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Aneel confirma adiamento no início da operação de térmicas da MPX

O projeto Porto do Pecém II deverá começar a produzir em maio deste ano. Já os projetos Maranhão IV e V devem ficar para abril de 2013

14:43 | 22/01/2013
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A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 22, a prorrogação da entrada em operação das termelétricas Maranhão IV, Maranhão V e Porto do Pecém II, da MPX, empresa de energia do grupo EBX.

O projeto Porto de Pecém II ganhou mais 137 dias e deve começar a produzir em 18 de maio, com suprimento de energia no dia 1º de junho. Ele está sendo construído no município de São Gonçalo do Amarante, no Ceará. A usina será movida a carvão mineral pulverizado, com capacidade de geração de 365 megawatts (MW).

No pedido, sobre Porto de Pecém II a empresa alega atraso em razão da demora na emissão do ato de outorga, em 2009, pelo poder concedente – neste caso, o Ministério de Minas e Energia. A MPX estima que sejam gerados cerca de 6.500 empregos diretos e indiretos pelo projeto Porto do Pecém II.

Já os dois primeiros projetos Maranhão IV e V estão localizados no município de Santo Antônio dos Lopes, no Estado do Maranhão, e vão gerar energia com gás natural. A data de início destes foi adiada de 1º de janeiro para 1º de abril deste ano.

Nelson Hubner, diretor-geral da Aneel, disse reconhecer o esforço da empresa que colocará uma usina a carvão, com uma implementação bem mais complexa e que deveria ter sido licitada em Leilão A-5 e não A-3. A diferença entre as modalidades está no fato de a primeira prever a entrada em operação no prazo de até cinco anos, enquanto a segunda, em até três anos após a licitação.

Redação O POVO Online

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