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Inovações podem elevar crédito em 30%

Autor - Agência Estado
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Tipo Notícia

O processo de disrupção do sistema bancário brasileiro, com a adoção de novas tecnologias, é o primeiro passo para diminuir o elevado nível de concentração do setor no Brasil - hoje, os cinco maiores bancos detêm uma fatia superior a 80% do mercado. Além do Pix, que caiu nas graças do consumidor, novas ferramentas como a duplicata eletrônica, o cadastro positivo e agora o Open Banking - previsto para o mês que vem - têm potencial de aumentar a concorrência e turbinar o volume de crédito no País.
Alguns cálculos do mercado apontam para um crescimento de 30% no volume de empréstimos e financiamentos concedidos. Mas, ao contrário do Pix, os avanços serão graduais, ao longo de dois a três anos. Para alguns especialistas, o setor está iniciando uma década de grandes transformações e uma revolução no crédito - uma das áreas mais carentes do sistema financeiro nacional.
Enquanto o crédito no Brasil representa 64% do Produto Interno Bruto (PIB), na China é de 165%; no Japão, 176%; e nos Estados Unidos, 191%. Ou seja, há um mercado extenso para ser explorado. "Estão sendo criadas condições para promover uma verdadeira revolução no financiamento das empresas brasileiras", diz o economista Carlos Antonio Rocca, coordenador do Centro de Estudos de Mercado de Capitais da Fipe (Cemec-Fipe).
O mecanismo que deve provocar mudanças mais significativas no mercado é o Open Banking, já usado em outras partes do mundo. Basicamente, trata-se do compartilhamento de informações entre as instituições financeiras. Com essa abertura, qualquer banco poderá ter o histórico do cliente, com a vida financeira e os hábitos diários de cada um, o que permitiria uma oferta maior de crédito para a população.
"A expectativa é que o Open Banking elimine intermediários e barreiras competitivas. Isso vai colocar todo mundo no mesmo ringue", diz o diretor da área bancária da consultoria Roland Berger, João Bragança. Na avaliação dele, em dois ou três anos o País deverá ver uma mudança no market share do setor por causa dessa inovação.
Queda de receita
Isso implicaria redução de rentabilidade para os grandes bancos. O cálculo da Roland Berger aponta para uma queda de até R$ 110 bilhões de receitas dos grandes bancos com a implementação do Open Banking e entrada de novas instituições no mercado. De acordo com o trabalho da Roland Berger, o acesso a mais informações permitirá que novos entrantes consigam refinar suas ofertas de portfólios e até os seus modelos de risco de crédito.
O diretor executivo de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Leandro Vilain, não acredita nessa perda calculada pela Roland Berger. Isso porque os grandes bancos estão trabalhando na estruturação de novos produtos para apresentar ao mercado no dia seguinte ao lançamento do Open Banking, previsto para 10 de agosto. "Alguns já têm produtos prontos para serem lançados."
Para o diretor financeiro da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), Renan Schaefer, o Open Banking vai chegar para o consumidor em forma de mais competição, novos produtos financeiros, mais crédito, taxas de juros menores e novas garantias.
"As PMEs (pequenas e médias empresas), por exemplo, envolvem um mercado que sempre foi negligenciado pelos grandes bancos. As fintechs podem ajudar a melhorar o ambiente de negócios." Na avaliação dele, por causa da assimetria de informações, hoje essas empresas são atendidas com produtos financeiros que não são adequados ao perfil delas. Isso quando são atendidas.
A presidente da Captalys, Margot Greenman, acredita que os benefícios para os clientes virão ao longo da implementação do Open Banking, cujo cronograma continua ao longo do ano. Cada fase vai acrescentar uma nova funcionalidade, a exemplo do que vem ocorrendo com o Pix. Em agosto, haverá o compartilhamento de dados de contas e cartões de crédito. Depois, será possível compartilhar propostas (de serviços ou produtos). E, por fim, qualquer dado financeiro.
"O mercado de crédito no Brasil representa um terço de mercados desenvolvidos. Isso significa que pode crescer 3 vezes", diz Margot. "O problema é que o País tem o maior custo de crédito do mundo. A disparidade com outros mercado é muito grande."
O presidente da Associação Brasileira de Crédito Digital, Rafael Pereira, cofundador da fintech de crédito Open, concorda. Segundo ele, a penetração do crédito nas famílias brasileiras é baixa, em torno de 40% da renda, enquanto em outros países chega a 100%. "No Brasil, as famílias usam pouco crédito."
Baixa competição
Além do Open Banking, a possibilidade de expansão do crédito pode ser explicada pela queda da taxa Selic para os menores patamares da história - hoje, em 4,25% ao ano. Apesar disso, com baixa competição, as taxas cobradas do consumidor ainda são uma das maiores do mundo. O que pode mudar a partir de agora.
O economista Carlos Antonio Rocca, coordenador do Centro de Estudos de Mercado de Capitais da Fipe (Cemec-Fipe), destaca que uma das medidas com capacidade para elevar o volume de credito para empresas é a duplicata eletrônica, que praticamente elimina o risco de fraude e dá mais credibilidade ao processo.
"Com a duplicata eletrônica, há agentes que vão acompanhar o processo desde a emissão da nota fiscal e da duplicata até o uso do documento como garantia", diz Rocca. Com a duplicata de papel, a empresa poderia apresentar o mesmo documento em mais de uma instituição, o que aumentava o risco da operação.
A maior transparência do documento digital dará ao recebível inúmeras possibilidades de antecipação, como a compra dos papéis por fundos de investimentos e a venda em mercado secundário. Tudo isso resulta em maior oferta de crédito.
O sistema de antecipação de desconto de duplicatas, no entanto, ainda está sendo estruturado. Segundo o diretor executivo de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Leandro Vilain, neste momento o setor está definindo junto com o Banco Central como será a infraestrutura deste novo modelo, que é bastante complexa. "Digamos que isso tudo ainda está na prancheta. Ainda não começamos a obra e deve demorar cerca de um ano para começar a operação."
Outro fator que deve aumentar a concorrência, segundo Rocca, é o surgimento de novas fintechs. Segundo dados da plataforma de inovação Distrito, o Brasil tem hoje 1.211 fintechs - 40 a mais do que em dezembro de 2020. Desse total, 174 são fintechs voltadas para o mercado de crédito, que é a segunda categoria com maior número de empresas, atrás apenas do segmento de meios de pagamento (181). A maior parte das fintechs de crédito é, de fato, de oferta de empréstimo. Mas há uma série de empresas de marketplace que reúnem um conjunto de linhas de crédito numa única plataforma.
Na avaliação do diretor financeiro da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), Renan Schaefer, o Brasil tem uma grande oportunidade de criar uma grande disrupção no mercado de crédito, com produtos inovadores e maior competição entre as instituições. "O Open Banking, por exemplo trará grandes benefícios para o mercado. A expectativa é que o crédito avance entre 10% e 30% em relação ao volume atual de crédito do País."
Com as inovações regulatórias, o presidente da Associação Brasileira de Crédito Digital, Rafael Pereira, cofundador da fintech de crédito Open, vê o mesmo potencial de universalização que a privatização trouxe para a telefonia, com a portabilidade. Para ele, o sistema financeiro ficou muito elitista ao longo dos anos e excluiu muita gente por causa das tarifas elevadas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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CMN institui prazo de 24 meses para operações do Programa de Estímulo ao Crédito

ECONOMIA
21:23 | Jul. 29, 2021
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O Conselho Monetário Nacional (CMN) estabeleceu nesta quinta-feira, 29, em reunião ordinária, um prazo mínimo de 24 meses para as operações ao amparo do Programa de Estímulo ao Crédito (PEC). Além disso, o colegiado estabeleceu que os créditos no âmbito do PEC não podem ser vinculados à utilização para quitação de outros débitos do beneficiário com o banco.
Em nota, o Banco Central lembrou que "em razão das limitações impostas pela pandemia, quando houve severas limitações da atividade econômica, muitas empresas tiveram seu faturamento bastante reduzido, principalmente aquelas de menor porte". "Com capital de giro consumido e dificuldade de honrar obrigações de curto prazo, necessitam de crédito com prazos mais longos, para ter tempo suficiente de recuperar suas condições financeiras, o que motivou a Medida Provisória 1057/2021, que criou o Programa de Estímulo ao Crédito", acrescentou o BC.
O BC afirmou ainda que o programa "tem por objetivo criar incentivos para ampliar o acesso ao crédito por esse segmento, contribuindo assim para que esses agentes tenham melhores condições de atravessar os efeitos da pandemia ainda presentes e estejam mais bem preparados para a fase de recuperação econômica".
Conforme o BC, os créditos do PEC não poderão ser vinculados à "retenção dos valores para pagamento, total ou parcial, de débitos preexistentes; e previsão de cláusulas que direcionem os valores para o pagamento, total ou parcial, de débitos preexistentes".
O CMN realizou reunião ordinária na tarde de hoje. Os votos do colegiado começaram a ser divulgados após as 18 horas.
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Banco do Nordeste libera R$ 302 milhões em crédito para micro e pequenas empresas pelo Pronampe

ECONOMIA
15:32 | Jul. 29, 2021
Autor Alan Magno
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Tipo Noticia

Responsáveis por micro e pequenas empresas poderão recorrer ao Banco do Nordeste para solicitar financiamento para capital de giro. Em adesão ao  Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), a entidade liberou nesta quinta-feira, 29, fundo de R$ 302 milhões para empréstimos de até R$ 150 por empresa. Cada empreendimento poderá terá prazo de 18 meses para quitação, sendo 11 meses de carência. 

Ação deve beneficiar microempresas e empresas de pequeno porte que estejam sediadas em qualquer estado da região Nordeste ou no Norte dos estados de Minas Gerais e Espirito Santo. O BNB pontua ainda que o valor do crédito a ser disponibilizado para cada entidade será proporcional à receita bruta anual do empreendimento, não ultrapassando os 30% do montante faturado no ano anterior ao pedido do empréstimo.

Dessa forma, somente terão direito ao empréstimo microempresas com receita bruta igual ou inferior a R$ 360 mil e empresas de pequeno porte, com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões, na base de cálculo do ano imediatamente anterior ao pedido de financiamento. 

Nos casos de empresas com menos de um ano de funcionamento, o limite do crédito será estabelecido a partir de carta de habilitação ao Pronampe, emitida pela Receita Federal do Brasil, ou de no máximo 50% do montante que corresponde ao capital social do negócio. O BNB, frisa, porém, que não há exceções para o teto máximo de R$ 150 mil por empréstimo.

No balanço semestral, o BNB já liberou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em recursos para micro e pequenas empresas por meio de outros programas de financiamento. Com relação ao Pronampe, na primeira etapa, realizada em 2020, a entidade aplicou R$ 207 milhões em linhas de crédito relacionadas a medida federal, beneficiando 3.314 empreendedores.  

O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte é um programa do Governo Federal, instituído pela Lei nº 13.999, ainda em maio de 2020 como medida de apoio ao setor empresarial que foi afetado pela pandemia de Covid-19. Neste ano, a medida foi renovada no dia 2 de julho, com a construção de um fundo garantidor de R$ 5 bilhões, com intuito de ser um reforço aos bancos na liberação de crédito para tal público.

Interessados em saber mais sobre a adesão do BNB ao Pronampe e como podem se beneficiar das linhas de crédito ofertadas, podem ligar para o número 0800 728 3030 caso sejam clientes da instituição e caso não sejam, podem consultar o site do Banco do Nordeste, clicando aqui.

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Procura dos consumidores por crédito cresce 26% no primeiro semestre

Economia
16:43 | Jul. 28, 2021
Autor Agência Brasil
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A procura dos consumidores por crédito cresceu 26,2% no primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2020, segundo levantamento da Serasa Experian. Na comparação entre junho e o mesmo mês do ano passado, o crescimento na demanda por crédito ficou em 23,7%.

O maior crescimento foi na faixa de renda de até R$ 500 por mês, que registrou no mês passado elevação de 34,3% em relação a junho de 2020. Para aqueles com renda mensal entre R$ 1 mil e R$ 2 mil, a demanda por crédito aumentou 21,3% em junho e, para a faixa entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, subiu 21%.

No recorte por regiões, o Nordeste teve o maior crescimento na procura por crédito no primeiro semestre. Na comparação com o período de janeiro a junho de 2020, a alta ficou em 38,1%. No Norte, a expansão da demanda ficou em 35,2%; no Centro-Oeste, em 35,2%; no Sudeste, em 24,2%. e, no Sul, em 15,6%.

Segundo o economista Luiz Rabi, da Serasa Experian, o aumento da demanda por crédito é uma retomada após a queda provocada pela pandemia de covid-19 no primeiro semestre de 2020. “Esse aumento está ligado, principalmente, ao avanço da vacinação que, no atual cenário, melhora a confiança financeira dos consumidores”, afirmou.

Além disso, as taxas de juros continuam baixas, favorecendo a tomada de empréstimos. “As taxas de juros permaneceram em níveis atrativos, encorajando a tomada de crédito tanto para a aquisição de bens como para renegociação de dívidas”, acrescentou Rabi.

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Entre belezas naturais e esportes radicais, Ceará reina no turismo

00:30 | Jul. 26, 2021
Autor Leda Maria
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Tipo Opinião

Movimentação turística no Ceará dispara. Ressaltem-se as belezas naturais, principalmente dos mares verdes, de água morna (26 graus), cercado de paisagens lindas, acompanham os cenários banhados pela luminosidade do sol e o brilho das estrelas e da lua cheia. Também a imagem do governo revelando desenvolvimento, seriedade e compromisso com o turismo, permitindo assim o desenvolvimento do produto interno bruto, e a nossa hospitalidade são outros fatores fortalecendo projetos.

Chegar às praias é chegar a pontos de emoção que não se comparam a nada. Aqui se descobre novos destinos para viver grandes e inesquecíveis experiências, além de sair da rotina, ficar distante do cotidiano, acercar-se de nova cultura e culinária. Os próprios nativos despertaram com a Pandemia para curtir essa sua Casa. Brasileiros de todas as partes se agrupam com estrangeiros. Novos amigos e novos amores chegam e curtem o bem-aventurado romantismo.

Decreta-se que as praias de Fortaleza e da Região Metropolitana são as mais atraentes do mundo para a juventude, dispondo de bons hotéis e pousadas, além de cenários perfeitos para o esporte. A canoagem está em alta, ganhando a adesão de grupos. O kitesurf, beach tênis, golfe, hipismo destacam-se. O Ceará é atração para o mundo, o que leva a um aumento de mais de 60% do fluxo turístico, neste mês com a redução dos casos de Covid-19. E esta elevação aumentará com a volta dos voos de Miami em novembro, e Orlando e Buenos Aires em janeiro.

MOLDURAS

O encanto das serras gaúchas atraiu os amigos: Rosângela e Ricardo Cavalcante; Ana e Beto Studart; Ana D'Áurea e Lauro Chaves; Bebel e Evandro Pessoa. A programação até ontem foi intensa, cheia de alegrias e atrações culinárias
O encanto das serras gaúchas atraiu os amigos: Rosângela e Ricardo Cavalcante; Ana e Beto Studart; Ana D'Áurea e Lauro Chaves; Bebel e Evandro Pessoa. A programação até ontem foi intensa, cheia de alegrias e atrações culinárias (Foto: Arquivo Pessoal)

TUDO AZUL

A lua cheia e deslumbrante do fim de semana levou um grupo de amigos a festejar os queridos Fernandinha Franco e Eduardo Carvalho Rocha. Eles romperam a solteirice e casaram-se, entre as mais lindas juras de amor. No cartório, o fato foi testemunhado apenas pela irmã dela, Erika e o amigo Alan Gaspar. Interrogados sobre "este milagre" de alianças, a declaração foi única: descobrimos ao lado um do outro a verdadeira paz, acompanhada de uma tranquilidade tão necessária ao nosso dia a dia.

Casal Fernandinha Franco e Eduardo Carvalho Rocha
Casal Fernandinha Franco e Eduardo Carvalho Rocha (Foto: Arquivo Pessoal)

PASSARELA

Realizando mais um saboroso projeto de atração gastronômica, vamos comemorar, com sabor especial, o Dia dos Pais. Grupo de papais atuantes e poderosos irão cozinhar para seus filhos e mostrar ao telespectador. O POVO e Senac produzem uma série de quatro vídeos onde o médico Abelardo Targino; o presidente da OAB Ceará, Erinaldo Dantas; e o diretor do Hotel Dom Pedro Laguna, Vandocyr Romero, revelarão as suas histórias e receitas colhidas nesta paixão antiga.

Para quem quer sucesso em seus negócios, o Sebrae desenvolve hoje, às 19 horas, o Seminário Gestão das Finanças e Crédito. Carol Dias, educadora financeira e influenciadora digital vai contar como é possível ao micro e pequeno empresário, lidar com o dinheiro de maneira saudável quando mudamos nossa mentalidade. Mais informações: 0800 570 0800.

O projeto de lei elaborado por um grupo de advogados, estabelecendo atendimento prioritário para advocacia em entidades públicas de Fortaleza foi protocolizado na Câmara Municipal de Fortaleza, devendo tramitar quando do retorno das atividades da Casa. Vereador Pedro França apadrinhou, deixando feliz os amigos advogados Roberto Victor e Andrey Aguiar, todos na foto
O projeto de lei elaborado por um grupo de advogados, estabelecendo atendimento prioritário para advocacia em entidades públicas de Fortaleza foi protocolizado na Câmara Municipal de Fortaleza, devendo tramitar quando do retorno das atividades da Casa. Vereador Pedro França apadrinhou, deixando feliz os amigos advogados Roberto Victor e Andrey Aguiar, todos na foto (Foto: Arquivo Pessoal)

MAIS, MAIS

Feriadão para todas as entidades escolares, em setembro, de 6 a 10. Nunca a Pátria foi tão "comemorada".

Padre Eugênio acompanha parte de seu projeto para o Mosteiro dos Jesuítas, em Baturité, sendo executado. Atos religiosos, jantares musicais e hospedagem.

Federação de Bandeirantes do Brasil, núcleo de Fortaleza agenda a comemoração do dia 13 de agosto, liderada pela presidente e vice, Vera Freitas e Marliete Souza.

Marize Castelo Branco passou o fim de semana em retiro espiritual, em centro de oração no Porto das Dunas.

Elyaninha Macedo e Lêda Maria preparam bazar de belas roupas femininas. Renda em benefício das obras das Irmãs Carmelitas.

Empresário João Soares Neto, um incentivador da cultura, leva a funcionar, no Shopping Benfica, a Biblioteca Infantil Monteiro Lobato. A entrada e permanência naquele centro de leitura são totalmente gratuitas.

Para Nazareno Oliveira um bom presente, além de livros, é o licor Baileys.

Amigos e participantes da Academia Cearense de Cultura lembrando o Patrono da Cadeira 19, psicólogo, professor e padre Joaquim Colaço Dourado, que se vivo fosse, completaria 92 anos.

Flávia Alessandra, atriz e modelo, acompanhada do marido Otaviano Costa veio curtir a beleza e o conforto do Carmel Taíba.

Ontem foi dia de abraçar a querida Ana Juaçaba, aniversariante. Hoje, o orientador financeiro de muitos, Raimundo Padilha, e Sônia Ternura Uchôa.

Jornalista Nazareno Albuquerque, aniversariante do dia 22, comemorou a data entre o carinho e os cuidados da querida Jovina.

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EUA: crédito ao consumidor avança US$ 35,3 bi em maio; previsão US$ 18,3 bi

ECONOMIA
16:29 | Jul. 08, 2021
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O crédito ao consumidor dos Estados Unidos cresceu US$ 35,3 bilhões em maio ante o mês anterior, informou nesta quinta-feira, 8, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano). O resultado representa um avanço anualizado de 10%, após ajustes, segundo comunicado da instituição. Analistas ouvidos pelo Wall Street Journal previam US$ 18,3 bilhões.

O Fed informou ainda que o crescimento do crédito no mês de abril frente a março foi de US$ 20,0 bilhões, mostrou uma revisão, de US$ 18,6 bilhões antes informados.

* Com informações da Dow Jones Newswires

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