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Economia
NOTÍCIA

Setor de serviços avança pelo 4º mês consecutivo no Ceará

Apesar do avanço de 1,4% em novembro de 2020, em relação ao mês anterior, queda acumulada no volume de serviços é chega a 14,4%

Irna Cavalcante
12:15 | 13/01/2021
O setor de serviços cresceu em novembro de 2020 pelo quarto mês consecutivo, mas ainda insuficiente para repor as perdas do período (Foto: Barbara Moira)
O setor de serviços cresceu em novembro de 2020 pelo quarto mês consecutivo, mas ainda insuficiente para repor as perdas do período (Foto: Barbara Moira)

No Ceará, o setor de serviços avançou 1,4% na passagem de outubro para novembro, o quarto consecutivo de alta. Apesar disso, o volume ainda é 10,4% menor do que em igual mês de 2019 e as perdas chegam a 14,4% no acumulado do ano passado. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 13, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em doze meses, a queda é de 12,9%. O resultado da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) sinaliza que os serviços prestados às famílias são os que tiveram maior dificuldade de recuperação no acumulado do ano, com uma queda de 39,9% no Estado.

Em seguida, aparecem os segmentos de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-21,7%); serviços profissionais, administrativos e complementares (-5,6%); e serviços de informação e comunicação (-1,6%).

No Brasil, o volume de serviços cresceu 2,9% em novembro, frente a outubro. É a sexta alta consecutiva. Ainda assim, na comparação com novembro de 2019, o total no volume de serviços recuou 4,8%.

De acordo com o gerente da PMS, Rodrigo Lobo, as atividades do setor de serviços que estão encontrando mais dificuldades são aquelas prestadas de forma presencial, por isso, o setor ainda não conseguiu recuperar as perdas. “Atividades como restaurantes, hotéis, serviços prestados à família de uma maneira geral e transporte de passageiros – seja o aéreo, o rodoviário e ou o metroviário - até mostraram melhoras, mas a necessidade de isolamento social ainda não permitiu o setor voltar ao patamar pré-pandemia”, explica Lobo.