Abastecimento de supermercados em Fortaleza começou a normalizar, mas preços continuam altosNotícias de Economia
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Abastecimento de supermercados em Fortaleza começou a normalizar, mas preços continuam altos

Nas prateleiras do Mercadinho São Luiz, por exemplo, não havia batata inglesa nem laranja

21:53 | 30/05/2018
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Marcaram o 10º dia de greve dos caminhoneiros, completado nessa quarta-feira, 30, os preços acima da média nos supermercados e algumas gôndolas vazias. A reportagem do O POVO averiguou valores de frutas e verduras em três estabelecimentos.
 
[SAIBAMAIS] 

No estoque do G.Barbosa não havia batata inglesa. O quilo do tomate estava a R$ 6,99; o da tangerina a R$ 8,59; o quilo da maçã nacional R$ 5,49; o da banana R$ 5,29 e a cebola era vendida a R$ 5,99 o quilo. Já no Cometa, em relação ao G.Barbosa, o quilo da tangerina estava mais barato, R$ 5,98. Em contrapartida, mais caro que o preço do tomate, R$ 9,98, acompanhado pelo resto de batata inglesa que constava na gôndola, com mesmo preço. A maçã nacional estava a R$ 6,98 e a banana R$ 3,78. 
 
[FOTO1] 

Nas prateleiras do Mercadinho São Luiz não havia batata inglesa nem laranja. O quilo da maçã custava R$ 5,85; o do tomate R$ 7,49 e o da banana R$ 3,75. 

Em nota, o empresário e presidente  da Abrafrutas, Luiz Roberto Barcelos, se posicionou contra a greve. A associação diz que no último domingo, 27, quando o Governo Federal atendeu reivindicações da classe e o movimento não foi encerrado, "produtores deixaram de apoiar a greve por acreditarem que a mesma deixou de ser um movimento legítimo, passando a representar uma ação política e coercitiva”. 

O comunicado diz ainda que a greve impede movimento nas estradas, o escoamento das produções, sobretudo da fruticultura, proporcionando ao setor prejuízos inconvertíveis. "Diante disto, Barcelos afirma que os produtores do setor de fruticultura solicitaram ao governo federal que utilize da Constituição e das leis que o amparam para que restabeleça imediatamente a ordem pública".
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