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Economia
NOTÍCIA

Região Metropolitana de Fortaleza registra maior inflação do País entre famílias com renda de 1 a 5 salários mínimos

A variação acumulada do ano é de 1,87% e, nos últimos 12 meses, o percentual ficou em 7,09% na região

16:40 | 11/03/2021
Em fevereiro de 2021, maiores altas foram de cebola (18,63%); laranja pera (7,53%) e alho (6,74%) (Foto: Barbara Moira/ O POVO)
Em fevereiro de 2021, maiores altas foram de cebola (18,63%); laranja pera (7,53%) e alho (6,74%) (Foto: Barbara Moira/ O POVO)

A Região Metropolitana de Fortaleza registrou o maior índice de inflação entre famílias com rendimento de 1 a 5 salários mínimos do País em fevereiro. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) foi de 1,52% na região, sendo, também, o maior percentual dos últimos 12 meses. A variação acumulada do ano é de 1,87% e, nos últimos 12 meses, o percentual ficou em 7,09%.

O grupo Educação obteve a maior alta nos itens pesquisados pelo INPC, na RM de Fortaleza, com 7,79%, maior percentual dos últimos 12 meses, influenciado, principalmente, por conta da alta nos cursos regulares (9,66%); a única queda foi no grupo Comunicação, com -0,02%, dados do mês de fevereiro de 2021. 

Em relação aos demais grupos as variações, em fevereiro, foram: Alimentação e Bebidas (0,37%); Habitação (2,10), o segundo maior percentual do mês; Artigos de residência (1,80%); Vestuário (0,56%); Transportes (1,99%); Saúde e Cuidados Pessoais (0,96%); Despesas Pessoais (0,24%).

Houve aumento no subgrupo Alimentação fora do Domicílio (1,29%) e decréscimo na Alimentação em Domicílio (0,08%) em fevereiro, no comparativo com janeiro de 2021, quando os percentuais obtidos foram: 1,11% e 1,14%, respectivamente.

No mês de fevereiro de 2021, os percentuais dos subitens no subgrupo Alimentação em domicílio, que registraram as maiores altas foram: Cebola (18,63%); Laranja pera (7,53%) e Alho (6,74%). Os alimentos com maior deflação: Tomate (-15,87%); Batata inglesa (-10,54%); Óleo de soja (-4,51%).

Os itens Sal e condimentos (3,36%); Carnes (2,52%) e Enlatados e conservas (1,90%) também obtiveram maiores altas. Já as quedas também ficaram com: Hortaliças e verduras (-3,12%); Cereais, leguminosas e oleaginosas (-2,43%) e Tubérculos, raízes e legumes (-2,38%).

No subgrupo Alimentação fora do domicílio as maiores altas foram: Lanche (3,67%); Refrigerante e água mineral (2,29%) e Cerveja (0,83%), o Sorvete pontuou a maior queda (-1,05%).