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Governo Bolsonaro muda Minha Casa, Minha Vida para Casa Verde Amarela e prioriza Nordeste e Norte

Presidente da Caixa Econômica disse que programa habitacional melhora o que já existe. Deve ser financiada compra de 1,6 milhão de casas

13:48 | 25/08/2020
Governo Bolsonaro tenta colocar marca própria em programas habitacionais (Foto: Gustavo Simão, em 30/12/2018)
Governo Bolsonaro tenta colocar marca própria em programas habitacionais (Foto: Gustavo Simão, em 30/12/2018)
O governo Jair Bolsonaro apresentou nesta terça-feira, 25, o Casa Verde Amarela, novo nome do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. A iniciativa foi apresentada em cerimônia no Palácio do Planalto. As mudanças foram instituídas por medida provisória, assinada hoje por Bolsonaro.
 
 
O Casa Verde Amarela não é um programa novo, mas o aprimoramento de políticas habitacionais já existentes. Tenta fazer na área de habitação mais ou menos o que o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez com as políticas sociais ao unificar e criar o Bolsa Família - instituindo também uma marca própria.
 
O presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães, afirmou que o Casa Verde e Amarela é vital para País. "Por que é vital para o País? Porque melhora aquilo que já existe, e algo fundamental nesse governo é melhorar programas que já existem", disse Guimarães durante a cerimônia de lançamento do programa habitacional Casa Verde e Amarela.
 
O programa Casa Verde e Amarela deve substituir o programa Minha Casa Minha Vida, lançado em março de 2009 durante o governo Lula."Não precisa reinventar a roda. O que é fundamental? É fundamental melhorar a eficiência de coisas que já funcionam", disse Guimarães. O governo pretende retomar obras de governos anteriores que estão paradas e também regularizar moradias.

Crédito para moradia

O governo pretende financiar compra de moradia para 1,6 milhão de famílias. Haverá redução das taxas de juros em financiamento imobiliário para todas as regiões - maior para Norte e Nordeste. Nessas regiões, os juros serão a partir de 4,25% ao ano para cotistas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Nas outras regiões, os juros serão a partir de 4,5%. 
Com Agência Estado