Termo de Uso Política de Privacidade Política de Cookies Conheça O POVO Trabalhe Conosco Fale com a gente Assine Ombudsman
Participamos do

Gasto com saúde recua 0,65% no IPCA; queda é puxada por plano de saúde

Autor - Agência Estado
Foto do autor
- Agência Estado Autor
Tipo Notícia

As famílias gastaram 0,65% a menos com Saúde e cuidados pessoais em julho, o equivalente a um impacto de -0,09 ponto porcentual na inflação de 0,96% medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no mês, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A queda foi puxada pela redução de 1,36% no item plano de saúde, com impacto de -0,05 ponto porcentual, decorrente do reajuste de -8,19% autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em 8 de julho, com vigência retroativa a maio de 2021 e cujo ciclo se encerra em abril de 2022.
"Desse modo, no IPCA de julho foram apropriadas as frações mensais relativas aos meses de maio, junho e julho", apontou o IBGE.
Os produtos farmacêuticos ficaram 0,59% mais baratos em julho, contribuição de -0,02 ponto porcentual para o IPCA.
Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Grande Fortaleza registra segunda maior inflação do Brasil; veja o que ficou mais caro

ECONOMIA
12:04 | Ago. 10, 2021
Autor Alan Magno
Foto do autor
Alan Magno Autor
Ver perfil do autor
Tipo Noticia

Os preços dos produtos e serviços na Grande Fortaleza seguem em alta, conforme a inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgada nesta terça-feira, 10 de agosto. A pesquisa do Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE) registrou alta de 0,33 ponto percentual em julho ante mês imediatamente anterior, saindo de 0,59% para 0,92%. No acumulado do ano, Fortaleza apresenta a segunda maior inflação do Brasil, com saldo de 6,08%. 

A Capital e região metropolitana ficam atrás apenas de Curitiba, que acumula elevação de preços em 6,44%. No cenário nacional, o IPCA do Brasil em julho apresentou alta de 0,96%, 0,43 ponto percentual acima da taxa de 0,53% registrada em junho. Dado expressa a maior variação para um mês de julho desde 2002, quando o índice foi de 1,19%. No acumulado anual, 2021 registra inflação de 4,76% . 

Veja os produtos e serviços que registraram maior alta isolada na Grande Fortaleza:

  • Passagem aérea: 45,93%
  • Tomate: 30,13%
  • Cenoura: 15,49%
  • Transporte por aplicativo: 8,55%
  • Manga: 8,13%
  • Hospedagem: 8,02%
  • Tubérculos, raízes e legumes: 7,4%
  • Reforma de estofado: 5,79%
  • Maça: 5,68%
  • Café moído: 5,41%

Dentre os principais fatores relacionados ao aumento da inflação em Fortaleza, os recentes reajustes nas cobranças externas nas contas de energia elétrica foram o principal vilão, conforme avaliam técnicos do IBGE no Ceará. As tarifas representam mais da metade do aumento de preço registrado com gastos com habitação na Capital.

Outro fator nacional que impacta diretamente na inflação é a sequência de ajustes nos preços dos combustíveis, principalmente no que confere ao aumento dos gastos com transporte na Cidade. 

Veja lista da variação de preços por segmento em Fortaleza e região metropolitana:

  • Habitação - Alta de 1,92%
  • Artigos de residência - Alta de 1,37%
  • Transporte - Alta de 1,26%
  • Alimentação e bebidas - Alta de 1,04% 
  • Vestuário - Alta de 1,03%
  • Dados Pessoais - Alta de 0,40%
  • Comunicação - Alta de 0,12 %
  • Educação - Queda de 0,06% 
  • Saúde e cuidados pessoais - Queda de 0,17%

A queda registrada pelos gastos com saúde, conforme relatório do IBGE, ocorre em consequência a redução dos preços dos planos de saúde, com recuo de 1,39% no mês julho de 2021. Cenário que consolida a decisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ao implementar o reajuste negativo de 8,19% no preço cobrado ao consumidor final, ao considerar a queda na utilização de serviços de saúde suplementar e não emergencial durante a pandemia. 

O segundo segmento com defasem de preço, ainda que pequena, foi o de educação, diante da desaceleração do consumo de livros didáticos, que registram queda de 1,17% nos preços de venda em julho, com relação ao mês anterior.

O POVO lista dicas de como controlar os gastos mensais, confira

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

IBGE: safra de arroz é suficiente para mercado interno com equilíbrio de preço

ECONOMIA
11:47 | Ago. 10, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

Safras importantes para a garantia de oferta de alimentos comuns na mesa dos brasileiros, como arroz e trigo, deverão ter desempenho positivo este ano, aliviando um pouco a pressão de preços, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A produção de arroz ficará em 11,5 milhões de toneladas, 4,1% acima do registrado em 2020, enquanto a safra de trigo deverá somar 8,4 milhões de toneladas, salto de 34,8% na comparação com o ano passado.
Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de julho, divulgado nesta terça-feira pelo IBGE.
Segundo o IBGE, a estimativa para a produção de arroz, no levantamento de julho, ficou 2,6% da projeção feita em junho, "devido à reavaliação na produtividade das lavouras, com alta de 2,7%". "Essa produção (de arroz) será suficiente para abastecer o mercado brasileiro, possibilitando maior equilíbrio nos preços do cereal, que alcançou patamares históricos em 2020, devido ao aumento do consumo interno e pelo aumento das exportações devido ao estímulo cambial", diz a nota divulgada pelo IBGE.
Já a produção de trigo - importante matéria-prima para a fabricação de pães, massas e bolos, do qual o Brasil é importador líquido - deverá ficar em 8,4 milhões de toneladas, um salto de 34,8% ante 2020. Tamanho avanço se explica porque, em 2020, "as lavouras de inverno foram afetadas por problemas climáticos, o que reduziu seus potenciais produtivos", diz a nota divulgada pelo IBGE.
Em 2021, a seca e as ondas de frio ainda não atrapalharam a produção de trigo, por isso, comparativamente, a safra deverá ser melhor do que a do ano passado. Segundo o IBGE, o rendimento médio da safra de trigo em 2021 deverá aumentar 19,9%, já que a área plantada aumentou 12,4%, "em decorrência do estímulo do preço do produto".
"A região Sul deve responder por 90,4% da produção tritícola nacional em 2021. No Paraná, maior produtor (46,4% do total nacional), a produção deve aumentar em 24,6% frente a 2020, atingindo 3,9 milhões de toneladas. O Rio Grande do Sul, segundo maior produtor (40,7% do total), deve produzir 62,1% a mais que em 2020, atingindo 3,4 milhões de toneladas. Santa Catarina também investiu mais no cereal, subindo sua estimativa da produção em 58,9% frente a 2020, chegando a 275,6 mil toneladas em 2021", diz a nota do órgão de estatísticas.
Já a produção total de feijão deverá somar 2,7 milhões de toneladas em 2021, em suas três safras, conforme o LSPA de julho. Ainda é uma alta de 0,5% frente a produção total de feijão no ano passado, mas o IBGE reduziu, em julho, a estimativa em 1,6%, na comparação com o LSPA de junho.
Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Com maior pressão de passagem aérea, gasto com Transportes sobe 1,52% no IPCA

ECONOMIA
11:32 | Ago. 10, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

Os gastos das famílias com Transportes passaram de uma elevação 0,41% em junho para uma alta de 1,52% em julho, um impacto de 0,32 ponto porcentual sobre a taxa de 0,96% registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A principal pressão foi das passagens aéreas, com aumento de 35,22% e impacto de 0,10 ponto porcentual. Também houve aumentos de preços no transporte por aplicativo (9,31%), ônibus urbano (0,38%) e ônibus intermunicipal (0,34%).
Os combustíveis subiram 1,24% em julho, ante alta de 0,87% em junho. A gasolina aumentou 1,55% em julho, contribuindo com 0,09 ponto porcentual para o IPCA do mês. O etanol recuou 0,75%, enquanto o óleo diesel subiu 0,96%.
Houve aumentos também nos automóveis usados (2,23%), motocicletas (1,41%) e automóveis novos (0,54%), contribuindo conjuntamente com 0,07 ponto porcentual no IPCA de julho.
Alguns produtos e serviços relacionados avançaram, como o pneu (1,68%), seguro voluntário de veículo (1,63%) e conserto de automóvel (0,67%). O pedágio aumentou 5,01%, influenciado por reajustes em São Paulo e Curitiba.
Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Grupo Alimentação e Bebidas sobe 0,60% no IPCA de julho ante 0,43% em junho

ECONOMIA
11:17 | Ago. 10, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

O grupo Alimentação e Bebidas saiu de uma elevação de 0,43% em junho para um aumento de 0,60% em julho, dentro do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O grupo contribuiu com 0,13 ponto porcentual para a taxa de 0,96% do IPCA no mês.
A alimentação no domicílio acelerou o ritmo de elevação de 0,33% em junho para 0,78% em julho. As famílias pagaram mais pelo tomate (18,65%), frango em pedaços (4,28%), leite longa vida (3,71%) e carnes (0,77%).
Por outro lado, os preços caíram para a cebola (-13,51%), batata-inglesa (-12,03%) e arroz (-2,35%).
A alimentação fora do domicílio desacelerou de 0,66% em junho para 0,14% em julho, com aumentos mais brandos no lanche (0,16%) e na refeição fora de casa (0,04%).
Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Com grande impacto de energia elétrica, gasto com Habitação aumenta 3,1% no IPCA

ECONOMIA
10:53 | Ago. 10, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

As famílias brasileiras gastaram 3,1% a mais com Habitação em julho, uma contribuição de 0,48 ponto porcentual para a taxa de 0,96% registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no mês, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A energia elétrica subiu 7,88%, após já ter aumentado 1,95% no mês anterior. O item teve o maior impacto individual sobre o IPCA de julho, uma contribuição de 0,35 ponto porcentual.
Houve manutenção da bandeira tarifária vermelha patamar 2 na passagem de junho para julho, mas o valor adicional cobrado sobre as contas de luz foi reajustado em 52% a partir de 1º de julho, passando a uma cobrança extra de R$ 9,492 a cada 100 kWh consumidos, ante um acréscimo anterior de R$ 6,243.
O encarecimento da energia elétrica também é consequência de reajustes tarifários em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.
Ainda em Habitação, houve aumentos mos preços do gás de botijão (4,17%) e do gás encanado (0,48%). As famílias também gastaram mais com aluguel residencial (0,93%), condomínio (0,66%) e taxa de água e esgoto (0,33%).
Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags