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Apenas 10% dos brasileiros devem gastar dinheiro do FGTS com consumo

A prioridade principal para os recursos das contas inativa do FGTS será a quitação de dívidas. Poupança e pagamento de impostos são uns dos destinos citados

13:18 | 27/03/2017
De acordo com a pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), divulgado nesta segunda-feira, 27, o destino prioritário para os recursos das contas inativa do FGTS será a quitação de dívidas, apontado por 41,2% dos entrevistados com recursos a receber. A segunda destinação mais citada foi a poupança financeira (24%); a seguir, outras finalidades não especificadas (10,6%). Gastos com consumo representam 9,6% do total, sendo 5,5% direcionados para compras de bens e 4,1% para o lazer. O pagamento de impostos ficou entre as opções menos escolhidas (2,7%); 11,9% não sabiam como utilizarão os recursos.
 
Entre os consumidores com renda familiar até R$2.100, 60% destinarão os recursos para pagamento de dívidas enquanto apenas 3,0% planejam usar estes recursos para consumo de bens ou em lazer. Entre os consumidores com renda familiar mensal superior a R$9.600 mensais, a opção mais citada foi a poupança (43,6%), seguida pela quitação de dívidas (24,5%), Nessa faixa de renda, 9,2% planejam usar o recurso com consumo de bens e serviços (4,3% para consumo e 4,9% para lazer). O maior ímpeto para compra de bens duráveis (8,5% dos entrevistados) ocorreu na faixa de renda familiar entre R$ 2.100 e R$ 4.800 mensais.
 
Além da relevância da situação financeira individual, a destinação dos recursos está relacionada a outros fatores, dentre os quais se destaca o nível de renda familiar. Entre os consumidores com renda familiar até R$2.100, 60% destinarão os recursos para pagamento de dívidas enquanto apenas 3,0% planejam usar estes recursos para consumo de bens ou em lazer. 
 
Entre os consumidores com renda familiar mensal superior a R$9.600 mensais, a opção mais citada foi a poupança (43,6%), seguida pela quitação de dívidas (24,5%), Nessa faixa de renda, 9,2% planejam usar o recurso com consumo de bens e serviços (4,3% para consumo e 4,9% para lazer). O maior ímpeto para compra de bens duráveis (8,5% dos entrevistados) ocorreu na faixa de renda familiar entre R$ 2.100 e R$ 4.800 mensais.
 
Redação O POVO Online 
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