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Bolsonaro e Caixa lançarão programa de crédito imobiliário voltado a policiais

13:12 | Set. 13, 2021
Autor Agência Estado
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Agência Estado Jornal
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O presidente da República, Jair Bolsonaro, participa nesta segunda-feira, a partir das 16h30, no Palácio do Planalto, do anúncio do Habite Seguro, programa da Caixa que vai oferecer condições diferenciadas de crédito imobiliário a profissionais da segurança pública. Detalhes da iniciativa foram antecipados em junho pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
De acordo com a Secretaria de Comunicação do governo (Secom), estarão presentes ao evento o ministro da Economia, Paulo Guedes, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, e o presidente da Caixa, Pedro Guimarães.
"O programa beneficiará profissionais de segurança pública e defesa social com subvenções financeiras e condições diferenciadas de crédito imobiliário para aquisição da casa própria", diz nota da Secom enviada à imprensa.
O Habite Seguro é um aceno aos profissionais de segurança pública enquanto Bolsonaro tenta reunir apoio da categoria, considerada importante para seus planos de reeleição e comumente agradada pelo Planalto. Em 2019, membros das Forças Armadas, policiais militares e bombeiros ficaram de fora da Reforma da Previdência aprovada pelo Congresso.

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Profissionais da segurança pública terão programa habitacional do Governo Federal

ECONOMIA
11:28 | Set. 13, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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Os profissionais da segurança pública terão programa habitacional voltado para a categoria anunciado nesta segunda-feira, 13, pelo Governo Federal, com a presença do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O Habite Seguro será lançado às 16h30min, no Palácio do Planalto, e é visto como um aceno do governo Bolsonaro à categoria. 

A gestão do Programa Nacional de Apoio à Aquisição de Habitação para Profissionais da Segurança Pública ficará à cargo da Caixa Econômica Federal. 

Na ocasião da divulgação, o presidente do banco, Pedro Guimarães, dará mais detalhes do financiamento voltado para a categoria.

 


 

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Atos do dia 12 de setembro contra Bolsonaro têm baixa adesão pelo País; saiba os motivos

12 de setembro
11:14 | Set. 13, 2021
Autor Filipe Pereira
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As manifestações pró-impeachment e contra o presidente Jair Bolsonaro foram realizadas neste domingo, 12, com público muito menor que o esperado em diversas cidades do país. Convocadas pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e pelo grupo Vem pra Rua, os protestos realizados em diversas capitais foram uma respostas às manifestações de 7 de setembro, a favor do presidente.

Tendo como foco principal o julgamento político do chefe do Executivo nacional, os atos reuniram representantes de diversas correntes ideológicas, além da participação de políticos presidenciáveis, como o ex-ministro Ciro Gomes, o ex-ministro da Saúde, Henrique Mandetta, e o governador de São Paulo, João Dódia (PSDB). A senadora Simone Tebet (MDB) e o senador Alessandro Vieira (Cidadania) também estiveram presentes. 

A articulação atraiu o apoio de políticos de direita, de centro e de esquerda. Porém, acabou rachando a oposição a Bolsonaro. Como já esperado, a mobilização dividiu a opinião de representantes partidários. Sem a adesão do PT - forte nome da esquerda - e outros partidos, movimentos e centrais sindicais que orbitam em torno da sigla, a mobilização não superou a investida bolsonarista do Dia da Independência. Parte da direita também se recusou a participar das manifestações, por entender que elas poderiam fortalecer o nome do ex-presidente Lula. 

LEIA MAIS l Manifestação de 12 de setembro contra Bolsonaro: confira o que aconteceu 

Na Avenida Paulista, em São Paulo, os manifestantes iniciaram a concentração próximo ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) às 11h, e se dispersaram por volta das 18h30. Segundo um levantamento do Centro de Operações da Polícia Militar de São Paulo (Copom), aproximadamente 6 mil pessoas estiveram presentes até o meio da tarde. 

Nos atos do 7 de Setembro, o órgão havia estimado a presença de 125 mil manifestantes pró-Bolsonaro. Em termos comparativos, o público presente neste domingo representa pouco menos de 5% do total do ato governista.

Em Brasília, o ato estava marcado para ter início às 9 horas, mas quase ninguém compareceu à Esplanada dos Ministérios. Segundo a Polícia Militar, o protesto contou com cerca de 700 participantes às 15h30min. Na região, alguns ambulantes chegaram a reclamar das vendas. Já o MBL afirmou ter contabilizado 2 mil pessoas na manifestação, "com pico de 5 mil".

Belo Horizonte e Rio reuniram os maiores contingentes. Na capital carioca, os manifestantes se concentraram em Copacabana, na zona sul, ao lado de um carro de som a partir das 10h. Os presentes utilizaram camisas brancas e pretas, além de empunharem bandeiras e cartazes. No começo da tarde, porém, o ato já havia sido encerrado. 

Na capital mineira, o ato ficou concentrado na Praça da Liberdade, região central, e foi encerrado por volta de 12h50min. Manifestantes carregavam bandeiras de partidos políticos e cartazes contra o governo. Em Belém, o início do protesto foi realizado na Boca Maldita, região central da cidade, e, por volta das 16 horas, os manifestantes continuavam no local.

Em Salvador, os atos aconteceram a partir das 8 horas, mas também já estavam dispersos no começo da tarde. Partidários do PDT, Novo e do Livres se uniram no protesto contra o presidente Jair Bolsonaro, no Farol da Barra. Fora do foco planejado para as manifestações pelo Brasil, apenas algumas dezenas de pessoas compareceram. O mesmo contingente foi registado em Manaus e Belo Horizonte.

Em São Luís, no Maranhão, manifestantes se reuniram na Praça do Pescador a partir das 9 horas para pedir o impeachment do presidente Bolsonaro. Com faixas e cartazes "Fora, Bolsonaro", o movimento uniu o MBL a representantes do Novo, PDT, Cidadania e Rede, além de integrantes de igrejas evangélicas, em críticas ao presidente.

Em Vitória (ES), a manifestação começou às 9h30min, na Praça do Papa. Após a concentração, os manifestantes saíram em carreata pela Terceira Ponte até chegar à Prainha, em Vila Velha. Segundo a PM, cerca de 80 veículos participaram do ato, que foi encerrado sem ocorrências.

Diferentemente do que foi decidido em alguns Estados, no Espírito Santo a manifestação manteve o lema "nem Lula, nem Bolsonaro". Por isso, partidos como o PT e o Psol não aderiram aos atos. O PSB e o PDT convocaram a militância para os protestos, mas não houve grande adesão.

Sem participação do PT, a manifestação contra Bolsonaro também tem baixa adesão em Fortaleza. Organizado pelo MBL Ceará, o ato na capital cearense reuniu representantes de diversas correntes ideológicas, mas não teve participação do Partido dos Trabalhadores, principal legenda de oposição a Bolsonaro no Congresso Nacional.

LEIA MAIS l PT e Psol não participarão de ato convocado pelo MBL contra Bolsonaro em Fortaleza

No domingo, militantes de parte da esquerda usaram as redes sociais para criticar as manifestações convocadas por grupos de centro-direita. A direção do PT aproveitou para anunciar uma manifestação contra Bolsonaro para 2 de outubro.

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Mourão diz que semana começa com clima institucional melhor e minimiza atos

POLÍTICA
11:13 | Set. 13, 2021
Autor Agência Estado
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Quatro dias após a publicação da "declaração à Nação", documento em que presidente Jair Bolsonaro pediu harmonia entre os poderes, o vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta segunda-feira entender que a semana começa com um clima institucional melhor em relação à anterior. Ele também minimizou os atos contra o presidente ocorridos no domingo, 12, menos expressivos do que os governistas de 7 de setembro em meio à divisão da esquerda.
Questionado nesta segunda-feira por jornalistas em frente ao Palácio do Planalto se a semana terá um clima melhor entre as instituições, Mourão confirmou. "Não resta dúvida. Na semana passada, houve uma manifestação maciça em favor do nosso governo, em particular à pessoa do presidente da República. O presidente, na quinta-feira, fez aquela carta buscando diminuir essa tensão e fazer reaproximação com STF, em particular com ministro Alexandre de Moraes", lembrou o vice-presidente. "A gente começa a segunda-feira com pauta positiva e muita coisa a ser tratada no Congresso. Tem a Medida Provisória da questão das redes sociais, a questão do código eleitoral. Tem muita coisa para ser tratada nesta semana."
A "declaração à Nação" de Bolsonaro, articulada diretamente pelo ex-presidente Michel Temer, foi um recuo, ainda que temporário, da ofensiva do chefe do Executivo sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), instituição ameaçada por ele nos atos de 7 de setembro.
Após ser alertado pelo presidente da Corte, Luiz Fux, de que sua promessa a apoiadores de descumprir decisões judiciais configuraria crime de responsabilidade, Bolsonaro diminuiu o tom - embora na mesma noite, em transmissão ao vivo nas redes sociais, tenha feito novos elogios às manifestações pró-governo, marcadas por pautas antidemocráticas.
Mourão também minimizou no período da manhã desta segunda-feira os atos da oposição ocorridos no domingo. "Eu nunca desdenho de nada, mas foram bem aquém daquilo que podia se esperar. A esquerda faltando falta muita gente", disse na sua chegada ao Planalto.
Convocados principalmente por grupos considerados de direita, como o Movimento Brasil Livre (MBL), os protestos deste domingo tiveram baixa adesão da esquerda, embora algumas figuras tenham marcado presença.
Em São Paulo, por exemplo, o presidenciável Ciro Gomes (PDT) e a deputada estadual Isa Penna (PSOL) estiveram na Avenida Paulista, ao lado do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que também deseja disputar a corrida ao Planalto.
Amazônia.
De volta de uma agenda no Pará com embaixadores, o vice-presidente insistiu que os representantes diplomáticos de outros países ficaram satisfeitos com o tour pela Floresta Amazônia. "Andamos 80 km na Transamazônica. Voamos e não tinha nenhuma queimada", afirmou Mourão. "Estamos vivendo situação econômica difícil no País. Onde tem oportunidade para pessoas ganharem algum dinheiro, vão buscar. Uma delas é o garimpo. Quando é feito dentro da legalidade, muito bem, mas quando está na ilegalidade, compete às forças da lei e da ordem impedir que isso aconteça", acrescentou.
A fala vem em meio à pressão internacional pela diminuição no desmatamento da Floresta.

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TCU suspende auditor que fez 'relatório paralelo' citado por Bolsonaro

POLÍTICA
10:47 | Set. 13, 2021
Autor Agência Estado
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O auditor Alexandre Figueiredo Costa Silva, do Tribunal de Contas da União (TCU), foi suspenso das funções da Corte por 45 dias, sem direito a salário. A decisão foi tomada pela comissão do tribunal montada para estudar uma punição a ele. O servidor é autor de uma pesquisa não oficial que contestava o número de mortes por covid-19 em 2020 e apontava, sem amparo técnico, que o número poderia ser 50% menor que o informado oficialmente.
"O fato teve o potencial de provocar uma crise institucional entre a Corte e o Poder Executivo, com graves constrangimentos para todos os integrantes desta Casa", declarou a comissão do TCU no documento que informou a suspensão.
O levantamento não oficial feito por Marques aponta "supernotificação" de mortes por covid-19 no País. No ano passado morreram 195 mil pessoas em decorrência do coronavírus no Brasil. O relatório foi inserido no sistema do TCU sem que constasse de qualquer processo do órgão.
Esse documento foi citado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, para comprovar sua tese de que cerca de metade dos óbitos registrados como covid-19 não seriam causados pela doença. O tribunal o desmentiu a versão no mesmo dia.
De acordo com o depoimento de Alexandre Marques à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado, o texto foi repassado ao seu pai, Ricardo Silva Marques, que o encaminhou a Bolsonaro. O pai do auditor é amigo do presidente e tem um cargo na Petrobras.
Alexandre chegou a ser indicado para assumir a diretoria de Compliance do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), mas foi barrado pelo regimento interno do tribunal, que não permite que um servidor da casa possa ser cedido para uma instituição que pudesse ser alvo de apuração da Corte de Contas.

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Resultado Concurso 954 da Loteca de hoje, segunda, 13 de setembro (13/09)

Prêmio de R$ 500 mil
00:33 | Set. 13, 2021
Autor O Povo
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O resultado do Concurso 954 da Loteca de hoje, segunda-feira, 13 de setembro (13/09), será divulgado pela Caixa Econômica Federal (CEF) às 19 horas e você pode conferir a tabela completa com placar dos jogos logo após confirmação da Caixa. O prêmio está estimado em R$ 500 mil.

Saiba como apostar na Loteca: 

Segundo site da Caixa Econômica Federal (CEF), para apostar na loteria basta marcar o seu palpite para cada um dos 14 jogos, assinalando uma das três colunas, duas delas (duplo) ou três (triplo). R$ 2,00 é o valor da aposta mínima e dá direito a um duplo.

A CEF informa que quanto mais duplos e triplos marcar, maior é o preço da aposta e maiores são as suas chances de ganhar. As apostas são encerradas às 14h de sábado. De acordo com a CEF, os concursos da Loteca são realizados semanalmente e os resultados divulgados no início de cada semana. Caso um jogo não for realizado, o resultado da partida será definido por sorteio. 

Recebimento de prêmios da Loteca

Ainda segundo a CEF, o prêmio pode ser recebido em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. "Caso o prêmio líquido seja superior a R$ 1.332,78 (bruto de R$ 1.903,98) o pagamento pode ser realizado somente nas agências da Caixa. Valores iguais ou acima de R$ 10.000,00 são pagos após 2 dias de sua apresentação na agência da Caixa", escreve a CEF.

"Não havendo acertador em qualquer faixa de premiação, o valor acumula para o concurso seguinte, na primeira faixa de premiação. Não deixe de conferir o seu bilhete de aposta. Você tem até 90 dias para buscar o seu prêmio", completa a Caixa.

Resultados anteriores da Loteca

>> Resultado Concurso 952 da Loteca de hoje, segunda-feira, 30 de agosto (30/08)

>> Resultado Concurso 951 da Loteca de hoje, segunda-feira, 23 de agosto (22/08)

>> Resultado Concurso 950 da Loteca de hoje, segunda-feira, 16 de agosto (16/08)

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