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Para Mantega, aumento no preço de gasolina "não atrapalha ninguém"

Governo também anuncia antecipação, de junho para maio, do aumento da porcentagem de álcool

08:34 | 31/01/2013
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Atualizada ás 17:59

O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse que o reajuste dos combustíveis é "uma pequena correção, que não vai atrapalhar ninguém". Para ele, a gasolina subirá em média 4,4% nos postos.

Consultorias, bancos e entidades do setor de combustíveis estimam alta de 4% a 5,3% nos preços nos postos. Com reajuste, preço da gasolina no Brasil será 51% maior que nos EUA.


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O momento escolhido para o reajuste dos combustíveis, concentrando-o em fevereiro, reduz seu impacto no IPCA (índice oficial de inflação), que deve ceder à metade da taxa prevista para janeiro graças à redução da tarifa de energia e de altas mais moderadas de alimentos, dizem analistas.

Consultorias estimam que a alta dos combustíveis tenha um impacto de até 0,19 ponto percentual na inflação (Mantega fala em 0,16 ponto), enquanto a redução da conta de luz deve reduzir o índice em cerca de 0,65 ponto.

Mais Álcool

Para tentar atenuar o impacto do combustível mais caro na inflação, Mantega acertou a antecipação para maio do aumento da mistura de álcool, de 20% para 25%, após reunir-se com o setor sucroalcooleiro e com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.

A medida, prevista inicialmente para junho, reduz o preço porque o álcool é mais barato -embora seu preço também suba quando a gasolina sofre reajustes. As informações são do jornal Folha de São Paulo.

Redação O POVO Online

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