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Alimentos devem definir inflação nos próximos meses, diz coordenadora do IBGE

11:50 | 08/07/2016
Os produtos alimentícios devem ditar os rumos da inflação nos próximos meses, uma vez que serviços e reajustes de monitorados perderam força, segundo Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Enquanto o enfraquecimento da demanda ajuda a conter o ritmo de aumento de preços, o clima ainda impulsiona alguns reajustes em itens como o feijão e o leite.

No acumulado em 12 meses, a inflação de serviços desacelerou de 7,52% em maio para 7,02% em junho. Já a inflação de bens e serviços monitorados diminuiu de 10,89% em maio para 9,92% em junho. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) saiu de 9,32% para 8,84%.

Em junho, os preços monitorados subiram 0,24%, após a alta de 1,40% registrada em maio. Houve recuo nos preços da gasolina, gás veicular, gás de botijão, gás encanado e ônibus interestadual, além de desaceleração nos itens taxa de água e esgoto e energia elétrica residencial.

Já os serviços tiveram alta de 0,33% em junho, após aumento de 0,37% em maio. Ficaram mais baratos as passagens aéreas, boate e danceteria, hotel, motel, excursão, ingresso para jogo, consertos e manutenção, seguro voluntário de veículo, conserto de automóvel e estacionamento, entre outros.

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