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Guedes: Qual o problema de a energia ficar um pouco mais cara?

21:48 | Ago. 25, 2021
Autor Agência Estado
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O aumento na conta de luz tem pesado no orçamento das famílias e é um dos fatores que pressionam a inflação, mas o ministro da Economia, Paulo Guedes, não vê problemas para atravessar o atual momento. "Se no ano passado, que era o caos, nós nos organizamos e atravessamos, por que nós vamos ter medo agora? Qual o problema agora que a energia vai ficar um pouco mais cara porque choveu menos? Ou o problema agora é que tá tendo uma exacerbação porque anteciparam as eleições... Tudo bem, vamos tapar o ouvido, vamos atravessar", afirmou Guedes nesta quarta-feira, 25. "Isso vai causar perturbação, empurra a inflação um pouco para cima, BC tem que correr um pouco mais atrás da inflação", afirmou no lançamento da Frente Parlamentar do Empreendedorismo.
Guedes disse que a economia brasileira está "vindo com toda a força" após a crise causada pela pandemia da covid-19, mas admitiu que "há, sim, nuvens no horizonte". "Temos a crise hídrica forte pela frente, mas a economia brasileira está furando as ondas", disse.
A crise hídrica levou o governo a anunciar nesta quarta-feira, 25, medidas para redução do consumo de energia para toda a administração pública federal. Decreto presidencial editado hoje determina a redução do consumo de eletricidade desses órgãos entre 10% e 20% em relação ao consumo do mês nos anos de 2018 e 2019, ou seja, antes do período pré-pandemia.
Além disso, o governo está pedindo que a sociedade e indústrias façam um esforço pela economia de energia e evitem desperdícios. Quem economizar terá conta menor a pagar e uma premiação pela redução do consumo.
Pressionada pelo aumento da conta de luz, a inflação acumulada em 12 meses chegou à marca de dois dígitos em quatro capitais do País no IPCA-15 de agosto: Porto Alegre (10,37%), Goiânia (10,67%), Fortaleza (11,37%) e Curitiba (11,43%). Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, 25.
Durante a solenidade, Guedes apresentou dados da economia brasileira, destacando ganhos com as reformas feitas para controlar gastos. "Logo no primeiro ano (de governo), mostramos que viemos para controlar as despesas públicas", afirmou.
Segundo ele, o "abismo fiscal que ameaçava o Brasil foi controlado", destacando a reforma da Previdência. E, apesar da covid, a economia brasileira se abre de novo, "temos superávit comercial e corrente de comércio recordes", acrescentou o ministro.
Arrecadação forte
Guedes destacou também o bom desempenho da arrecadação de impostos, e previu que "se a economia brasileira crescer 5,5% neste ano, com a arrecadação vindo forte, é possível o País ter superávit em 2022".
Nesta quarta-feira, a Receita Federal divulgou os dados da arrecadação de julho, quando o País arrecadou com impostos e contribuições federais R$ 171,270 bilhões, um aumento real de 35,47% na comparação com o mesmo mês de 2020.
"A economia está bombando e continua a narrativa de que o governo não faz nada", afirmou o ministro. Ele criticou o que chamou de visões negacionistas e agradeceu o empenho do Congresso na aprovação das reformas e de medidas encaminhadas pelo governo. Guedes destacou ainda a atuação do presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), que, segundo ele, é uma "liderança imprescindível".
Segundo Guedes, os críticos já transferiram o colapso para 2022, ao perceberem que a economia voltou a crescer. "Mas vamos continuar crescendo", disse.

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Guedes, sobre precatórios: tenho certeza que STF nos dará solução

ECONOMIA
21:48 | Ago. 25, 2021
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira, 25, que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, "está no comando" de uma solução para o impasse envolvendo a fatura dos precatórios, como são chamadas as dívidas judiciais após sentença definitiva. Ele indicou que uma "modulação" das decisões, isto é, uma negociação sobre a forma do pagamento poderia resolver a questão.
A conta dos precatórios para 2022 chegou a R$ 89,1 bilhões, um crescimento acima de 60% em relação à despesa programada para este ano, e consumiu toda a folga fiscal que estava reservada para políticas como a ampliação do Bolsa Família. Guedes já se referiu a essa fatura como "meteoro" a atingir as finanças da União.
O governo chegou a encaminhar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para parcelar essas dívidas, mas a medida tem enfrentado resistências no Congresso e ganhou o selo de "calote" no mercado financeiro - rótulo que a equipe econômica nega. Diante das dificuldades, outros ministros do governo têm defendido abrir o diálogo e pensar em alternativas, como mostrou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
"Nunca vamos questionar decisões do Supremo. Mas nós vamos dizer o seguinte: quanto a gente consegue executar constitucionalmente", disse Guedes nesta quarta-feira (25). Ele lembrou que o governo precisa respeitar o teto de gastos (regra que limita o avanço das despesas à inflação) e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
"Se me der uma conta três vezes maior do que podemos pagar, temos de pedir clemência e uma solução. E eu tenho certeza que o Supremo nos dará essa solução. Ministro Luiz Fux está no comando dessa solução. Temos vários juízes (ministros) do STF que são muito sensíveis a isso e eles têm a solução, que é a modulação", acrescentou o ministro da Economia.
Com algum tipo de negociação, na avaliação de Guedes, o planeta ganharia uma "camada de proteção" contra o meteoro, que viraria uma "pedrinha".

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Guedes: Cada vez que arrecadação subir, vamos reduzir impostos

ECONOMIA
21:03 | Ago. 25, 2021
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, fez nesta quarta-feira, 25, uma defesa da proposta de reforma tributária do governo e disse que a intenção é reduzir os impostos das empresas e do setor produtivo. "Cada vez que a arrecadação (de impostos e contribuições) subir, vamos reduzir impostos", disse o ministro durante lançamento da Frente Parlamentar Mista do Empreendedorismo.
O ministro destacou que hoje a carga tributária das empresas no Brasil é de 35% do PIB e a média é de 23,5%. "Se aprovarmos a reforma tributária, nós vamos cair de 35% para 23% em um ano. Se a arrecadação continuar da forma que está, vamos reduzir mais no ano que vem. A nossa ideia é ir reduzindo cada vez que a arrecadação avançar mais. Ao invés de abraçarmos essa arrecadação melhor, nós queremos transformar isso em redução de impostos", reforçou.
Ele defendeu a reforma por etapas, como propôs o governo. Segundo ele, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) ampla da reforma que está no Senado, na verdade, "era um brutal aumento de imposto". "Imposto em excesso, para juntar tudo e arrecadar a mesma coisa, o IVA ia ser de 30%", disse.
O ministro ainda voltou a defender o imposto sobre transações que, segundo ele, seria para acabar com o "imposto maldito" sobre a mão de obra. Mas ele lembrou que, como não teve boa aceitação, a proposta não foi adiante. Guedes afirmou que ninguém vai perder receita na reforma. "Se alguém perder arrecadação na reforma, a União é sócia."
Segundo Guedes, o governo está em busca de um ciclo longo de 10 anos de crescimento. "Transformar uma recuperação cíclica, baseada no consumo que foi auxílio emergencial, ajuda aos mais frágeis, nós queremos transformar isso num boom estrutural, baseado em investimentos", completou.
"(Os críticos) já transferiram o colapso (da economia) para 2022, mas vamos continuar crescendo", afirmou o ministro em referência ao que chamou de "negacionistas" que apostam no mau desempenho da economia. "Vamos continuar crescendo, exatamente porque o Congresso está operante."
O ministro reconheceu a alta da inflação, mas lembrou que a inflação está crescendo no mundo inteiro, até mesmo nos Estados Unidos. "Vamos ver quem lida melhor (com a questão)", disse.
Guedes aproveitou para fazer uma defesa da autonomia do Banco Central e disse que o "BC independente impede que aumentos setoriais transitórios virem permanentes", assim como "garante que os efeitos de transmissão (da inflação) sejam interrompidos". Segundo ele, essa é a função de um banco central independente.
Segundo o ministro, nunca os fundamentos fiscais do País estiveram tão tranquilos. "Nunca a arrecadação esteve tão forte, o que significa que o Brasil se levantou (depois da crise) e a arrecadação veio junto", enfatizou. "Quem diz que o Brasil não vai crescer em 2022 não entendeu nada do que está acontecendo", completou.
Guedes destacou números do balanço do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) em dois anos e meio de governo e disse que estão contratados R$ 544 bilhões em investimentos para os próximos 10 anos. "Já temos meio trilhão de investimentos contratados para os próximos 10 anos. O Brasil é a maior fronteira de investimentos em saneamento, petróleo e gás e cabotagem."
O ministro destacou ainda os R$ 120 bilhões que o governo recebeu de outorgas do setor privado. "Se agirmos, o Brasil vai embora 10 anos seguidos, não vai parar", afirmou.

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Indicadores confirmam recuperação da economia, diz Guedes

Economia
20:44 | Ago. 25, 2021
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A divulgação de diversos indicadores recentes confirma a recuperação da produção e do consumo, disse hoje (25) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo ele, a arrecadação recorde em julho, divulgada mais cedo, e o consumo de energia e combustível mostram que a economia está crescendo forte, apesar de alegações contrárias.

“A economia está bombando, apesar de continuar a narrativa de que o governo não está fazendo nada”, declarou o ministro durante o lançamento da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, na Câmara dos Deputados.

Na avaliação do ministro, a crise hídrica, que pode impactar a oferta de energia, representa um obstáculo. No entanto, a atividade econômica continuará resistindo, segundo Guedes. “Há nuvens no horizonte? Há. Temos crise hídrica forte pela frente, mas a economia brasileira está furando as ondas”, disse.

O ministro voltou a mencionar as reformas estruturais e disse que a frente de cerca de 150 parlamentares, coordenada pelo deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP), deverá facilitar a aprovação das medidas de interesse da equipe econômica e ajudar a recuperar o crescimento do país.

“Os empresários sabem o que está acontecendo e percebem as narrativas negacionistas que negam a força da economia brasileira. Nós deflagramos uma importante sequência de reformas importantes. Nós vamos continuar crescendo com o Congresso operando”, comentou o ministro. Segundo ele, o país tem garantidos investimentos de R$ 500 bilhões nos próximos dez anos.

Também presente ao lançamento da frente parlamentar, o presidente da Câmara, Arthur Lira, disse que a iniciativa facilitará a articulação entre o setor produtivo e o Poder Legislativo. “Tenho certeza de que esse assunto vai ser tratado com esmero entre o setor produtivo e o setor que legisla. Os empresários não podem ficar distantes de Brasília, e nós devemos estar integrados com a sociedade que produz para cumprir nosso papel”, afirmou.

 

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Guedes: Economia está vindo com toda a força, mas há, sim, nuvens no horizonte

ECONOMIA
20:23 | Ago. 25, 2021
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira, 25, que a economia brasileira está "vindo com toda a força" após a crise causada pela pandemia da covid-19, mas admitiu que "há, sim, nuvens no horizonte". "Temos a crise hídrica forte pela frente, mas a economia brasileira está furando as ondas", disse o ministro, durante lançamento da Frente Parlamentar Mista do Empreendedorismo na Câmara dos Deputados.
Segundo Guedes, o País terá de enfrentar o problema do "choque hídrico", que deverá empurrar a inflação para cima e caberá ao Banco Central "correr um pouco mais atrás" para corrigir essa alta inflacionária.
A crise hídrica levou o governo a anunciar nesta quarta-feira medidas para redução do consumo de energia para toda a administração pública federal. Decreto presidencial editado hoje determina a redução do consumo de eletricidade desses órgãos entre 10% e 20% em relação ao consumo do mês nos anos de 2018 e 2019, ou seja, antes do período pré-pandemia.
Além disso, o governo está pedindo que a sociedade e indústrias façam um esforço pela economia de energia e evitem desperdícios. Quem economizar terá conta menor a pagar e uma premiação pela redução do consumo.
Durante a solenidade, Guedes apresentou dados da economia brasileira, destacando ganhos com as reformas feitas para controlar gastos. "Logo no primeiro ano (de governo), mostramos que viemos para controlar as despesas públicas", afirmou.
Segundo ele, o "abismo fiscal que ameaçava o Brasil foi controlado", destacando a reforma da previdência. E, apesar da covid, a economia brasileira se abre de novo, "temos superávit comercial e corrente de comércio recordes", acrescentou o ministro.
Arrecadação forte
Guedes destacou também o bom desempenho da arrecadação de impostos, e previu que "se a economia brasileira crescer 5,5% neste ano, com a arrecadação vindo forte, é possível o País ter superávit em 2022".
Nesta quarta-feira, a Receita Federal divulgou os dados da arrecadação de julho, quando o País arrecadou com impostos e contribuições federais R$ 171,270 bilhões, um aumento real de 35,47% na comparação com o mesmo mês de 2020.
"A economia está bombando e continua a narrativa de que o governo não faz nada", afirmou o ministro. Ele criticou as narrativas negacionistas e agradeceu o empenho do Congresso na aprovação das reformas e de medidas encaminhadas pelo governo. Guedes destacou ainda a atuação do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que, segundo ele, é uma "liderança imprescindível".
Segundo Guedes, os críticos já transferiram o colapso para 2022, ao perceberem que a economia voltou a crescer. "Mas vamos continuar crescendo", disse.

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Para Idec, governo apela para 'eufemismos' para não chamar de racionamento

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19:33 | Ago. 25, 2021
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A inclusão do consumidor residencial no esforço para redução do consumo de energia elétrica no País, anunciada nesta quarta-feira pelo governo, foi um avanço, mas a falta de informações sobre como isso será feito revelou o despreparo dos envolvidos e deixou no ar a principal questão: quem vai pagar a conta?, avaliou o coordenador do programa de energia e sustentabilidade do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Clauber Leite.
"Estão apelando para eufemismos para não chamar de racionamento, mas na prática é racionamento; não é só cortar a luz que configura racionamento, qualquer restrição de consumo é racionamento", disse Leite, que esta semana defendeu a inclusão dos consumidores residenciais para aumentar a base da redução do consumo, em troca de alguma compensação.
Leite criticou a falta de números para mostrar as metas de redução do consumo, e avaliou que a equipe do Ministério de Minas e Energia (MME) deve ter antecipado o anúncio das medidas por conta do agravamento da escassez de água nas hidrelétricas. "Eles perceberam que tinham que dar uma resposta porque a situação ficou mais grave, mas não tinham a resposta. Se era para apresentar algo, deveriam trazer números, mostrar metas", observou.
Leite destacou que se não vai haver penalização para quem não reduzir o consumo, a única saída será aumentar os encargos do sistema elétrico via ESS (Encargos do Serviço do Sistema).
"No final (da apresentação) deixaram escapar que vai ser pelo ESS, e se for isso, é mais um encargo e o consumidor vai pagar a metade do dobro, vai sobrar para o consumidor", explicou Leite.
Para ele, as medidas deveriam passar por uma rápida consulta pública para serem melhor entendidas pela sociedade. "Ficaram devendo para o consumidor", concluiu.

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