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Segurança contra terrorismo

08:41 | 16/07/2014

Mais de 7.200 homens fazem a segurança na Cúpula dos Brics. O efetivo estava composto pelo Exército Brasileiro, Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Bombeiros, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Autarquia Municipal de Trânsito e de Cidadania (AMC) e Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEM).


“Obviamente há um risco maior de um ato terrorista tendo em vista que estamos reunidos com chefes de Estado de países que hoje vivem certas tensões políticas”, especificou o químico e tecnologista, Elder Magalhães, do Instituto de Radioproteção e Dosimetria (IRD) do CNEM.


De acordo com Elder, cada chefe de Estado traz também um grupo próprio de segurança, que são normalmente militares. Nas palavras do tecnologista e químico, Ricardo Candeiro, doutor em Engenharia Nuclear, parte do trabalho que está sendo realizado no Centro de Eventos é o de captar a radiação existente no local para a identificação de “bombas sujas”.


“Basicamente o que fazemos é medidas contínuas para avaliar se há objetos de riscos nas proximidades do local”, afirma. Todos os participantes do evento tiveram que passar por um rigoroso detector de metais, retirando dos bolsos e do corpo, itens como crachás e canetas. (Janaína Marques)

 

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