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Caixa paga hoje auxílio emergencial a nascidos em novembro

06:12 | Jul. 29, 2021 Autor - Agência Brasil Tipo Noticia

Trabalhadores informais nascidos em novembro recebem hoje (29) a quarta parcela da nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta-corrente.

Também hoje, beneficiários do Bolsa Família com o Número de Inscrição Social (NIS) de dígito final 9 poderão sacar o benefício.

No último dia 15, a Caixa anunciou a antecipação do pagamento da quarta parcela. O calendário de depósitos, que começaria no último dia 23 e terminaria em 22 de agosto, teve o início antecipado para o último dia 17 e será concluído amanhã (30). 

Ao todo 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial. O auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.

Mês de nascimento dia da liberação
Janeiro 02 de agosto
Fevereiro 03 de agosto
Março 04 de agosto
Abril 05 de agosto
Maio 09 de agosto
Junho 10 de agosto
Julho 11 de agosto
Agosto 12 de agosto
Setembro 13 de agosto
Outubro 16 de agosto
Novembro 17 de agosto
Dezembro 18 de agosto

Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.

O pagamento da quarta parcela aos inscritos no Bolsa Família começou no último dia 19 e segue até o dia 30. O auxílio emergencial somente será depositado quando o valor for superior ao benefício do programa social.

Número final do NIS dia da liberação
1 19 de julho
2 20 de julho
3 21 de julho
4 22 de julho
5 23 de julho
6 26 de julho
7 27 de julho
8 28 de julho
9 29 de julho
0 30 de julho

Em todos os casos, o auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.

O programa se encerraria neste mês, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para as parcelas.

A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial . Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.

 

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BC avança nas discussões para a criação da moeda digital brasileira

Economia
2021-07-29 15:58:17 Autor Agência Brasil Tipo Notícia

Influenciado pelas inovações proporcionadas pelos ambientes digitais para as intermediações financeiras, o Banco Central está avançando nas discussões que visam a criação e a implantação da moeda digital brasileira – no caso, o Real Digital. Para tanto, inaugurou hoje (29) uma série de webinars que vai tratar do assunto, com a palestra Potenciais do Real em formato digital. Este, o primeiro dos sete encontros previstos durante o segundo semestre, teve como palestrante o professor Robert Townsend, do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Ele participa do projeto de criação do dólar digital.

A ideia do Banco Central brasileiro é a de “estabelecer as bases para o eventual desenvolvimento de uma CBDC [Central Bank Digital Currency] que venha a acompanhar o dinamismo da evolução tecnológica da economia brasileira e a aumentar a eficiência do sistema de pagamentos de varejo”. Dessa forma, pretende “contribuir para o surgimento de novos modelos de negócio e de outras inovações baseadas nos avanços tecnológicos”, favorecendo a participação do país em outros cenários econômicos e aumentando sua eficiência nas transações trans fronteiriças.

Moedas digitais X criptomoedas

Para melhor compreensão sobre o tema, a autoridade monetária brasileira esclarece que moedas digitais são muito diferentes de criptomoedas. Em maio, ao anunciar as diretrizes para a criação da moeda digital brasileira, o coordenador dos trabalhos sobre a moeda digital do Banco Central, Fabio Araujo, explicou essa diferença.

“Os criptoativos, como o Bitcoin, não detém as características de uma moeda, mas sim de um ativo. A opinião do Banco Central sobre criptoativos continua a mesma: esses são ativos arriscados, não regulados pelo Banco Central, e devem ser tratados com cautela pelo público”, detalhou. Já a CBDC é uma nova forma de representação da moeda já emitida pela autoridade monetária nacional. Ou seja, faz parte da política monetária do país de emissão e conta com a garantia dada por essa política.

Papel do banco público

Na palestra apresentada hoje, o professor Robert Townsend seguiu a mesma linha. “O papel do banco publico vai além do lucro e abrange o bem-estar da sociedade como um todo”, disse o professor do MIT ao ressaltar a importância de “regras, esquema e desempenho do sistema financeiro” para que esse objetivo seja atingido. “A CBDC é uma outra opção para substituir o papel-moeda, podendo ter moedas estáveis com apoio da moeda bancária, de forma a garantir que o dinheiro é real. Dinheiro público e privado [como é o caso das criptomoedas] podem coexistir de forma saudável nesse ambiente”, disse.

Ele, no entanto, pondera que essas “moedas privadas” devem ser negociadas em mercados secundários. “A vantagem dos contratos inteligentes, sem usar terceira parte, é a de possibilitar um novo aporte de intermediação financeira. Em alguns aspectos é fácil de monitorar, no sentido de que os acordos são todos codificados e existentes, antes de tudo ser deslanchado”. “O futuro chegou e o sistema financeiro sempre continuará evoluindo com inovações muitas vezes desejáveis. Então é papel tanto de um banco central como das moedas digitais evoluir. Temos de estar prontos e pensar sobre isso, em vez de responder a coisas que aconteçam sequencialmente”, acrescentou.

De acordo com o professor, entre as regras a serem seguidas pelos bancos centrais está a de planejar um sistema financeiro com rastreamento, criptografia, computação multipartidária e privacidade. “Há um papel para o setor público no design de infraestrutura de plataforma aberta, o que inclui programabilidade que potencialmente permita à CBDC [moedas digitais fornecidas por bancos centrais] funcionar”.

Infraestrutura

Professor da Escola de Negócios da Fundação Getúlio Vargas, Eduardo Diniz explicou de forma didática alguns dos processos que devem ser observados para a “construção da parte técnica” da moeda digital brasileira. “Quando se tem a moeda em papel, a Casa da Moeda constrói um papel físico. Há toda uma infraestrutura técnica para a produção dessa moeda, com máquinas, impressoras, tintas. Essas camadas operam de forma conjunta para fazer o sistema funcionar. O que vemos agora é a transposição disso para o mundo digital. Você continuará tendo controle, regras e funcionamento do sistema de pagamento. Isso continuará na mão do BC. Mas terá uma infraestrutura para validar que aquilo que está circulando é, de fato, [moeda] Real”.

Ele acrescenta que, quando se migra de um sistema para ou outro, mantém-se “a mesma estrutura lógica do sistema de pagamento, com o BC tendo controle sobre as regras de funcionamento do mercado; tendo mecanismos de validação necessários para dizer que o que está sendo operado está sendo feito de forma confiável para a população; e também, no nível do código, a tecnologia que será implementada e executada”.

Complementariedade

Diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução, João Manoel Pinho de Mello disse que o objetivo do BC, ao estudar modelos e discutir os meios pelos quais se adotará tal tecnologia, poderá auxiliar a autoridade monetária brasileira “na gestão da moeda em suas três funções: reserva de valor, unidade de conta e meio de pagamento, considerando um cenário de inovação e de maior digitalização de nossa sociedade”.

“Portanto, não é um debate de substituição, mas de complementariedade do meio digital para cobrir lacunas e superar fricções que a moeda tradicional tem dificuldade de superar, em um equilíbrio no qual os benefícios de adoção de uma CBDC superam os riscos e os custos”, argumentou.

“De forma geral, entendemos que o uso da CBDC se dará nas situações em que ela for capaz de trazer maiores eficiência e transparência para as transações, seja sob a ótica do varejo ou do seu uso pelos agentes que compõem a indústria financeira e de pagamentos, que chamamos de atacado. Além disso, CBDCs podem trazer, se bem desenhadas, oportunidades para ampliar a inclusão financeira e para melhorar a experiência e diminuir o custo e tempo de pagamentos trans-fronteiriços”, acrescentou.

De acordo com o diretor do BC, é preciso reconhecer que há que se tomar “extremo cuidado” na escolha do desenho e das tecnologias que serão utilizadas, de forma a evitar que a moeda digital a ser criada desrespeite a lei geral de proteção de dados, facilite corridas bancárias ou seja vulnerável a ataques cibernéticos.

“Além disso, o uso trans-fronteiriço dessas moedas deve ter especial consideração no desenho da solução, de modo a evitar substituições indesejadas da moeda soberana de um país pela de outro”, complementou.

Desenvolvimento gradual

Ele lembrou que a pandemia acelerou transformações na forma que a sociedade transaciona, com o crescente uso dos meios digitais de pagamento. “Hoje, o celular se tornou peça fundamental nos pagamentos, trazendo novos termos para nosso cotidiano, como QR Code ou pagamento por aproximação. Nessas condições, temos a oportunidade de debater o assunto de CBDC como ferramenta complementar, para trazer mais eficiência e inclusão”.

Ainda segundo Mello, o desenvolvimento da moeda digital brasileira tem de ser gradual, de forma que permita ao regulador avaliar os riscos e benefícios dessa inovação, definindo adequadamente a regulação necessária.

“Posso afirmar que a estratégia do regulador é a de estimular reformas estruturais que lidam com falhas de mercado, com potencial de promoverem benefícios de longo prazo para nossa sociedade. O BC busca, nesse contexto de inovações, permitir que os consumidores se aproveitem, de forma segura, dos enormes benefícios que as mudanças tecnológicas trarão, ao passo que irá zelar pela solidez prudencial e pela proteção dos dados dos cidadãos e das empresas”, completou.

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Programa selecionará soluções inovadoras para problemas de competitividade econômica no Ceará

ECONOMIA
2021-07-29 15:35:00 Autor Alan Magno Tipo Noticia

O edital do programa Clusters Econômicos de Inovação, em parceria com o programa Corredores Digitais, lançado nesta quinta-feira, 29, busca impulsionar empreendedores que possuam ideias inovadoras para solucionar os principais problemas de competividade nos conglomeradores econômicos existentes no Ceará.

Nesta etapa, busca-se selecionar startups atuantes na Região Metropolitana de Fortaleza que possuam ideias para aumentar a eficiência das matrizes econômicas instaladas nos 19 municípios que integram a região. 

Projeto prevê, além de investimentos, orientações e formações técnicas para empresas inovadoras que busquem fortalecer o desenvolvimentos de empresas que atuem nas seguintes áreas: Agronegócio, Saúde, Energias Renováveis, Turismo, TIC e Logística-Infraestrutura. 

Ao todo serão investidos R$ 3,3 milhões em bolsas de incentivo para pesquisadores e empreendedores que sejam selecionados para o programa. Os técnicos científicos que irão orientar as startups na melhor forma de implementação da solução proposta e até dois membros de cada grupo de empreendedores receberão as bolsas.

O valor será variável a depender do perfil de cada negócio e da solução proposta, ficando na média de R$ 1.200 e R$ 1.500 por bolsa. O pagamento será realizado pela Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap) e deve abranger até 96 empreendedores, já que a bolsa será paga a no máximo dois integrantes por startup selecionada. A bolsa será paga por seis meses.

Como forma de simplificar a gestão das propostas de solução e dos clusters econômicos na Região Metropolitana da Capital, esta foi dividida em três, da seguinte forma:

  • Grande Fortaleza 1: Fortaleza, Maracanaú, Maranguape, Guaiúba, Pacatuba e Itaitinga
  • Grande Fortaleza 2: Aquiraz, Eusébio, Horizonte, Cascavel, Pindoretama, Chorozinho, Pacajus
  • Grande Fortaleza 3: Caucaia, São Gonçalo do Amarante, São Luís do Curu, Paracuru, Paraipaba e Trair

Cada sub-região possui áreas econômicas específicas a serem abarcadas pelos programas. Na Grande Fortaleza 1 serão temas relacionados a cadeia de saúde, tecnologia da informação e comunicação, e turismo. Na Grande Fortaleza 2 será Agronegócio e a cadeia de empreendimentos da Saúde e por fim, na sub-região 3 serão projetos voltados para geração de energia, preservação do meio ambiente e logística. 

O Programa Clusters Econômicos de Inovação é um construído em conjunto pelas Secretarias do Desenvolvimento e Trabalho (Sedet) e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Ceará (Secitece), com apoio da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece) e Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap). Além de contar com apoio do representantes do setor comercial, como a Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza e de instituições de ensino superior, público e privado. 

Como funciona o programa?

O programa ocorre em nível estadual, possuindo um edital específico para cada região do Ceará, e se estrutura em ciclos com tripé de articulação entre entidades governamentais, representantes empresariais e especialistas científicos. Em cada ciclo, ocorre a seleção prévia de pesquisadores que auxiliam na identificação das principais problemáticas das cadeias econômicas instaladas no Estado. 

Diante deste mapeamento, ocorre conforme cronograma de cada ciclo, a apresentação dos problemas, momentos de orientação entre os pesquisadores e interessados em propor soluções para tais pontos, com a modelagem dos negócios a serem construídos para implementação das soluções propostas.  

A partir de então, tais empreendedores poderão se inscrever no processo seletivo do edital, por meio da metodológica do programa Corredores Digitais, para que, os selecionados, possam receber as bolsas de incentivo e colocar em prática a implementação de suas ideias. 

Quais os problemas identificados nas cadeias econômicas da Grande Fortaleza?

  • Baixo controle biológico de pragas no agronegócio
  • Baixo aproveitamento de biomassa
  • Problema logísticos na parada obrigatória de manutenção de aerogeradores
  • Dificuldade de conectividade com fornecedores, prestadores de serviços, transportadoras, centros de pesquisas e mesmo entre as empresas
  • Dificuldade na predição, identificação e prevenção da sepse (infecção generalizada)
  • Elevada contaminação na utilização de dispositivos de geração de ambientes climatizados
  • Gestão ineficiente de dados da Saúde
  • Dificuldade em garantir o acesso a saúde de qualidade e promover o bem-estar para todos, em todas as idades
  • Dificuldade do gerenciamento remoto de projetos de inovação
  • Competitividade das empresas no gerenciamento Multi Cloud
  • Insegurança de dados sensíveis nas empresas de TIC
  • Desconexão entre os territórios e pontos turísticos do Estado
  • Ausência de dados relativos a empresas e ocupações nas atividades turísticas

Como participar da seleção de startups do edital?

>> As inscrições devem ser feitas por meio de formulário eletrônico disponível no site da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Ceará, aqui, e posterior envio de vídeo de 4 minutos falando do problema, da ideia de solução do grupo de empreendedores, a ser enviado junto com o formulário. 

>> Podem se inscrever grupos de 2 até 5 participantes, desde que residam na sub-região para qual estão propondo soluções econômicas

>> Ao menos um dos membros da equipe deve ter idade igual ou maior do que 18 anos

>> Cada grupo, deve, no ato da inscrição detalhar sua ideia serviço ou  produto que incorpore tecnologia(s) digital(is), e outras tecnologias inovadoras, com maior potencial de contribuição para o crescimento econômico em curto ou médio prazo. 

>> Os membros do time devem ter o poder de exercer o papel principal na tomada
de decisão referente ao seu projeto ao longo de todas as fases do programa

>> As inscrições terão cronograma compatível com o ciclo desenvolvido pelo edital, para o ciclo um, elas já estão abertas e se encerram no dia 15 de agosto. 

Para demais requisitos, critérios de seleção e diferenciais buscados em cada projeto, os interessados podem ter acesso ao detalhamento do processo de seleção no edital, clicando aqui. O foco do projeto é impulsionar o desenvolvimento regional, por meio da criação, implementação e aperfeiçoamento de soluções para problemas geria de cada setor econômico. 

Um dos focos do edital é encerrar sua atuação com projetos estruturados e com potencial de serem exportados em larga escala, seja para outros estados do Brasil, ou mesmo outros países que se deparem com situações problemas semelhantes as enfrentadas nos ciclos produtivos do Ceará. 

Cronograma e abrangência de cada ciclo do edital

Grupo 1 - Regiões e setores econômicos 

  • Agronegócio – Litoral Leste
  • Agronegócio – Vale do Jaguaribe
  • Comércio – Sertão do Cariri 
  • Construção Civil - Sertão de Crateús
  • Educação – Sertão de Sobral
  • Energias Renováveis – GrandeFortaleza 3
  • Energias Renováveis - Sertão de Sobral
  • Mineração e Metalmecânica – Vale doJaguaribe
  • Saúde - Grande Fortaleza 1
  • Saúde - Sertão de Sobral
  • TIC - Sertão Central
  • Turismo - Grande Fortaleza 1

Calendário - Ciclo 1

  1. Inscrições - 15/07 a 15/08
  2. Modelagem de Soluções - 02/08 - 15/08
  3. Resultado Parcial - 30/08
  4. Recursos 31/08 a 1º/09
  5. Resultado Final - 02/09
  6. Outorga de Bolsas -- 03/09 a 30/09
  7. Jornada de Implementação de Soluções - 03/09 a 31/01/2022

Grupo 2 - Regiões e setores econômicos 

  • Agronegócio - Grande Fortaleza 2
  • Agronegócio - Sertão Central
  • Agronegócio – Serra da Ibiapaba
  • Comércio - Sertão de Crateús
  • Infraestrutura e Logística - Grande Fortaleza 3
  • Indústria da Madeira – Litoral Norte
  • Saúde – Sertão do Cariri
  • Saúde - Grande Fortaleza 2
  • TIC - Grande Fortaleza 1
  • Turismo – Sertão do Cariri
  • Turismo - Sertão de Sobral
  • Turismo – Serra da Ibiapaba

Calendário - Ciclo 2

  1. Inscrições - 16/08 a 15/09
  2. Modelagem de Soluções - 02/09 - 15/09
  3. Resultado Parcial - 30/09
  4. Recursos 1º/10 a 04/10
  5. Resultado Final - 05/10
  6. Outorga de Bolsas -- 06/10 a 1º/11
  7. Jornada de Implementação de Soluções - 06/10 a 28/02/2022
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Vendas da indústria paulista registram queda de 0,2%

Economia
2021-07-29 15:13:13 Autor Agência Brasil Tipo Notícia

As vendas reais da indústria paulista caíram 0,2% entre maio e junho, revela o Levantamento de Conjuntura, divulgado hoje (29) pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp). Segundo o relatório, a produção aumentou 0,4% e o nível de utilização da capacidade instalada cresceu 0,5 ponto percentual, atingindo 80,5%, marca superior à média da série histórica da indústria paulista (79,4%).

De acordo com o levantamento, no segundo trimestre deste ano, as horas trabalhadas na produção fecharam com redução de 0,6%, e as vendas reais recuaram 2,7% na comparação com o primeiro trimestre. Com relação ao segundo trimestre do ano passado, as horas trabalhadas na produção caíram 18,1% e 17,5% nas vendas reais.

Previsão

Conforme a Fiesp, a expectativa para o segundo semestre do ano é de aceleração do ritmo de recuperação na produção e no faturamento da indústria no estado.

Os fatores que poderão contribuir para isso são o setor externo em forte expansão, a renovação do auxílio emergencial, o uso da poupança acumulada em 2020, o avanço do processo de vacinação contra a covid-19 e o baixo nível de estoques do setor.

Sensor

O sensor de julho fechou em 51,6 pontos, resultado que mantém o indicador no campo de expansão (acima de 50 pontos). A avaliação geral das condições de mercado teve queda e fechou em 48,8 pontos em julho. O índice de vendas atingiu 51 pontos, mantendo-se também em expansão.

Segundo os dados, os níveis de estoque continuam abaixo do planejado, fechando em 58 pontos. O item emprego obteve 50,6 em julho, e o investimento fechou em 55,0 pontos, apontando para a manutenção da trajetória de recuperação da indústria paulista em julho.

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Caged: Brasil gera 309 mil empregos formais em junho

Economia
2021-07-29 13:08:00 Autor Agência Brasil Tipo Notícia

O Brasil gerou 309.114 postos de trabalho em junho deste ano, resultado de 1.601.001 admissões e de 1.291.887 desligamentos de empregos com carteira assinada. No acumulado de 2021, o saldo positivo é de 1.536.717 novos trabalhadores no mercado formal. Os dados são do Ministério da Economia, que divulgou hoje (29) as Estatísticas Mensais do Emprego Formal, o Novo Caged.

O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 40.899.685, em junho, o que representa uma variação de 0,76% em relação ao mês anterior.

De acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, é a primeira vez desde a crise de 2015 que o país ultrapassa o patamar de mais de 40 milhões de postos formais de trabalho. Ele acredita que a retomada da economia brasileira e o retorno seguro ao trabalho continuarão em ritmo acelerado com o avanço da vacinação da população contra covid-19, em especial nos setores de serviços e comércio, os mais afetados pelas medidas de enfrentamento à crise sanitária.

A próxima divulgação do Caged já deve acontecer sob o comando do ministro Onyx Lorenzoni, que vai assumir o Ministério do Trabalho e Previdência, que está sendo recriado. Guedes destacou que a equipe da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, que hoje está na Economia, seguirá o trabalho na nova pasta.

Segundo ele, o foco será a geração de oportunidades de trabalho aos jovens e formalização de cerca de 38 milhões de trabalhadores informais que hoje recebem o auxílio emergencial do governo. Em breve, ainda de acordo com Guedes, serão lançados novos programas, como o serviço social voluntário e os bônus de inclusão produtiva (BIP) e de incentivo à qualificação profissional (BIQ).

“Tememos muito o efeito cicatriz, que é a mutilação de uma geração em função de uma pandemia dessa, já no setor educacional, já temos esse receio no setor educacional. E queremos, então, acelerar a absorção desses jovens, seja com treinamento de qualificação profissional, seja com serviço social voluntário para que eles se preparem para o mercado formal de trabalho”, disse o ministro, durante coletiva virtual para divulgar os dados do Caged.

A expectativa é que o BIP e o BIQ gerem cerca de 2 milhões de empregos para jovens de 16 a 22 anos. As vagas deverão ser de meia jornada de trabalho, com bônus de meio salário mínino. Parte do bônus, o BIP, será pago inicialmente com dinheiro público e depois com recursos do Sistema S, e a outra parte, o BIQ, pago pelo empregador.

Dados do emprego

No mês passado, os dados apresentaram saldo positivo no nível de emprego nos cinco grupamentos de atividades econômicas: serviços, com a criação de 125.713 postos, distribuídos principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas; comércio, que criou 72.877 novos empregos; indústria geral, saldo positivo de 50.145 postos, concentrados na indústria de transformação; agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, mais 38.005 postos de trabalho gerados; e construção, que registrou 22.460 novos trabalhadores.

Todas as regiões do país tiveram saldo positivo na geração de emprego, sendo que houve aumento de trabalho formal nas 27 unidades da Federação. Em termos relativos, dos estados com maior variação em relação ao estoque do mês anterior, os destaques são para o Piauí, com a abertura de 4.597 postos, aumento de 1,5%; Alagoas que criou 4.651 novas vagas (1,36%); e Maranhão, com saldo positivo de 6.745 postos (1,31%).

Os estados com menor variação relativa de empregos em junho, em relação a maio, são Rio Grande do Sul, que teve criação de 11.446 postos, aumento de 0,44%; Bahia, com saldo positivo de 7.604, alta de 0,43%; e Sergipe, que encerrou o mês passado com mais 1.107 postos de trabalho formal, crescimento de apenas 0,41%.

Em todo o país, o salário médio de admissão em junho de 2021 foi de R$ 1.806,29. Comparado ao mês anterior, houve redução real de R$ 1,59 no salário médio de admissão, uma variação negativa de 0,09%.

As estatísticas completas do Novo Caged estão disponíveis na página do Ministério da Economia. Os dados também podem ser consultados no Painel de Informações do Novo Caged.

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TCU aprova concessão da via Dutra e da Rio Santos

Economia
2021-07-29 11:37:38 Autor Agência Brasil Tipo Notícia

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou o processo de concessão da rodovia BR-116/101/SP/RJ, a via Dutra, no trecho que liga as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. O tribunal também aprovou o projeto de concessão à iniciativa privada da BR-101, a Rio-Santos, que vai de Santos ao Rio de Janeiro. A aprovação pelo TCU é a última etapa antes da publicação do edital de concessão. No total, as duas concessões somam 625,8 km que serão administrados pelo vencedor do leilão, ainda sem data prevista. A expectativa é que o certame ocorra no quarto trimestre deste ano.

Na sessão de ontem (28), a Corte aprovou os estudos da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). No total, estão previstos R$ 14,8 bilhões em investimentos por parte da iniciativa privada para ampliação de capacidade, com duplicações, implantação de terceiras e quartas faixas, vias marginais, entre outras melhorias.

Na rodovia BR-116/RJ/SP, são 364 quilômetros de pistas entre o município de Seropédica (RJ) e o entroncamento com a BR-381/SP-01 (Marginal Tietê), em São Paulo (SP). Enquanto na BR-101/RJ/SP, são 271,7 quilômetros, desde o município do Rio de Janeiro (RJ) até Ubatuba (SP).

O leilão terá um modelo híbrido de concorrência, que mescla desconto na tarifa de pedágio e o valor da outorga da concessão. Nesse formato, o edital traz o valor máximo da tarifa e um teto de desconto. Ganha o leilão quem oferecer o maior desconto ao usuário dentro do teto permitido. O valor de outorga servirá como critério para o desempate entre concorrentes. A duração do contrato é de 30 anos.

Entre as alterações que terão que ser executadas está a implantação da nova subida para Serra das Araras, na BR-116/RJ, no trecho localizado entre os municípios fluminenses de Piraí e Paracambi. O projeto também determina a implantação de quatro pontos de parada e descanso para caminhoneiros – três na BR-116/RJ/SP e um na BR-101/RJ/SP.

Outro ponto do projeto prevê a instalação de um sistema de pedágio sem a necessidade de uma praça para o pagamento. Batizado de free-flow, o sistema permite a adoção de uma valor variável de acordo com a demanda de veículos. O novo sistema deverá ser implementado na região do município de Guarulhos.

O TCU também deu aval para a implantação de uma proposta que prevê a isenção do pedágio para motociclistas. A medida, entretanto, ainda precisa passar por ajustes no Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), que será conduzido pela ANTT.

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