Termo de Uso Política de Privacidade Política de Cookies Conheça O POVO Trabalhe Conosco Fale com a gente Assine Ombudsman
Participamos do

Petrobras anuncia lucro líquido de US$ 8 bilhões no segundo trimestre

Autor - Agência Brasil
Foto do autor
- Agência Brasil Autor
Tipo Notícia

A Petrobras anunciou lucro líquido de US$ 8,1 bilhões no segundo trimestre do ano. A informação foi divulgada na noite desta quarta-feira (4), logo após o fechamento do mercado financeiro.

“A Petrobras atingiu excelentes resultados operacionais e financeiros no segundo trimestre de 2021, com lucro líquido de US$ 8,1 bilhões, impactado positivamente pelo efeito da apreciação do real sobre a dívida. Entre os destaques, estão a geração de fluxo de caixa operacional e a de fluxo de caixa livre, totalizando US$ 10,8 bilhões e US$ 9,3 bilhões, respectivamente, e o EBITDA ajustado de US$ 11,8 bilhões, 32% acima do trimestre anterior”, divulgou a estatal em nota.

Também conhecido como Lajida, a sigla Ebitda (em inglês, Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization) significa “Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização”

Segundo a Petrobras, o resultado positivo permitirá antecipar pagamento de dividendos à União e aos acionistas minoritários.

“Em função desse resultado, o Conselho de Administração da companhia aprovou a antecipação do pagamento de remuneração ao acionista referente ao exercício de 2021 no montante de US$ 6 bilhões, sendo US$ 4 bilhões [R$ 21 bilhões] a serem pagos em 25 de agosto deste ano e US$ 2 bilhões [R$10,6 bilhões] em 15 de dezembro de 2021. Dessa forma, a Petrobras compartilha os ganhos financeiros com a sociedade brasileira. A União, acionista controlador, receberá R$ 11,6 bilhões desse valor e, somadas as parcelas já pagas, o montante chegará ao final de 2021 em R$ 15,4 bilhões.”

A Petrobras destacou também a redução do endividamento, que chegou a uma dívida bruta de US$ 63,7 bilhões, 10,3% inferior ao trimestre passado. O valor está abaixo da previsão para este ano (US$ 67 bilhões) e muito próximo do objetivo de atingir US$ 60 bilhões, inicialmente previsto para o fim de 2022.

O presidente da estatal, Joaquim Silva e Luna, comemorou os números positivos da empresa, frisando que a companhia continua pautada em decisões técnicas.

“É um prazer apresentar os excelentes resultados operacionais e financeiros do segundo trimestre de 2021. Continuamos trabalhando duro, amparados em decisões absolutamente técnicas; evoluindo e tornando-nos mais fortes para melhor investir, suprir um mercado cada vez mais exigente e gerar prosperidade para nossos acionistas e para a sociedade”, afirmou Silva e Luna.

O relatório completo pode ser acessado na página da empresa na internet.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Setor produtivo critica aumento de juros básicos

Economia
20:25 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

A aceleração do aperto monetário pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) recebeu críticas de entidades do setor produtivo. Na avaliação de representantes da indústria, a elevação da taxa Selic (juros básicos da economia) para 5,25% ao ano atrasa a recuperação econômica e pode se refletir na manutenção do desemprego alto nos próximos meses.

Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) classificou de “equivocada” a decisão do Copom. Para a entidade, as altas recentes da inflação não decorrem da demanda, mas de fatores externos que afetam a oferta, como a subida do dólar e o encarecimento de matérias-primas e insumos.

“O controle da inflação de oferta via juros é menos eficaz e requer um forte desestímulo à atividade econômica em um momento em que a recuperação da economia ainda se mostra frágil. A taxa de desemprego ainda está próxima do pico histórico e a produção da indústria de transformação perdeu força ao longo deste ano, apresentando queda em cinco meses no primeiro semestre”, destacou, no comunicado, o presidente da CNI, Robson Andrade.

Para a CNI, as pressões de custos cairão à medida que o dólar caia e o mercado de insumos e matérias-primas se reequilibre nos próximos meses.

Fiesp

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) também criticou o aumento dos juros básicos da economia. Para ela, a decisão pode pôr em risco a “frágil” recuperação da economia brasileira, mantendo o desemprego alto e comprometendo o crescimento em 2022.

“Embora vários segmentos econômicos estejam com desempenho positivo, o mercado de trabalho continua com 14,8 milhões de desempregados e 4,6 milhões de pessoas que, apesar de estarem na força de trabalho antes da pandemia, não estão buscando emprego no momento devido às restrições”, ressaltou a Fiesp, em nota.

“Além disso, o PIB [Produto Interno Bruto] no segundo trimestre deve ter ficado próximo da estabilidade e as expectativas de crescimento para 2022 são de apenas 2,1%, segundo o último boletim Focus [pesquisa divulgada toda semana pelo Banco Central]”, finalizou a entidade.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Dólar cai para R$ 5,18 em dia de decisão do Copom

Economia
18:59 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

Num dia de expectativa com a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o dólar teve leve queda, depois de subir para R$ 5,24 no início da tarde. Depois de dois dias seguidos de alta, a bolsa caiu, influenciada por fatores internos e pela queda das commodities no mercado internacional.

O dólar comercial encerrou a quarta-feira (4) vendido a R$ 5,186, com recuo de R$ 0,007 (-0,13%). A cotação caiu para R$ 5,16 na mínima do dia, por volta das 10h30. Em seguida, subiu influenciada pela recuperação da economia norte-americana, atingindo R$ 5,24 por volta das 12h30, para voltar a operar em baixa durante a tarde.

O mercado de ações teve um dia mais pessimista. O índice Ibovespa, da B3, terminou o dia aos 121.801 pontos, com queda de 1,44%. O indicador operou em baixa durante quase toda a sessão, chegando a cair 2,02% na mínima do dia, pouco antes das 13h.

Nos Estados Unidos, a divulgação de que o setor de serviços cresceu mais que o esperado fez o dólar subir em todo o planeta. Apesar de o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) ter assegurado nas últimas semanas que não pretende retirar tão cedo os estímulos concedidos durante a pandemia de covid-19, os dados fortes aumentam a pressão de que a autoridade monetária da maior economia do planeta reverta as medidas de apoio econômico antes do fim de 2022.

No Brasil, os investidores passaram o dia no aguardo da decisão do Copom, na expectativa de que o Banco Central aumentasse os juros pela quarta vez seguida. Juros mais altos no Brasil atraem capitais externos e conseguem segurar o dólar, mesmo com a ameaça de retirada de estímulos nos Estados Unidos. As negociações em torno do parcelamento de precatórios também afetaram o mercado, com os investidores tendo receio de que a medida fure o teto federal de gastos.

* Com informações da Reuters 

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Estudos indicam potencial petrolífero das bacias da margem equatorial

Economia
18:57 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

Pesquisas relacionadas às bacias sedimentares da Foz do Amazonas, Pará-Maranhão/Barreirinhas e Potiguar, situadas na margem equatorial brasileira, divulgadas, hoje (4), em seminário virtual, mostram semelhanças com descobertas feitas no Golfo da Guiné, na África, e na Guiana/Suriname, indicando grande potencial exploratório. Os estudos foram realizados pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) a partir de dados disponibilizados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

As pesquisas resultam de parceria da ANP com universidades brasileiras e estrangeiras, que possuem acesso gratuito a informações públicas e sem restrições de confidencialidade do setor, armazenados no Banco de Dados de Exploração e Produção (BDEP) da agência. Em contrapartida, as instituições compartilham os trabalhos acadêmicos realizados com base nas informações acessadas.

O diretor substituto da ANP, Raphael Moura, afirmou que faz parte do planejamento estratégico do órgão promover a expansão sustentável da margem equatorial do Brasil, visando propiciar desenvolvimento econômico, geração de empregos e distribuição de renda, oriundos da atividade petrolífera. 

Ele avaliou que o seminário é importante para reforçar e divulgar o potencial petrolífero da margem equatorial. “A margem equatorial brasileira é estratégica porque nós temos ali alto potencial para a descoberta de óleo leve, que tem um valor comercial maior, além de uma localização geopolítica estratégica, próxima dos maiores mercados consumidores do mundo e em uma região cujo índice de desenvolvimento humano. em relação à média brasileira, é menor” explicou.

Interesse estratégico

Para Raphael Moura, a probabilidade de ampliar a atividade industrial nessa região é de interesse estratégico do país. Observou que a margem equatorial, do lado do Brasil, fica no mesmo contexto geológico da Guiana e do Suriname. Em função das descobertas na margem equatorial do lado desses países, o diretor afirmou que há grande interesse e urgência por parte da ANP de conhecer o potencial do lado brasileiro. 

“Ainda ressaltam esse senso de interesse e urgência os processos de transição energética, o maior grau de seletividade de investidores e de empresas petrolíferas em relação à seleção do portfólio e projetos, e a necessidade de sincronizarmos também os projetos que envolvem a produção e exploração do petróleo com as iniciativas que visam a neutralização do carbono”, afirmou.

Ele lembrou que a margem equatorial do Brasil representou o principal foco da 11ª rodada de leilões, realizada pela ANP em 2013, quando foram disponibilizados diversos blocos desde o Amazonas até a bacia potiguar. 

O objetivo dessa rodada foi replicar o modelo de acumulação recém descoberto na costa oeste africana, que culminou na descoberta de inúmeros campos petrolíferos, dos quais o mais notável foi Jubilee, em Gana. Os depósitos petrolíferos encontrados em águas profundas e ultraprofundas no continente africano são esperados em toda a margem equatorial brasileira, que tem evolução geológica análoga à margem oeste da África, disse.

O campo de Jubilee foi descoberto em 2007 e começou a produzir em 2010. As reservas provadas de Jubilee alcançam três bilhões de barris de petróleo. Moura disse que o Brasil ainda não conseguiu comprovar o modelo buscado à época da realização da rodada, em 2013. 

Além desse campo, foram feitas outras descobertas em Gana que acabaram motivando descobertas similares na margem equatorial sul-americana, que apresentam evolução geológica similar. “A gente acaba podendo evidenciar, de maneira inequívoca, os resultados através dos nossos vizinhos”.

Como exemplo, ele citou a descoberta, em 2015, pela Exxon, do Campo de Liza, na Guiana, seguindo-se novas descobertas posteriores. Liza começou a produzir em 2019. Até hoje, a Guiana conta com 19 descobertas confirmadas, que somam mais de nove bilhões de barris de petróleo equivalente recuperáveis. 

Óleo e gás natural

Moura indicou que toda a margem equatorial brasileira está disponível para exploração, mas há apenas três poços perfurados em lâmina d'água acima de dois mil metros. As três bacias objeto dos estudos da Universidade Estadual do Norte Fluminense mostram indícios de óleo e gás natural. 

“A ANP acredita no potencial da margem equatorial como catalisador do desenvolvimento regional, em especial do Norte e Nordeste brasileiros"disse. A ideia, segundo frisou, é repetir o sucesso dos vizinhos Suriname e Guiana. Para atingir esses objetivos, ele observou ser necessário um esforço conjunto da indústria, da academia, do regulador e das políticas de governo. “São necessários investimentos em pesquisa e desenvolvimento e nossas universidades têm um papel central nesses esforços para que possamos converter o potencial da atividade em prosperidade para a sociedade brasileira”.

Os estudos foram apresentados pelo geólogo de petróleo e professor da UENF, Hélio Severiano Ribeiro, pela mestranda Carolina Amorim da Cruz e pela doutoranda Ediane Batista da Silva. Ribeiro informou que a universidade está em busca de financiamento para dar sequência a pesquisas com a modelagem dos sistemas petrolíferos, aplicação de atributos físicos e análise de risco.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Copom eleva juros básicos da economia para 5,25% ao ano

Economia
18:56 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

Em meio ao aumento da inflação de alimentos, combustíveis e energia, o Banco Central (BC) apertou ainda mais os cintos na política monetária. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic, juros básicos da economia, de 4,25% para 5,25% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Esse foi o quarto reajuste consecutivo na taxa Selic, mas o ritmo do ajuste aumentou. Nas últimas três reuniões, o Copom tinha elevado a taxa em 0,75 ponto percentual em cada encontro.

Com a decisão de hoje (4), a Selic continua num ciclo de alta, depois de passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018. Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até alcançar 2% ao ano em agosto de 2020, influenciada pela contração econômica gerada pela pandemia de covid-19. Esse era o menor nível da série histórica iniciada em 1986.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em junho, o indicador fechou no maior nível para o mês desde 2018 e acumula 8,35% em 12 meses, pressionado pelo dólar e pela alta da energia elétrica.

O valor está acima do teto da meta de inflação. Para 2021, o Conselho Monetário Nacional (CMN) tinha fixado meta de inflação de 3,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 5,25% neste ano nem ficar abaixo de 2,25%.

No Relatório de Inflação divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que, em 2021, o IPCA fecharia o ano em 5,82% no cenário base. Mesmo com uma queda nos índices no segundo semestre, esse cenário considera o estouro do teto da meta de inflação em 2021.

A projeção está abaixo das previsões do mercado. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 6,79%. A projeção oficial só será atualizada no próximo Relatório de Inflação, no fim de setembro.

Crédito mais caro

A elevação da taxa Selic ajuda a controlar a inflação. Isso porque juros maiores encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais altas dificultam a recuperação da economia. No último Relatório de Inflação, o Banco Central projetava crescimento de 4,6% para a economia em 2021.

O mercado projeta crescimento maior. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 5,3% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) neste ano.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

 

infografia_selic - ArteDJOR
Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

CNPE aprova novas diretrizes para TAC com petrolíferas

Economia
17:41 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou, hoje (4), novas diretrizes para que a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) assine Termo de Ajustamento de Conduta de Conteúdo Local (TAC) com empresas que exploram e produzem petróleo e gás em território nacional.

A celebração facultativa do TAC de Conteúdo Local foi aprovada pela diretoria da ANP no início de julho. Publicada no Diário Oficial da União de 14 de julho, a Resolução nº 848 permitiu que, em determinados casos, empresas multadas por descumprir a obrigação de empregar um mínimo de bens e serviços nacionais em fases do contrato já encerradas apliquem o valor das multas na contratação de fornecedores nacionais para outras fases do mesmo projeto ou de outros empreendimentos.

A Política de Conteúdo Local (PCL) vem sendo empregada no setor de petróleo e gás natural desde o fim dos anos 90, com o objetivo de estimular o desenvolvimento da indústria nacional e promover a geração de empregos, inicialmente, voluntariamente. Mas, a partir de 2003, a ANP, órgão regulador do setor, passou a exigir percentuais mínimos de emprego de bens e serviços locais nos editais de leilões de blocos de petróleo e gás.

Em nota, o Ministério de Minas e Energia (MME) diz que as novas diretrizes para o Termo de Ajustamento de Conduta que o CNPE aprovou “amplia o leque de atividades passíveis de aplicação de recursos provenientes do TAC já aprovado pela Resolução nº 848, da ANP, de forma a estimular a indústria brasileira”. A pasta estima que a medida pode gerar investimentos de mais de R$ 1,2 bilhão na indústria nacional.

Além da aquisição de bens e serviços nacionais para exploração e produção de petróleo e gás natural, as empresas que celebrarem o TAC com a ANP poderão investir os valores da multa em infraestrutura de refino e distribuição de petróleo e gás natural; atividades de descomissionamento de instalações de produção de petróleo ou gás natural; melhorias em unidades e sistemas de produção de petróleo e gás natural; construção de navios tanques destinados ao transporte e transbordo do petróleo e seus derivados e em atividades relacionadas ao projeto de poço transparentes conforme previsto no Decreto nº 10.336/2020.

Prorrogação

O CNPE aprovou ainda a prorrogação da fase de exploração dos Contratos de Concessão e Partilha de Produção em vigor. Segundo o MME, a medida foi aprovada “em função dos impactos provocados pelo cenário de incertezas vivido pela indústria de exploração e produção de petróleo e gás natural desde 2020”.

O conselho também estabeleceu como de interesse da Política Energética Nacional que a ANP avalie a adoção de medidas para prorrogar a fase de exploração dos contratos por 18 meses. Segundo o ministério, esse prazo adicional permitirá a conclusão de compromissos de investimentos a serem feitos até 2022, que chegam a R$ 3,5 bilhões, além de evitar a “devolução prematura das áreas” e possibilitar a descoberta de novas reservas de petróleo e gás natural para o Brasil.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags