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Australiano fica mais de 9 horas na prancha abdominal e vira recordista mundial

O caso ocorreu no mês passado, mas foi reconhecido e publicado pelo Guinnes World Records nessa quinta, 9
19:12 | Set. 10, 2021
Autor Neto Ribeiro
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Neto Ribeiro Repórter Mídias Sociais
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O australiano Daniel Scali é o novo recordista mundial masculino de maior tempo na posição de prancha abdominal, após passar 9 horas, 30 minutos e 1 segundo no movimento. Ocorrido em 6 de agosto em Adelaide, na Austrália, a cronometragem foi validada pelo Guinnes World Records e publicada nessa quinta-feira, 9.

Daniel não só venceu o recordista anterior, George Hood, mas colocou vantagem de mais de uma hora da marca do norte-americano que tinha finalizado o teste de resistência física em 8 horas, 15 minutos e 15 segundos, em fevereiro de 2020.

Mas a conquista do atleta se tornou ainda mais impressionante depois de ele ter revelado em entrevista ao Guinnes que é portador da Síndrome de Dor Regional Complexa. Esta doença crônica causa dores constantes em membros do corpo, no caso de Daniel, atinge o braço esquerdo. Ele informou que convive com a enfermidade desde os 12 anos, quando caiu de um trampolim e teve uma fratura severa na região.

"Desde então, o cérebro envia mensagens erradas para o meu braço, que é a área afetada, então qualquer coisa como toque suave, movimento, vento, água, causam dores", afirmou Scali.

Depois de o recorde consumado e após o fim da prova, o australiano falou que durante o teste todas as partes do seu corpo ficaram doloridas. "Meus pés estavam dormentes. Meus joelhos estavam queimando. Minhas coxas estavam queimando. Meu braço esquerdo parecia que estava pegando fogo. Mas no final valeu a pena", comemorou o atleta.

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Wellington Paulista minimiza oscilação do Fortaleza, mas prega necessidade de vitória contra o Galo

Coletiva
18:59 | Set. 10, 2021
Autor Brenno Rebouças
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Brenno Rebouças Autor
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Não há dúvida que o elenco do Fortaleza só pensa em voltar a vencer após o jejum de cinco partidas (incluindo uma pela Copa do Brasil), mas o atacante Wellington Paulista garante que o momento não causa nenhum efeito a mais no elenco tricolor, que já esperava uma oscilação.

"Não assusta, porque a gente sabia que uma hora a oscilação ia chegar. Para nós não atrapalha muito porque temos que pensar jogo a jogo. A gente perdeu um jogo e já treina pensando no próximo. A mesma coisa quando ganha", disse, em coletiva.

O centroavante destacou, no entanto, que mesmo no momento de baixa, o Tricolor continuou pontuando e que isso foi importante. "A gente conseguiu não oscilar tão mal assim, porque a gente mais empatou que perdeu. Oscilamos pontuando e isso é uma coisa boa, mas espero que a gente consiga retomar as vitórias o mais rápido possível para que a gente possa sonhar com coisas maiores", afirmou.

Pela frente, porém, o Leão tem o Atlético-MG, líder da Série A, domingo, 12, no Castelão. Ciente da dificuldade do adversário, os trabalhos da semana no Pici foram fortes. “O treino foi muito intenso essa semana para que a gente pudesse jogar com um time de muita qualidade, que melhorou bastante desde o primeiro jogo contra nós. Então a gente sabe que vai ser um jogo muito complicado, muito difícil, mas temos que ir em busca da vitória para continuar somando no campeonato", prega.

Como mandante, o Fortaleza segue invicto na Série A e Wellington Paulista acredita que o time precisa usar da força que tem jogando em casa para voltar a triunfar. Com o gramado do Castelão em melhores condições, segundo a Sejuv, o camisa 9 do Tricolor entende que o time desempenhará um futebol de mais qualidade.

"A gente vinha reclamando muito da grama do estádio, agora com a melhora a gente acaba tendo mais qualidade para o jogo, marcando melhor, jogando melhor. Temos coisas boas para apresentar dentro do nosso campo de jogo, ainda mais aqui no Castelão, que nós estamos muito mais adaptados que as equipes que vêm jogar contra nós. Que a gente possa fazer um grande jogo e sair com a vitória", disse.

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Brasil registra 672 mortes e 15.951 casos nas últimas 24 horas

Coronavírus
18:57 | Set. 10, 2021
Autor Lara Vieira
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Um total de 672 mortes em decorrência da Covid-19 foram registradas, no Brasil, nas últimas 24 horas. Os dados foram divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde nesta sexta-feira, 10, às 18 horas. Durante o período, também foram notificados 15.951 novos casos de contágio pela doença. Atualmente, o Brasil registra um total 20.974.850 casos de contágio, além de acumular 585.846 vítimas da doença.

Nos últimos sete dias, a média móvel de óbitos se encontra em 454, enquanto que a média de casos se encontra em 16.970. Em número total de mortes, São Paulo continua como o estado brasileiro com maior registros, com 147.020 casos. Em seguida, vem os estados do Rio de Janeiro, com 63.641 óbitos, e Minas Gerais, com 53.525.

A taxa de letalidade em todo território nacional é de 2,8%. Dentre os estados, o maior índice registrado é no Rio de Janeiro, com taxa de 5,5%. O Ceará é o segundo estado do Nordeste e o sétimo do Brasil a registrar mais mortes desde o início da pandemia. Nesta sexta-feira, 10, a plataforma IntegraSUS, da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), registrou um total de 24.117 óbitos e 934.181 casos da doença.

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Além das Torres Gêmeas: conheça outros eventos marcantes ocorridos no dia 11 de setembro

18:55 | Set. 10, 2021
Autor Leonardo Igor
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Neste sábado, 11, completam 20 anos desde o ataque às Torres Gêmeas, em Nova York, quando dois aviões com passageiros foram lançados contra os prédios, um dos símbolos da pujança e poder dos Estados Unidos no coração da sua maior cidade. Em paralelo, um avião foi lançado contra a sede do Departamento de Defesa dos EUA, o Pentágono, e outro caiu em uma área rural no estado da Pensilvânia após os passageiros lutarem contra os terroristas que haviam sequestrado a aeronave.

Quase 3 mil pessoas morreram nestes ataques. E o mundo relembra, anualmente, estas cenas de horror vistas no início do século. O atentado mudou a história - e o mundo. Contudo, embora seja o mais conhecido, ele não foi o único evento marcante em um dia 11 de setembro. Na verdade, a história de muitos países é marcada por algo significativo tendo ocorrido nesta data.

E é justamente sobre estes 11 de setembro - do mais conhecido aos mais inexplorados - que trata o terceiro episódio do Depois da Fronteira, série do O POVO sobre geopolítica e curiosidades do mundo.

Assista:

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Barroso nega pedido de Silveira para barrar ordem que devolveu deputado à prisão

POLÍTICA
18:47 | Set. 10, 2021
Autor Agência Estado
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O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou revogar a prisão preventiva do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), decretada após violações na tornozeleira eletrônica. A decisão foi publicada nesta sexta-feira, 10.
A defesa entrou com dois habeas corpus para que ele fosse colocado em liberdade sob argumento de que a ordem individual do ministro Alexandre de Moraes, que determinou a volta do deputado à cadeia, foi irregular por ter desconsiderado pedidos anteriores para revogar a prisão.
Ao analisar os recursos, Barroso disse que um ministro do STF não pode revisar a decisão de colegas do tribunal em habeas corpus. Ele também afirmou que, a partir de uma análise do processo, não há indício de ilegalidade ou abuso de poder que justifique a concessão da ordem de ofício. "De modo que o processo deve ser extinto sem resolução do mérito", escreveu.
Em outro trecho da decisão, Barroso lembrou que o próprio Alexandre de Moraes, relator do caso, reexaminou os fundamentos da prisão no final do mês passado, quando decidiu manter a medida. Ele considerou dois pontos principais: o histórico de violações ao sistema de monitoramento por tornozeleira eletrônica durante a detenção domiciliar e o risco de fuga em razão dos pedidos de asilo diplomático feitos pelo parlamentar.
Daniel Silveira foi preso em fevereiro, quando publicou um vídeo nas redes sociais defendendo a destituição dos ministros do STF. Ele chegou a ser colocado em prisão domiciliar no mês seguinte, mas voltou ao regime fechado em junho, depois que a Secretaria de Administração Penitenciária do Rio registrou 36 violações à tornozeleira, incluindo descargas, rompimento da cinta e ausência na área delimitada.
O deputado virou réu por grave ameaça, crime tipificado no Código Penal, e por incitar a animosidade entre o tribunal e as Forças Armadas, delito previsto na Lei de Segurança Nacional, após os ministros do Supremo aceitarem a denúncia oferecida pela PGR no inquérito dos atos antidemocráticos por causa do vídeo. As violações na prisão domiciliar também ensejaram a abertura de uma investigação, prorrogada ontem por Moraes por mais 60 dias.

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Geddel é autorizado por Fachin a passar para o semiaberto no caso do bunker

POLÍTICA
18:43 | Set. 10, 2021
Autor Agência Estado
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O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o ex-ministro e ex-deputado federal Geddel Vieira Lima (MDB-BA) a cumprir pena em regime semiaberto no caso do bunker com R$ 51 milhões.
A decisão, tomada nesta quinta-feira, 9, vem após a Segunda Turma do STF derrubar a condenação por associação criminosa imposta ao político e ao irmão dele, o também ex-deputado Lúcio Vieira Lima, no processo que envolveu a apreensão de milhões de reais em um apartamento ligado à família em Salvador. A condenação por lavagem de dinheiro, no entanto, foi mantida pelo colegiado.
Fachin considerou que a progressão de regime prisional está condicionada ao pagamento da multa fixada na condenação. A pendência no depósito já tinha levado o plenário do STF a negar, em outubro do ano passado, o relaxamento da prisão.
"Preenchidos os requisitos subjetivo e objetivo e comprovado o recolhimento do valor definido a título de multa pena defiro a Geddel Quadros Vieira Lima a progressão ao regime semiaberto. Tendo em vista a alteração do título condenatório por ocasião do julgamento dos embargos de declaração, remetam-se ao Juízo da 2ª Vara de Execuções Penais da comarca de Salvador cópias do acórdão condenatório e da certidão de julgamento dos embargos de declaração opostos pelos apenados, para que proceda ao cálculo dos benefícios previstos na Lei n. 7.210/1984, com posterior comunicação a este Relator", escreveu o ministro.
Fachin ainda precisa decidir sobre o pedido feito no final do mês passado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para revogar a prisão domiciliar do ex-ministro. Em julho do ano passado, Geddel foi liberado pelo então presidente do Supremo, Dias Toffoli, para cumprir pena em casa em razão da pandemia de covid-19.
Geddel foi preso preventivamente em julho de 2017, antes mesmo de a Polícia Federal apreender aproximadamente R$ 51 milhões em malas de dinheiro no apartamento. Denunciado em dezembro de 2017, ele havia sido condenado a 14 anos e 10 meses de reclusão por organização criminosa e lavagem de dinheiro. Com a decisão da Segunda Turma que derrubou a condenação por associação criminosa, sua pena foi reduzida para 13 anos e quatro meses de prisão.

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