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12 Patrimônios Culturais da Humanidade que ficam no Brasil

Conheça um pouco dessa calorosa atmosfera da cultura brasileira

15:30 | 12/07/2016
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Brasil é bem mais que futebol e Carnaval. O país é o lar de 12 patrimônios culturais da humanidade. Mas o que faz um lugar ter essa classificação? Para isso, é preciso que o local seja tombado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), e isso acontece quando o espaço “é composto por monumentos, grupos de edifícios ou sítios que tenham um excepcional e universal valor histórico, estético, arqueológico, científico, etnológico ou antropológico”. A Lista de Patrimônio Mundial hoje conta com 1007 sítios, sendo 779 culturais, 197 naturais e 31 mistos. O Brasil tem 19 bens inscritos.

Para preservar esses locais, a Unesco tem com instrumento a Convenção para Proteção do Patrimônio Mundial Cultural e Natural, que funciona como ferramenta de monitoramento de mudanças climáticas, mudanças socioeconômicas e outros fatores que possam interferir na proteção das singularidades locais.

Confira a seguir, a lista completa: [FOTO2]

Onde ocorreu a inconfidência mineira. Ouro Preto foi erguida no século 17, foi tombada em 1980. As esculturas barrocas de Aleijadinho, o maior artista do Brasil colonial, combinadas com as  pinturas de Manuel da Costa Athaide, dão à cidade uma importância artística. [FOTO3]

Olinda foi um importante entreposto na época da exploração da cana-de-açúcar - época que durou quase dois séculos. Suas ruelas pontilhadas por casinhas com fachadas coloridas vão dar no ponto mais alto da cidade - a Catedral Alto da Sé.

 

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Tombadas pela Unesco em 1983, as ruínas das missões jesuísticas constituem-se em um conjunto arquitetônico espalhado entre o sul do Brasil e a Argentina. Quatro ruínas ficam do lado argentino, e no lado brasileiro, restou a de São Miguel das Missões.

 

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Os prédios coloridos do centro histórico da primeira capital do Brasil foram tombados como Patrimônio Cultural da Humanidade em 1985, por serem notáveis representantes da arquitetura renascentista. Também foi levado em conta a importância histórica da cidade entre as culturas dos europeus, dos africanos e dos indígenas brasileiros, o que evidencia a história de exploração por parte dos brancos sobre as outras sociedades. 

 

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Se um dos fatores que fez Ouro Preto tornar-se Patrimônio da Humanidade foi a obra de Aleijadinho em quase toda igreja da cidade mineira, uma construção repleta de obras do maior artista barroco brasileiro. Construído na segunda metade do século 18, o Santuário de Bom Jesus de Matosinhos tem um interior inspirado no rococó italiano, sete capelas que ilustram a Via Crucis e uma escadaria exterior decorada com estátuas dos profetas católicos.

 

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Tombada como Patrimônio Cultural da Humanidade em 1987, a cidade é, segundo a Unesco, um divisor de águas na história do planejamento urbano. Esse "exemplo definitivo de ubarnismo modernista do século 20" foi fundado em 21 de abril de 1960, tem o plano piloto idealizado por Lucio Costa e os edifícios arquitetados por Oscar Niemeyer. 

 

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Um dos sítios arqueológicos mais antigos da América do Sul, o Parque Nacional da Serra da Capivara é repleto de cavernas rochosas cobertas de pinturas rupestres (são mais de 300 pontos de interesse, espalhados numa área de 214 quilômetros de circunferência). Algumas pinturas foram feitas há mais de 25 mil anos e relatam a vida, os costumes, as lendas e a cultura do povo que originou a ocupação do continente Americano. 

 

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A capital maranhense foi colonizada por franceses e também foi ocupada por holandeses antes da chegada definitiva do povo português. Datada do século 17, a cidade foi tombada em 1997 graças à preservação das ruas retangulares e da arquitetura colonial - uma herança da França.

 

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No centro histórico de Diamantina, as construções são mais simples e, apesar de o barroco ainda ser o estilo arquitetônico, diferem-se muito do restante das ostensivas cidades históricas mineiras. Uma das cidades históricas mais peculiares do estado de Minas Gerais recebeu o título de Patrimônio da Unesco em 1999. 

 

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 Goiás é um entrelaçado de casa e igrejas em meio a ruas sinuosas, e quase nenhuma delas é plana. Rodeada pela Serra Dourada e cortada ao meio pelo Rio Vermelho, essa antiga capital do estado tornou-se Patrimônio da Unesco em 2001. A capacidade dos fundadores em erguer uma cidade em meio a montanhas, inspirados na arquitetura europeia, mas usando recursos locais, foi um dos motivos para a cidade ser tombada. 

 

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Essa praça quadrada na pequena cidade de São Cristóvão, no interior do Sergipe, é um exemplo da arquitetura típica dos franciscanos, ordem religiosa que ajudou a colonizar o Nordeste brasileiro. Cercada por edifícios históricos como a Igreja de São Francisco, a Santa Casa de Misericórdia, o Palácio e as casas erguidas entre os séculos 18 e 19, a praça recebe desde os tempos remotos importantes manifestações culturais e sociais.

 

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Em 2012, a Unesco tombou as paisagens formadas entre o mar e as montanhas como Patrimônios Culturais da Humanidade. O Parque Nacional da Tijuca, o Jardim Botânico, o Corcovado (com a estátua do Cristo Redentor), a praia de Copacabana, o aterro do Flamengo e as colinas que cercam a Baía de Guanabara fazem parte da lista de intocáveis.

Redação O POVO Online

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