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Economia
NOTÍCIA

PIB do Ceará cresce 16,7% no 3º trimestre de 2020

O Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) divulgou o resultado durante coletiva de imprensa virtual na tarde desta quinta-feira, 17

14:50 | 17/12/2020
Dos três setores que compõem o PIB, a Indústria conseguiu se reerguer no terceiro trimestre de 2020, apresentando um desempenho acima da previsão mais otimista: 41,57%, contra os -27,18% do segundo trimestre (Foto: Ipece)
Dos três setores que compõem o PIB, a Indústria conseguiu se reerguer no terceiro trimestre de 2020, apresentando um desempenho acima da previsão mais otimista: 41,57%, contra os -27,18% do segundo trimestre (Foto: Ipece)

Após o tombo da crise do novo coronavírus, o Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará, no terceiro trimestre de 2020, fechou com crescimento de 16,70% na comparação com o segundo trimestre deste ano. O resultado foi divulgado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) durante coletiva de imprensa virtual na tarde desta quinta-feira, 17.

O crescimento regional é bem superior à média nacional (7,7%). Na comparação do 3º trimestre deste ano com igual período do ano anterior, o recuo foi de 1,32%. Nos acumulados do ano e quatro últimos trimestres, as quedas foram de 5,8% e 2,65%, respectivamente.

Dos três setores que compõem o PIB, a Indústria conseguiu se reerguer no terceiro trimestre de 2020, apresentando um desempenho acima da previsão mais otimista: 41,57%, contra os -27,18% do segundo trimestre. 

A evolução da Indústria, no caso, superou o índice nacional, de 14,8% no período. O setor de serviços também cresceu (12,49%) no período analisado (o nacional foi de 6,3%) em relação ao trimestre imediatamente anterior (-12,03%). A Agropecuária do Ceará fechou em queda e -2%, após alta elevada no segundo trimestre de 2020: 10,38%. 

Fechamento do ano

De acordo com estimativas dos analistas de políticas públicas do Ipece, este ano o PIB estadual deve fechar em -4,18%. A intensidade da redução esperada para o PIB estadual está inferior à projetada anteriormente em setembro, de -4,35%, e de junho, de -4,92%, e continua abaixo da expectativa para a economia brasileira: taxa de -4,41%. E para 2021 a previsão inicial é de crescimento 4%, que, inclusive, está acima do projetado para a economia nacional: 3,50%.