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Ceará fecha 2º trimestre de 2016 com terceira menor taxa de desemprego do NE

Em termos de rendimento real médio, o Estado teve o terceiro pior resultado do País

15:43 | 20/09/2016

Apesar de elevada, a taxa de desemprego do Ceará (11,45%) encerrada no segundo trimestre foi a terceira menor do Nordeste, atrás apenas da Paraíba (10,7%) e do Piauí (9,88%). Em termos de rendimento real médio, porém, o Estado teve o terceiro pior resultado do País (R$ 1.296,3), superando apenas Bahia (R$ 1.285,1) e Maranhão (R$ 1.071,6).

Os dados são do Grupo de Estudos de Conjuntura (Gecon) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que divulgou, nesta terça-feira 20, a análise desagregada do mercado de trabalho, por meio dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) e dos dados detalhados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Já a maior renda foi encontrada nos estados de São Paulo (R$ 2.537,9), Rio de Janeiro (R$ 2.287,4) e Rio Grande do Sul (R$ 2.209,3), além do Distrito Federal (R$ 3.679,1), que conta com alta proporção de servidores públicos federais.

Por sua vez, apenas seis estados mostraram crescimento na renda no último ano, com destaque para o Amapá, onde a renda cresceu 15% entre o segundo trimestre de 2015 e o mesmo período de 2016. Os demais estados foram Pará, Maranhão, Piauí, Sergipe e Rio de Janeiro. Por outro lado, as maiores quedas na renda (em torno de 7%, 8%) foram em Santa Catarina, São Paulo, Paraná, Bahia e Pernambuco.

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