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Guedes: Há momentos de estresse, mas ambiente é de cooperação

20:22 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira, 14, que há um "jogo de disputa pelo poder" e que é preciso "focar em evitar o desrespeito", não só verbal.
O ministro disse que é preciso "respeito à verdade, não falsificar narrativas".
"Eu poderia ter ido para a narrativa de descrença na democracia, nunca fui para isso. Quero continuar com a mesma percepção, de que somos uma democracia, não podemos descredenciar o resultado das urnas", afirmou.
Durante evento do BTG Pactual, mediado pelo economista-chefe e ex-secretário do Tesouro Mansueto Almeida, Guedes pediu também "lucidez" aos economistas. O apelo vem num momento em que o mercado tem ajustado suas previsões para inflação maior e crescimento mais tímido da economia.
"Os economistas têm que ser serenos e ter lucidez que você tem tido", disse o ministro a Mansueto.
Guedes também defendeu medidas adotadas pelo governo, como a privatização da Eletrobras. Ele se referiu aos acordos que destinaram recursos a revitalização de bacias hidrográficas, por exemplo, como um "pacto de governabilidade". "Quando você faz um pacto de governabilidade, criticam privatização", disse.
Barulho político
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que, não fosse o que ele chama de "barulho político", o câmbio de equilíbrio no Brasil estaria hoje entre R$ 3,80 e R$ 4,20.
"Esse dólar já era para estar descendo, mas barulho político não deixa descer. Não tem problema dólar mais alto, mais tempo para exportações. O importante é continuar fazendo tudo certo", afirmou.
Guedes repetiu que o Brasil voltou a crescer "em V", mas admitiu que isso não significa que a taxa de crescimento continuará alta. "Esse é outro desafio", completou.
Para o ministro, o País perdeu muito tempo em relação à recuperação da economia primeiro porque não tinha base parlamentar e, segundo, por conta da pandemia do coronavírus. "O Brasil está em ritmo de crescimento interessante. O setor privado está investindo em todas as direções", afirmou.
Guedes voltou a dizer também que os atores políticos "cometem excessos", mas são limitados pelas instituições brasileiras. "Toda hora tem um no Brasil que pula da cerca para o lado selvagem, mas instituições convidam para voltar para o lado certo. São robustas", completou.

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Guedes: Poderiamos ter presidente do BID, às vezes somos passados para trás

ECONOMIA
20:22 | Set. 14, 2021
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, elogiou a ida do ex-presidente do Banco Central Ilan Goldfajn para o cargo de diretor para o Departamento do Hemisfério Ocidental do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Ao comentar a escolha, Guedes disse lembrou a tentativa brasileira de emplacar um nome na presidência do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e disse que não pagou taxas devidas pelo Brasil ao organismo até hoje por conta do episódio em que o País foi "passado para trás".
No ano passado, o Brasil articulava com o governo do então presidente Donald Trump para indicar um brasileiro à presidência do banco, mas acabou sendo atropelado pela indicação de um norte-americano pelo cargo pelo governo dos EUA.
"Poderíamos ter presidente do BID, às vezes somos passados para trás. Também não paguei o BID até hoje, será o último a ser pago", disse, arrancando risadas da plateia em evento do BTG Pactual.

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Guedes: É evidente que crise hídrica bota pressão nos preços

ECONOMIA
20:22 | Set. 14, 2021
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu que "é evidente" que a crise hídrica bota pressão nos preços. Em evento do BTG Pactual, Guedes ressaltou que a aprovação da autonomia do Banco Central ajudará a manter a alta de preços sob controle.
No evento, Guedes afirmou ainda que o teto de gastos é um símbolo de austeridade. "O teto precisa ficar lá como um sinal de que o Executivo não pode exorbitar", afirmou.
O ministro voltou a dizer que é preciso mudar os pagamentos dos precatórios, que somam R$ 89,1 bilhões, porque, segundo ele, o governo não conseguirá fazer frente à despesa dentro do teto de gastos em 2022. "Tirar precatório do teto é solução que parece fácil, mas teto só pode ser removido quando política assumir responsabilidade por orçamentos", completou.

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Guedes: Estados melhoraram e 'está todo mundo assanhado', pegando empréstimo

ECONOMIA
19:52 | Set. 14, 2021
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira, 14, que a melhora no resultado dos Estados, ajudada pelo congelamento de salários aprovado no ano passado, poderia ser ainda maior se os governadores estivessem ajudando em vez de "jogar pedras". Durante evento do BTG Pactual, o ministro também afirmou que, com a melhora, "está todo mundo assanhado" pegando empréstimo e citou a possibilidade de revisar a metodologia de concessão de avais para novos créditos, mas, em seguida, disse que a medida não seria tomada porque o governo é "republicano".
"Todos os Estados melhoraram o ranking, está todo mundo agora assanhado, pegando empréstimo", disse Guedes. Em resposta, o economista-chefe do BTG, Mansueto Almeida, disse que a previsão para o ano é um superávit de R$ 55 bilhões para os Estados e municípios. "Isso que eles estão jogando pedra na gente. Se estivessem ajudando era mais fácil. Jogando pedra na gente deu para fazer só isso", reagiu Guedes.
Em seguida, Mansueto mencionou que há uma expectativa de que, ao fim do ano, 20 Estados estejam com notas de crédito A ou B, ou seja, aptos a obter aval da União na concessão de créditos.
"Agora, nós podemos fazer uma correção na metodologia. Nós podemos dizer, olha, agora (é) tirando o dinheiro que foi transferência para Estados e municípios, para saúde. A gente então muda o critério de ranking. Porque pô, não dá, eu te dou o dinheiro, aí você joga uma pedra em mim e diz que vem pedir mais empréstimo... Opa, peraí, então tira o dinheiro que eu te dei e vamos ver qual funciona. Mas não vamos fazer essa maldade, nós somos republicanos", afirmou Guedes.
O ministro defendeu as medidas de congelamento de salários devido à economia obtida. "Demos R$ 150 bilhões com a mão esquerda e tiramos R$ 150 bilhões com a mão direita", afirmou.
Arrecadação
Paulo Guedes, disse que mais da metade do crescimento que vem sendo apresentado pela arrecadação é estrutural. Depois de a reforma do Imposto de Renda ser aprovada pela Câmara dos Deputados, Guedes disse acreditar que o Senado deve "mergulhar" na agenda econômica brevemente. "Quero deixar muito claro que não vamos aumentar carga tributária", acrescentou.

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Liberdade de imprensa tem defeitos, mas deve persistir, diz presidente

Política
19:43 | Set. 14, 2021
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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (14) que a liberdade de imprensa no Brasil "tem defeitos", mas deve ser preservada. Ele participou, no Palácio do Planalto, da cerimônia de entrega do Prêmio Marechal Rondon, distinção do Ministério das Comunicações que reconhece o trabalho de pessoas e instituições para o setor. Diversos ministros, parlamentares e auxiliares do governo federal foram agraciados. 

"A nossa liberdade de imprensa, com todos os seus defeitos, tem que persistir. Com todos os seus defeitos, é melhor ela falando do que calada", afirmou Bolsonaro durante discurso na solenidade. O presidente não deu detalhes sobre o que considera como defeitos dessa liberdade, mas lembrou que é um dos maiores alvos de ataques na internet atualmente. 

O presidente da República, Jair Bolsonaro, cumprimenta o ministro do STF, Dias Toffoli, durante a entrega do Prêmio Marechal Rondon de Comunicações no Palácio do Planalto
O presidente da República, Jair Bolsonaro, cumprimenta o ministro do STF, Dias Toffoli, durante a entrega do Prêmio Marechal Rondon de Comunicações no Palácio do Planalto - Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

"Se for levar em conta o que se fala do presidente nas mídias sociais, eu duvido quem apanha mais do que eu, mas em nenhum momento eu recorri ao Judiciário para tentar reparar isso", disse.

"Não precisamos de regular isso aí. Deixemos o povo à vontade. Obviamente, quando se vai para pedofilia e outras coisas mais, aí não tem cabimento. Isso não é fake news, isso é crime", acrescentou. 

Ainda segundo Bolsonaro, a internet é um fator de união e influencia na eleição dos representantes brasileiros na política. "A internet, realmente, une nosso povo. A internet elege vereador, prefeito, governador. Elegeu um presidente da República". 

Em seu discurso, o ministro Fábio Faria, das Comunicações, que fez um balanço de diversas ações da pasta, afirmou que Bolsonaro foi alvo de injustiças e protagonizou diversos "embates" com a mídia, mas que jamais pretendeu estabelecer algum tipo de nova regulação do setor. 

"Em nenhum momento, em nenhum segundo, esse presidente que está aqui do meu lado falou em regular a mídia."

Leilão do 5G

Fábio Faria destacou a importância do edital do leilão do 5G. Para ele, não se trata de um projeto de governo, mas de país. Ele lembrou que serão cerca de 1,2 trilhão de dólares em investimentos pelos próximos 15 anos. 

"O leilão vai fazer com que 40 milhões de brasileiros que não tem internet possam receber. O 4G conectou pessoas, e o 5G vai conectar toda a indústria e toda a cadeia produtiva". 

O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) havia aprovado o edital no último dia 25 de agosto, e a avaliação final pela Anatel deve ser concluída na semana que vem. Se o governo mantiver o calendário, o leilão ocorrerá em meados de outubro. 

O 5G é uma nova tecnologia que amplia a velocidade da conexão móvel e reduz a latência, permitindo novos serviços com conexão com segurança e estabilidade que abrem espaço para o uso de novos serviços em diversas áreas, como indústria, saúde, agricultura e na produção e difusão de conteúdos.

A proposta de leilão tem valor previsto de R$ 44 bilhões e está estruturada com foco em investimentos e oferta da tecnologia a todos os municípios com mais de 600 pessoas, e não na arrecadação de recursos para o governo.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, durante a entrega do Prêmio Marechal Rondon de Comunicações no Palácio do Planalto
Prêmio Marechal Rondon de Comunicações, por Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Prêmio 

Entre os agraciados com o prêmio estão os ministros do TCU Jorge Oliveira, Walton Alencar, Raimundo Carreiro, Vital do Rêgo e Bruno Dantas. Os presidentes da Telebrás, Jarbas José Valente, dos Correios, Floriano Peixoto, do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro de Andrade, o diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Glen Valente, também receberam a homenagem. 

A premiação foi entregue ainda ao presidente Jair Bolsonaro, à primeira-dama Michelle Bolsonaro e aos ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Flávia Arruda (Secretaria de Governo), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral), Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), Gilson Machado (Turismo), Marcelo Queiroga (Saúde), João Roma (Cidadania), Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Milton Ribeiro (Educação), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), Braga Netto (Defesa), Ciro Nogueira (Casa Civil), os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, entre outros.    

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Governo promove evento com Pacheco, Lira e ministros para dar prêmio a Bolsonaro

POLÍTICA
19:37 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O governo federal organizou nesta terça-feira, 14, a entrega do Prêmio Marechal Rondon de Comunicações a mais de 50 pessoas. Entre eles, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, o presidente da Câmara, Arthur Lira, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), o ministro Dias Toffioli, do Supremo Tribunal Federal (STF), a primeira-dama Michele Bolsonaro e o próprio presidente Jair Bolsonaro, que foi destaque ao receber maior condecoração. Seu prêmio era dourado e os dos demais, de prata.
De acordo com o ministro das Comunicações, Fábio Faria, o prêmio é um reconhecimento de quem contribui com o avanço das telecomunicações no Brasil.
Ministros de Bolsonaro também foram premiados: Luiz Eduardo Ramos, da secretaria-Geral; Flávia Arruda, da secretaria de governo; Ciro Nogueira, da Casa Civil; Braga Netto, da Defesa; Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional; Marcelo Queiroga, da Saúde; Milton Ribeiro, da Educação; João Roma, da Cidadania; Tarcísio de Freitas, da Infraestrutura; Onyx Lorenzoni, da Previdência e Trabalho; Gilson Machado, do Turismo; Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos Humanos.
Entre os parlamentares, foram homenageados o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), e o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), e o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), cuja relação com o Planalto está estremecida com a paralisia do processo de indicação de André Mendonça, escolhido por Bolsonaro para vaga no STF. Alcolumbre precisa pautar a indicação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, colegiado do qual é presidente.
Ministros do Tribunal de Contas da União igualmente foram agraciados.

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