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A cada 5 atacadistas, um ameaça fechar as portas no Ceasa de SP este ano

Em janeiro deste ano, o valor pago pelos permissionários por aluguel e serviços como água, energia elétrica, limpeza, segurança, seguro e portaria aumentou 26,15%

10:06 | 11/04/2016
No Centro Estadual de Abastecimento (Ceasa) de São Paulo, um a cada cinco atacadistas ameaça fechar as portas por conta da crise financeira e de má gestão. O número equivale a 20% das 2.700 empresas que abastecem o local. Os representantes das companhias preveem que elas podem quebrar até o fim deste ano.

Com o objetivo de poupar custos, 20% dos permissionários do setor deixaram de vender às terças-feiras. As entidades estimam ainda que o mercado de flores, por exemplo, retraiu 30% em um ano e alguns produtores registram perdas de 60%.

Em janeiro deste ano, o valor pago pelos permissionários por aluguel e serviços como água, energia elétrica, limpeza, segurança, seguro e portaria aumentou 26,15%, se comparado ao mesmo período do ano passado. O montante rateado pelos atacadistas subiu de R$ 8,5 milhões a R$ 10,7 milhões. Um dos itens (o seguro) teve aumento de 663%, passando de R$ 11 mil para R$ 73 mil.

Redação O POVO Online
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