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Bolsonaro aposta em 'pacote de bondades' para se cacifar à reeleição

Autor - Agência Estado
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A economia é hoje a principal trincheira e última linha de defesa do presidente Jair Bolsonaro para tentar garantir sua reeleição em 2022. Com apoio do Centrão, o presidente vem montando um cardápio de medidas econômicas para evitar maior perda de popularidade, na esteira das revelações feitas pela CPI da covid-19, e chegar competitivo ao pleito do próximo ano.
Especialistas ouvidos pelo Estadão apontam que a incógnita é saber se o presidente e os políticos aliados do Centrão conseguirão arremeter a tempo o "avião da economia" para que os efeitos da retomada atual, até agora muito desiguais, cheguem até a maior parte da população.
No cardápio de "bondades", estão a elevação para R$ 300 (ou mesmo um valor acima) do benefício médio do Bolsa Família (que hoje é de R$ 190); o pacotão do emprego com um bônus de R$ 550 para a qualificação de jovens e informais; aumento da faixa de isenção e correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e desoneração forte do imposto pago pelas empresas; novas medidas de desoneração do diesel; reajuste dos salários dos servidores; e ainda um novo programa de refinanciamento de dívidas tributárias.
Todas essas medidas estarão combinadas com um Orçamento irrigado de emendas parlamentares para aliados, fundo eleitoral mais gordo, folga maior no teto de gastos (regra da Constituição que fixa um limite anual para os gastos) e medidas que vão colocar dinheiro extra no caixa no ano que vem, como leilões de concessões já programados.
Um ponto de inflexão será a divulgação do relatório da CPI da Covid, prorrogada por mais 90 dias e que pode dar combustível a um quadro mais turbulento. "É justamente o momento em que o governo estará negociando a votação do Orçamento e o Bolsa Família", chama a atenção Rafael Cortez, cientista político e sócio da Tendências Consultoria. Na sua avaliação, a economia deve, ao menos, ajudar a fazer o movimento de estancar a perda de popularidade - "que já é muito relevante". Para Cortez, olhando para o quadro eleitoral, o governo Bolsonaro ainda é muito competitivo e, em parte, isso tem como explicação a economia.
Os economistas apontam que o ganho do cenário econômico, por si só, ainda não é capaz de reverter o processo de aumento de rejeição e nem o reforço do Bolsa Família seria uma "bala de prata" capaz de levar o presidente ao segundo turno com chances de vitória. Estudos sobre impacto de programas de transferência de renda na eleição mostram que não é trivial limitar a faixa de quem ganha e de quem perde. Além disso, o auxílio emergencial inicial de R$ 600 colocou o sarrafo lá em cima. Com a diminuição do valor para R$ 250, em média, o benefício perdeu o poder de proteção da popularidade que tinha em 2020.
Se a chave do cofre e o comando da agenda do Congresso pelo Centrão favorecem a estratégia econômica pró-eleição, a aceleração da inflação, o desemprego e o risco de racionamento de energia em 2022 jogam contra ela. Não por acaso, o ministro da Economia, Paulo Guedes, está tentando implementar um programa de emprego robusto, com recursos de fora do Orçamento, vindos do Sistema S, e vem abandonado os pilares da sua política liberal para atender os pedidos de Bolsonaro e do Centrão.
"Uma das variáveis mais importantes para a popularidade é o emprego, e esse ainda vai reagir. Parece que ainda tem muita água para rolar embaixo da ponte, principalmente quando a economia reabrir mesmo e o emprego começar a andar", avalia Caio Megale, economista-chefe da XP. Segundo ele, o foco no programa de qualificação da mão de obra é fundamental para o governo.
Responsável pelas pesquisas de avaliação de popularidade na XP, Victor Scalet diz que o modelo de aprovação presidencial usado pela companhia, que contém dados desde 1996, indica que a avaliação do presidente deveria subir para cerca de 40 a 45 pontos de aprovação no período eleitoral de 2022. Mas houve uma quebra da correlação que existia antes entre a melhora da pandemia e a avaliação do presidente. "A correlação, que vinha muito forte desde o começo da pandemia, quebrou porque a avaliação negativa dele continua subindo." A CPI da pandemia acabou "fazendo preço", no jargão do mercado.
Na corrida eleitoral, outro fator que pode jogar contra ou a favor é que as eleições estão sendo decididas, cada vez mais, perto do dia do pleito. "Vamos percorrer uma eternidade até iniciar a disputa eleitoral de 2022. Um tempo longo como esse dificulta qualquer tipo de previsão a priori", diz o ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung. Segundo ele, na saída de uma crise da envergadura da pandemia, o quadro é muito mais complexo. "A dita polarização atual pode derreter o processo e melhorias econômicas, se não chegaram à população, não têm impacto na decisão eleitoral."
O que está em estudo
- Novo Bolsa Família: Benefício médio de R$ 300 ou até com valor maior.
- Pacote para o emprego: Qualificação e contração de jovens e informais, incluindo pagamento de bônus.
- Vale-gás: Botijão de gás a cada 60 dias bancado com recursos da Petrobrás.
- Desoneração do IR: Aumento da faixa de isenção de R$ 1,9 mil para R$ 2,5 mil e correção da tabela do IR. Cerca de 5,6 milhões de brasileiros devem ficar isentos. Redução da alíquota do IR de empresas
Obstáculos
- Alta de preços, com aceleração da inflação.
- Tarifa de energia mais alta.
- Risco de racionamento.
- Desemprego recorde.
- Juros em elevação.
- Risco de nova onda da covid-19, com cepa mais contagiosa.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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'Harmonia e independência dos Poderes não implicam impunidade', diz Fux

POLÍTICA
2021-08-02 16:22:44
Autor Agência Estado
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No discurso de reabertura das atividades do Judiciário, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, reagiu aos ataques dos últimos dias desferidos pelo presidente Jair Bolsonaro e, em tom contundente, disse que "os juízes precisam vislumbrar o momento adequado para erguer a voz diante de eventuais ameaças". Fux não citou o nome de Bolsonaro, mas o recado foi claro quando ele cobrou respeito às instituições e afirmou que a manutenção da democracia exige permanente vigilância.
"Harmonia e independência entre os Poderes não implicam impunidade de atos que exorbitem o necessário respeito às instituições", afirmou Fux nesta segunda-feira, 2. A intervenção de Fux ocorre num momento de crise institucional entre os Poderes, na esteira de acusações de Bolsonaro contra a urna eletrônica e ameaças golpistas de que não haverá eleições se não houver voto impresso.
O presidente do STF vinha sendo cobrado a se posicionar diante das ameaças golpistas de autoridades do governo federal. Como antecipou o Estadão, Fux se dedicou nos últimos dias a redigir o discurso lido na tarde de hoje. Em resposta, o ministro sinalizou que punições aos excessos não estão fora do escopo da Corte: "Nós, do Supremo Tribunal Federal, ainda quando nossas atuações tenham que ser severas, jamais abdicaremos os nossos deveres e responsabilidades".
"Os Poderes em geral atuam independentes e harmônicos, sem que haja superpoderes entre aqueles instituídos pela ordem constitucional", afirmou. "Permanecemos atentos aos ataques de inverdades à honra dos cidadãos que se dedicam à causa pública. Atitudes desse jaez deslegitimam veladamente as instituições do País; ferem não apenas biografias individuais, mas corroem sorrateiramente os valores democráticos consolidados ao longo de séculos pelo suor e pelo sangue dos brasileiros que viveram em prol da construção da democracia de nosso país".
Sem citar nominalmente o presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Defesa, Walter Braga Netto, a mensagem de Fux foi entregue de forma clara aos destinatários, que também inclui os comandantes das Forças Armadas. Como revelou o Estadão, o general que chefia a pasta da Defesa mandou um interlocutor avisar aos Poderes que os militares não estariam dispostos a permitir a realização de eleições em 2022 se não fosse aprovado o voto impresso. O recado chegou ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que cobrou de Bolsonaro respeito à democracia. O parlamentar alagoano ainda teria dito que não está disposto a pactuar com rupturas institucionais.
Em discurso afinado com o do presidente da Câmara, Fux afirmou que a manutenção da democracia exige vigilância permanente e pressupostos indissociáveis à estabilidade das instituições. "Numa sociedade democrática, momentos de crise nos convidam a fortalecer - e não deslegitimar - a confiança da sociedade nas instituições. Afinal, no contexto atual, após trinta anos de consolidação democrática, o povo brasileiro jamais aceitaria que qualquer crise, por mais severa, fosse solucionada mediante mecanismos fora dos limites da Constituição", afirmou.
Na quinta-feira, 30, porém, o presidente Jair Bolsonaro voltou a subir o tom contra as instituições e a ameaçar a estabilidade democrática. O político realizou uma transmissão ao vivo que prometia ser o desfecho do tumulto histórico de ilações de fraude eleitoral. Bolsonaro, porém, entregou aos espectadores duas horas de notícias falsas, vídeos datados e fora de contextos e análises enviesadas sobre o processo de auditagem das urnas.
"É de sabença que o relacionamento entre os Poderes pressupõe atuação dentro dos limites constitucionais, com freios e contrapesos recíprocos, porém com atuação harmônica e alinhamento entre si em prol da materialização dos valores constitucionais", afirmou. "O regime democrático necessita ser reiteradamente cultivado e reforçado, com civilidade, respeito às instituições e àqueles que se dedicam à causa pública. Ausentes essas deferências constitucionais, as democracias tendem a ruir".
Ao fim do discurso, entretanto, Fux voltou a cobrar a temperança e o respeitos às instituições. Segundo o magistrado, a Corte trabalha para que onde haja hostilidade, no lugar, tenha respeito, e reforçou "nunca é tarde para o diálogo e para a razão". "O Supremo Tribunal Federal, seja nos momentos de calmaria, seja nos momentos de turbulência tem cumprido seu papel de salvaguardar a Constituição, atuando em prol da estabilidade institucional da nação da harmonia entre Poderes e proteção da democracia, sempre pelo povo e para o povo brasileiro", disse.
Fux ainda destacou que "o tempo da Justiça não é o tempo da política" e que a sociedade não espera do magistrado o comportamento de atores políticos. Ele também destacou que "o brasileiro de hoje não quer polarização exagerada, quer emprego e vacina".
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"Esquerda e direita têm medo de mim", diz Ciro Gomes

Eleições 2022
2021-08-02 14:45:00
Autor Vítor Magalhães
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O ex-ministro e provável presidenciável Ciro Gomes (PDT) divulgou vídeo nesta segunda-feira, 2, nas redes sociais, onde reforçou seu distanciamento da esquerda e da direita no País. Criticando ambos os espectros políticos que, segundo ele, tentam impedi-lo de se tornar presidente, Ciro alegou que ambos “têm medo” do seu projeto político.

“Há muito tempo tentam impedir que eu chegue à presidência. Me colocam todo tipo de armadilha e eu mesmo caminhei ingenuamente para alguma delas. Por que fazem isso?”, questiona, já respondendo na sequência: “Porque tanto a extrema direita quanto a extrema esquerda temem meu projeto. Esquerda e direita têm medo de mim”.

Na peça, Gomes diz ainda que os grupos não conseguem acusá-lo de três coisas: ser “corrupto”, “incompetente” e de “não ter propostas” de governo. “A esquerda e a direita sabem que, se eleito, minha forma de governar vai mudar a régua estreita que mede as velhas ideologias”.

A ênfase no distanciamento de ambos os lados reforça tentativa do pedetista de se firmar como nome da chamada terceira via eleitoral para 2022. Concorrendo a esse posto estão ainda nomes do PSDB, como os governadores João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS).

Ciro Gomes vem postando ao longo deste ano diversas peças com críticas ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os dois melhores colocados, até então, nas pesquisas eleitorais sobre a eleição presidencial do ano que vem.

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Maioria dos brasileiros acredita que Bolsonaro é corrupto, diz pesquisa

2.884 pessoas ouvidas
2021-08-02 12:53:08
Autor Filipe Pereira
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Uma pesquisa divulgada pelo instituto Atlas Político, na manhã desta segunda-feira, 2, através do site Valor Econômico, revela que a maioria dos brasileiros acredita que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) estaria diretamente envolvido em práticas de corrupção durante a compra das vacinas contra o novo coronavírus.

De acordo com o levantamento, 54,3% dos entrevistados enxergam um possível envolvimento do mandatário nas irregularidades na aquisição de imunizantes. Entre os que acreditam que Bolsonaro é honesto e não possui nenhuma ligação com possíveis esquemas de corrupção, somam-se 35,4% da população. Outros 10,3% não souberam responder.

LEIA MAIS l Rejeitado por 62% da população, Bolsonaro perderia para Lula, Mandetta, Ciro, Haddad e Doria

A pesquisa entrevistou 2.884 pessoas entre 26 e 29 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais. A desconfiança cresce a medida que integrantes do governo entram para a análise. A pesquisa mostra que 61,2% da população associam aliados de Bolsonaro no Congresso, e no meio empresarial, a práticas de corrupção.

Para 56,4% dos entrevistados, o presidente encobertou possíveis casos de corrupção em seu governo. As suspeitas que corroboram com este pensamento são os casos de superfaturamento, no escândalo da Covaxin com o Ministério da Saúde e de propina, na negociação de US$ 1 por dose nas 400 milhões de vacinas da Davati com o governo federal. 

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A dupla ameaça de Mourão e Bolsonaro é jogo para a plateia

2021-08-02 11:55:00
Autor O Povo
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O presidente Jair Bolsonaro, naquele seu linguajar tosco, deixa no ar a possibilidade de não candidatar-se à reeleição em 2022 (o que faria com que a sua única promessa de campanha fosse cumprida). O general Hamilton Mourão, no seu jeito educado, ao modo media training, lança o balão de ensaio de que pode renunciar à vice-presidência.

Partido Militar
Ambos falam para a plateia. Bolsonaro para a sua horda de fanáticos, pronta a obedecer o "duce", esperando apenas a ordem para entrar em ação, qualquer que seja ela.

Mourão fala para o “Partido Militar” que, segundo o coronel Marcelo Pimentel, não quer largar o osso, com ou sem Bolsonaro. Para os generais, segundo o coronel, o presidente seria uma “peça descartável”, pois o objetivo principal dos fardados é a manutenção do poder. Para Pimental, o partido militar nunca deixou de existir, apenas esteve "adormecido" depois da Constituição de 1988, tendo voltado ao poder usando Bolsonaro como instrumento.

Renúncia
A meu ver, existe sim a possibilidade de Mourão renunciar, ou chutar o pau da barraca, passando a fazer oposição aberta a Bolsonaro. Mas não seria agora. Ele pretende esperar o desenrolar dos acontecimentos para ver até onde vai a queda de Bolsonaro para tomar sua decisão.

“Terceura via”
Mourão pode até ser candidato (a presidente ou a vice) na chamada "terceira via", que tem o apelido de "centro", mas é a velha direita brasileira. E esta, do mesmo modo que não se peja em apoiar um candidato de extrema direita, não contará pipoca para aninhar em seus braços o Partido Militar. Ou seja, seria a solução militar sem Bolsonaro.

Abandonado
Assim, abandonado, com uma “terceira via” competitiva e mais um candidato forte (Lula), haveria o risco de Bolsonaro ficar fora do segundo turno. Em assim sendo, ele anunciaria em uma “motociata” que não participaria da eleição, chamando a horda que o segue para criar um “problema pior” do que aconteceu nos Estados Unidos, segundo sua própria declaração.

A desculpa, claro, seria a ausência do "voto impresso e auditável", a realidade é que nessa situação, sem a possibilidade de vencer a eleição, só restaria a Bolsonaro apelar para o aprofundamento do caos. Isso explica seus discursos cada vez mais estrambóticos, ainda que desagrade o seu mais novo amigo de infância, o Centrão.

*
PS. Quem quiser saber mais sobre o coronel da reserva Marcelo Pimentel, crítico severo do governo e da atuação das Forças Armadas na política, pode pesquisar no Youtube. Em vários vídeos, ele expõe o que pensa sobre o assunto.

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Bolsonaro quer disputar eleições por sigla em que escolha candidatos para SP e RJ

POLÍTICA
2021-08-02 11:07:47
Autor Agência Estado
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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, nesta segunda-feira (2), que gostaria de concorrer à reeleição em 2022 por um partido que o permitisse escolher candidatos aos governos do Rio, de São Paulo e a oito cadeiras no Senado. "Se chegar num acordo nesse sentido e for bom para a outra parte, a gente faz um casamento. E tenha certeza que a gente vai ser feliz por um bom tempo", declarou em entrevista à Rádio ABC, de Novo Hamburgo (RS).
Bolsonaro reiterou que mantém negociações com o Progressistas, presidido pelo ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira. Sua filiação à sigla seria mais um passo em direção ao Centrão, ala mais fisiológica do Congresso com a qual o Planalto tem feito alianças em troca de governabilidade
O chefe do Executivo disse que pretende escolher a sigla pela qual disputará o pleito até março do próximo ano, quando ainda poderia escolher nomes para concorrer ao Legislativo e atuar como base de apoio do governo no Congresso em eventual segundo mandato. "A definição tem que vir no máximo em março. Se eu pensar em disputar uma eleição, tem que fazer uma bancada", afirmou o presidente.
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