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Premiê da China se opõe a estímulo de curto prazo

06:25 | 02/05/2014
O primeiro-ministro da China, Li Keqiang, expressou novamente sua objeção ao uso de políticas de estímulo de curto prazo para impulsionar o crescimento econômico e reiterou que as reformas são a opção mais promissora para a economia chinesa.

"No ano passado, nós evitamos uma desaceleração e mantivemos o crescimento econômico estável. Esse desempenho refletiu principalmente a adesão de reformas. Se tivéssemos usado medidas de estímulo de curto prazo no ano passado, elas causariam problemas no futuro", escreveu Li em um artigo publicado na revista Qiushi, do Partido Comunista.

Desde que assumiu o cargo no início de 2013, Li tem tentado estabelecer uma mudança na mentalidade do mercado, que estava acostumado com elevados gastos do governo para impulsionar o crescimento.

A expectativa de uma nova rodada de estímulos do governo chinês ganhou força após

a economia mostrar sinais de desaceleração no início do ano.

No início de abril, Li descartou medidas de estímulo, afirmando que "não usaria fortes políticas de estímulos de curto prazo por causa da volatilidade temporária no crescimento econômico."

O premiê chinês reforçou que vai continuar a incentivar as reformas e que não utilizará o crescimento do produto interno bruto (PIB) como um critério para avaliar o desempenho do governo.

Além disso, Li afirmou que o governo chinês vai reduzir ainda mais sua intervenção na economia, dando ao mercado mais liberdade. Fonte: Dow Jones Newswires.

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