borges, os índices são preocupantes. Ela afirma que a proteção iniciada em recém-nascidos e crianças é para a vida toda, e que a melhor maneira de investir na saúde é por meio da vacinação.

As vacinas inseridas no calendário de imunização do órgão federal estão disponíveis nos postos de saúde em todos os municípios cearenses. “Temos um dos mais completos programas de vacinação e de graça”, afirma Borges.

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Banco ABC Brasil eleva projeção de IPCA em 2021 para 8,3% e 4,0% em 2022

ECONOMIA
16:38 | Set. 09, 2021
Autor Agência Estado
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O Banco ABC Brasil elevou de 7,6% para 8,3% a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2021, e de 3,8% para 4,0% em 2022. A revisão acontece após a inflação de agosto (0,87%) ficar acima do teto da pesquisa do Projeções Broadcast, que tinha estimativas entre 0,62% e 0,85%, com mediana de 0,70%.
"O quadro inflacionário é desfavorável tanto pelo lado quantitativo, com o índice cheio acima do esperado, como pelo lado qualitativo, com a abertura mostrando altas disseminadas e núcleos pressionados, além do núcleo de serviços, também superando as expectativas", explica o ABC Brasil em relatório.
Nesta semana, o banco já havia revisado de 7,75% para 8,50% a projeção para taxa Selic no fim de 2021 e 2022. A previsão é de duas altas de 1,25 ponto porcentual (pp) nas reuniões de setembro e de outubro do Comitê de Política Monetária (Copom), com ajuste adicional de 0,75 pp no fim do ciclo.
"A magnitude da deterioração do quadro corrente para a inflação e a consequente piora nas expectativas para o ano vem, cada vez mais se afastando do centro da meta de 3,5% (2022), demandam uma postura mais firme do Banco Central na condução da política monetária", acrescenta o relatório.

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Biden: queda em pedidos de auxílio-desemprego é mais uma evidência de recuperação

ECONOMIA
15:23 | Set. 09, 2021
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Em comunicado, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou nesta quinta-feira, 9, que a queda do número de pedidos de auxílio-desemprego é "mais uma evidência de uma recuperação econômica durável" no país. O indicador semanal, divulgado hoje, apresentou o nível mais baixo desde o início da pandemia, pontuou o líder americano.
O Departamento do Trabalho informou queda de 35 mil pedidos pelo auxílio na semana passada - recuo maior do que o previsto por analistas.
Com sete resultados positivos consecutivos, foram quase 4,5 milhões de empregos criados desde o início da gestão, destacou Biden.
"Nós somos o único país desenvolvido do mundo cuja economia agora é maior do que antes da pandemia", exaltou o presidente.

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Campos Neto: Previsões estão sendo revisadas para baixo com Delta e pacotes

ECONOMIA
18:50 | Set. 08, 2021
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O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse nesta quarta-feira, 8, que as últimas semanas tem havido mais surpresas negativas na recuperação do crescimento de importantes economias. "Começamos a ver algumas projeções sendo revisadas para baixo, algumas por causa da variante Delta, outras pela perda de potência de pacotes econômicos lançados anteriormente", afirmou, em palestra virtual na 15th Annual LatAm Equities Conference, promovida pelo Credit Suisse.
Campos Neto acrescentou que o mercado também já começa a revisar levemente as projeções de crescimento do PIB brasileiro, após a retração de 0,1% no segundo trimestre em relação aos três primeiros meses do ano. "Mas esses ajustes têm sido feitos mais em relação a 2022 do que a 2021", apontou.
Mais uma vez, o presidente do BC alertou para o fato do pós-pandemia ser um ambiente de endividamento alto em países emergentes e desenvolvidos. "Temos que lidar com um problema de endividamento alto", repetiu.
Campos Neto voltou a destacar que a estratégia de diversificar as vacinas no Brasil está sendo muito efetiva, e apontou que a Pfizer anunciou planos para construir uma fábrica de imunizantes no País.
Inflação
O presidente do Banco Central, repetiu que a autoridade monetária tem passado uma "forte mensagem" de que irá fazer o que for preciso para trazer a inflação para a meta no horizonte relevante.
Mais uma vez, ele argumentou que após o choque de alimentos, o Brasil passa por uma "segunda onda" de surpresas relacionadas a preços administrados, como a energia elétrica. O presidente do BC admitiu que as expectativas de inflação para 2021 são muito mais altas do que a autarquia esperava.
Segundo Campos Neto, o BC também está atento para a alta nas projeções do mercado para a inflação em 2022. "Há uma diferença maior entre que o mercado vê para a inflação um ano à frente e o que os nossos modelos mostram. Estamos tentando entender essa diferenciação", afirmou.
Ele disse que a inflação nos países avançados tem apresentado surpresas apontando para uma alta maior dos preços. "Os elementos mostram inflação maior à frente".
Ao mesmo tempo, ele destacou uma acomodação no crescimento das economias avançadas nas últimas semanas. Mais uma vez, Campos Neto considerou que nenhum dado mostra uma disrupção na cadeia global de suprimentos. "Mas, caso dos semicondutores, vai demorar ainda um tempo para que a produção se normalize, afetando o Brasil e outros países", completou.
Endividamento
Campos Neto voltou a defender uma imagem fiscal do Brasil melhor do que a impressão dos críticos. "Os números mostram endividamento melhor do que pensávamos. Olhando para o resultado primário, teremos um resultado próximo do zero em 2022. Cruzamos essa crise com um nível de equilíbrio não tão ruim", afirmou.
Campos Neto mais uma vez apresentou a agenda digital do Banco Central e destacou que nenhum projeto foi paralisado durante a pandemia. O presidente do BC citou ainda a agenda de sustentabilidade da instituição.

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