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Dia dos Pais no Ceará deverá movimentar R$ 158,1 mi em 2021, aponta CNC

No cenário nacional, a projeção está em R$ 6,03 bilhões – uma alta de 13,9% em relação ao ano passado. As boas projeções para este ano são favorecidas tendo a fraca base comparativa de 2020
18:54 | Jul. 30, 2021
Autor Mirla Nobre
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Mirla Nobre Repórter-trainee
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Tipo Notícia

O Dia dos Pais no Ceará deverá movimentar R$ 158,1 milhões em volume de vendas em 2021, de acordo com estimativas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). No cenário nacional, a projeção está em R$ 6,03 bilhões – uma alta de 13,9% em relação ao ano passado. Em 2020, as vendas da época estavam passando pelo processo de flexibilização das medidas restritivas voltadas ao combate da primeira onda da pandemia da Covid-19. Naquele cenário, as vendas recuaram 11,3% e atingiram o menor volume financeiro (R$ 5,30 bilhões) desde 2007 R$ 4,98 bilhões).

Em maio deste ano, o varejo já se encontrava 3,9% acima do volume observado às vésperas da pandemia, em fevereiro de 2020, e 1,1% maior do que em agosto do ano passado, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Conforme a CNC, dois fatores explicam a reação positiva do setor nos meses mais recentes. Primeiramente, a desaceleração da pandemia a partir de abril “devolveu” parte do fluxo de consumidores perdido ao longo de toda a crise sanitária. Embora a circulação de consumidores no comércio ainda não tenha se normalizado, especialmente nos shopping centers, a movimentação dos consumidores vem aumentando desde a diminuição dos indicadores da doença na segunda onda.

Além disso, neste ano, a projeção ainda aponta que os itens mais consumidos no Dia dos Pais devem estar 7,8% mais caros que o ano passado, maior variação desde 2016 (+8,6%). Dos 13 itens analisados, apenas dois se encontram, em média, mais baratos do que há um ano: Livros -1,7% e aparelhos de som (-1,3%). Por outro lado, televisores (+22,3%), bebidas alcoólicas (+11,8%) e perfumes (+10,5%) tendem a acusar altas de preços mais expressivas.

Destacando as regiões nas projeções para a quarta data comemorativa mais importante do comércio varejista brasileiro, São Paulo (R$ 2,15 bilhões), Rio de Janeiro (R$ 632,1 milhões) e Minas Gerais (R$ 629,3 milhões) tendem a responder pela maior parte (56,6%) da movimentação financeira com a data neste ano. Todas as unidades da Federação deverão acusar avanços reais ante os montantes do ano passado, com destaque para as taxas esperadas em relação ao Paraná (+15,0%), Rio Grande do Sul (+14,4%), Distrito Federal (+14,3%) e Santa Catarina (+12,5%). 

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