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Ano novo judaico: entenda data celebrada a partir de hoje, dia 06/09

A cultura judaica acredita que a humanidade surgiu há exatamente 5.728 anos, completados hoje, segunda, 6, por isso hoje começa a celebração do Rosh Hashaná. O primeiro dia do ano começa junto do pôr do sol
22:30 | Set. 06, 2021
Autor Mateus Brisa
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Mateus Brisa Estagiário
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Segundo a cultura judaica, a humanidade surgiu há exatamente 5.728 anos, completados hoje, segunda-feira, 6 de setembro (06/09). A data é chamada Rosh Hashaná e representa o ano novo no calendário judaico. O primeiro dia do ano começa junto do pôr do sol, segundo o rabino Sany Sonnenreich. “Foi nesta data que Deus criou a humanidade, a partir de Adão e Eva”, disse ele em entrevista à Agência Brasil.

“Nesta data comemoramos a criação do ser humano. O propósito do universo é o ser humano desempenhando o seu papel na Terra. Deus, nesse dia, avalia a humanidade que ele criou e o que ela faz com a vida que ganhou de presente”, explicou. Os judeus acreditam na data como a oportunidade para as pessoas perceberem o verdadeiro propósito da existência humana e mostrarem a importância da vida na Terra.

Segundo Sonnenreich, a base do judaísmo é “amar ao próximo como a si mesmo”, tendo em vista que “o que Deus quer de nós é o amor”. “Você jamais conseguirá amar ao outro se você, antes, não se amar. O mesmo se aplica a Deus. Quanto maior meu conhecimento sobre minha essência, mais eu vou me amar e, consequentemente, amar a Deus. Por isso, o conhecimento, o estudo e a preparação são a chave para se abrir todas as portas”, acrescentou.

 

O Rosh Hashaná é tempo de introspecção para os judeus. Nos 10 dias de celebração, iniciados hoje, eles visitam sinagogas para rezas especiais em celebração à data. “Abraçamos o dia como uma audiência particular entre nós e o Grande Rei. Os dois primeiros dias são como uma bolha onde esquecemos de tudo e mergulhamos de cabeça em uma proximidade única, que determinará tudo que acontecerá conosco no ano que se inicia”, disse o rabino.

Durante as cerimônias, é habitual o uso do shofar, um instrumento confeccionado a partir do chifre de animais, como carneiros. “O som do shofar lembra a coroação de um rei. Como não existe rei sem povo, estamos coroando Deus como rei do universo e de nossas vidas”, explicou Sonnenreich.

A alimentação também apresenta papel importante nas celebrações. As famílias costumam preparar refeições com peixes e alimentos à base de mel e maçãs. “Muitos são os doces servidos, para que também seja doce o ano que está chegando. Pão de mel, bolo de mel e maçã com mel são tradicionais. Para o prato principal, o peixe é o escolhido, e vem acompanhado de saladas e receitas típicas judaicas”, relatou ele.

Rosh Hashaná e pandemia de Covid-19

Em 2021, a população judaica enfrenta um segundo Rosh Hashaná em meio à pandemia de Covid-19. Para aqueles que residem em Israel, as celebrações podem ser atrapalhadas em prol da segurança sanitária. Uma pesquisa do Instituto de Democracia de Israel mostrou que 50% dos judeus israelenses desistiriam do tradicional jantar familiar caso um dos parentes não tenha se vacinado contra o coronavírus.

Na mesma pesquisa, 49% dos entrevistados afirmaram que as restrições às pessoas não vacinadas são insuficientes no país. Atualmente, os israelenses utilizam um “passe verde” para acessar diversos locais e estabelecimentos, uma forma de conter a transmissão do vírus, incentivar a vacinação e evitar aglomerações. A maioria das medidas restritivas foi abolida em maio após imunização em massa, mas retornaram devido à variante Delta.

Com informações de Agência Brasil e G1

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Ano novo judaico é comemorado hoje, a partir do pôr do Sol

Geral
14:37 | Set. 06, 2021
Autor Agência Brasil
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A humanidade teve um início, e ele foi há exatos 5.782 anos, completados neste 6 de setembro, segundo a cultura judaica. A data, chamada Rosh Hashaná, comemora o ano novo do calendário judaico. 

“É o dia 1, que começa hoje no pôr do Sol. Foi nesta data que Deus criou a humanidade, a partir de Adão e Eva”, explica à Agência Brasil o rabino Sany Sonnenreich.

“Nesta data comemoramos a criação do ser humano. O propósito do universo é o ser humano desempenhando o seu papel na Terra. Deus, nesse dia, avalia a humanidade que ele criou e o que ela faz com a vida que ganhou de presente”, acrescentou, referindo-se ao Rosh Hashaná, termo que significa “cabeça do ano”.

Para os judeus, é uma data para as pessoas acordarem para a vida e para o real propósito da existência, mostrando a Deus as coisas que realmente são importantes na vida terrena, em meio ao desafio de se cumprir missões coletivas e pessoais. “O que Deus quer de nós é o amor. E isso se demonstra com gestos e pensamentos”, disse.

Sonnenreich explica que a base do judaísmo é “amar ao próximo como a si mesmo”. “Você jamais conseguirá amar ao outro se você, antes, não se amar. O mesmo se aplica a Deus. Quanto maior meu conhecimento sobre minha essência, mais eu vou me amar e, consequentemente, amar a Deus. Por isso, o conhecimento, o estudo e a preparação são a chave para se abrir todas as portas”, completou.

Introspecção

O festejo para esta data é carregado de elementos simbólicos, tanto nos alimentos quanto nos objetos que integram o ambiente e a cerimônia. “Muitas pessoas erroneamente associam o Rosh Hashaná à visão comum que se tem de réveillon, com bebidas e baladas. Não é o caso. É um momento de introspecção; de vivência familiar, rezas e reflexão. De uma análise que determinará o rumo do ano que se inicia”.

Durante os 10 dias de celebração, iniciados no pôr do Sol de hoje, os judeus vão a sinagogas para rezas especiais em celebração à data. “Abraçamos o dia como uma audiência particular entre nós e o Grande Rei. Os dois primeiros dias são como bolha onde esquecemos de tudo e mergulhamos de cabeça em uma proximidade única, que determinará tudo que acontecerá conosco no ano que se inicia”.

Coroação

Um hábito praticado durante essas cerimônias é o de tocar um instrumento fabricado a partir do chifre de animais como carneiros, chamado shofar – Rosh Hashaná é também conhecido como o dia do toque do shofar. 

“O som do shofar lembra a coroação de um rei. Como não existe rei sem povo, estamos coroando Deus como rei do universo e de nossas vidas”, disse ele referindo-se ao instrumento comumente tocado nas sinagogas durante o festejo.

Em casa, as famílias costumam preparar refeições especiais com peixes e alimentos à base de mel e maçãs. “Muitos são os doces servidos, para que também seja doce o ano que está chegando. Pão de mel, bolo de mel e maçã com mel são tradicionais. Para o prato principal, o peixe é o escolhido, e vem acompanhado de saladas e receitas típicas judaicas”.

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Israel registra recorde de contágios diários por coronavírus

HTH
08:26 | Ago. 31, 2021
Autor AFP
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Israel atingiu um recorde de contágios diários por covid-19 desde o início da pandemia, com cerca de 11.000 casos registrados na véspera do início do ano letivo - anunciou o Ministério da Saúde nesta terça-feira (31).

Nas últimas semanas, o número de casos de coronavírus vem aumentando regularmente em Israel, sobretudo, devido à propagação da variante delta, mais contagiosa, não apenas em adultos não vacinados, mas também em pessoas vacinadas há mais de seis meses. Esse quadro levou as autoridades a lançarem um nova campanha para oferecer uma dose de reforço.

Na segunda-feira (30), as autoridades haviam anunciado mais de 9.000 casos, um número que chegou a 10.947 nesta terça-feira (7,65% de testes positivos), superando, assim, o recorde anterior de 10.118 casos em um dia registrado em 18 de janeiro. Os números são do Ministério da Saúde, que registrou, no entanto, uma leve queda no número de casos graves em todo país.

Apesar deste recorde de novas infecções, o governo israelense decidiu não adiar o retorno às salas de aula dos 2,4 milhões de alunos, programado para quarta-feira (1º/9).

O primeiro-ministro Naftali Bennett anunciou que os funcionários das escolas que se recusarem a se vacinar serão obrigados a apresentar um teste negativo para covid-19 duas vezes por semana.

O Estado hebreu foi um dos primeiros a lançar, em meados de dezembro, uma ampla campanha de vacinação, graças a um acordo com a Pfizer. Por meio dele, milhões de doses foram entregues rapidamente em troca de dados sobre a eficácia do imunizante em sua população. Isso reduziu o número de casos até a propagação da variante delta.

Cerca de 5,5 milhões de pessoas receberam duas doses da vacina anticovid-19 em Israel, representando cerca de 60% da população. Deste total, mais de 80% são adultos.

No domingo, o governo reduziu para 12 anos a idade mínima para receber a terceira dose, a fim de combater o aumento do número de caso, ligado à variante delta.

Diante do aumento do número de casos em Israel, a União Europeia decidiu na segunda-feira voltar a impor restrições às viagens não essenciais deste país.

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Israel aplicará dose de reforço contra covid-19 para todos vacinados

Internacional
14:30 | Ago. 29, 2021
Autor Agência Brasil
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Israel começou neste domingo (29) a oferecer dose de reforço contra a covid-19 para jovens a partir de 12 anos, e o primeiro-ministro do país, Naftali Bennett, disse que uma campanha que começou há um mês com essa estratégia para os idosos desacelerou a taxa de doenças graves causadas pela variante Delta.

Ao anunciar a decisão, autoridades de saúde israelenses disseram que a eficácia da segunda dose da vacina da Pfizer-BioNTech diminuiu seis meses após a administração, tornando necessária a aplicação de um reforço.

"A terceira dose nos leva ao nível de proteção alcançado pela segunda dose logo depois de aplicada", disse Sharon Alroy-Preis, chefe de saúde pública do Ministério da Saúde de Israel.

"Isso significa que as pessoas estão dez vezes mais protegidas após a terceira dose da vacina", acrescentou ela em entrevista coletiva, na qual foi anunciada a expansão da campanha pela terceira dose.

Os elegíveis para a terceira dose podem recebê-la desde que pelo menos cinco meses tenham se passado desde a segunda injeção - um período de tempo menor que o intervalo de oito meses em vigor nos Estados Unidos, que está considerando reduzir o tempo de espera.

Na esperança de conter a propagação da variante Delta, altamente contagiosa, Israel começou a administrar a dose de reforço à sua população mais velha há um mês e tem diminuído gradualmente a idade do público alvo, que estava em 30 anos antes do anúncio deste domingo.

Até agora, 2 milhões de pessoas em uma população de 9,3 milhões receberam três doses.

"Já há resultados: o aumento da morbidade grave começou a diminuir", disse o primeiro-ministro em um comunicado. “Mas temos que completar a terceira dose para todos os nossos cidadãos. Convido os maiores de 12 anos a tomar a terceira dose imediatamente."

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Em primeiro encontro, Biden e premiê de Israel discutem Irã e covid-19

INTERNACIONAL
16:16 | Ago. 27, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, encontrou o primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, pela primeira vez, no Salão Oval, nesta sexta-feira, 27. Aos repórteres, Biden afirmou que os países iriam conversar sobre a "ameaça" vinda do Irã e o comprometimento de ambos os Estados em assegurar que Teerã nunca desenvolva uma arma nuclear.
"Colocamos a diplomacia em primeiro lugar e estamos vendo aonde ela vai nos levar. Caso a diplomacia falhe, estamos prontos para avaliar outras opções", afirmou Biden.
De acordo com o líder americano, ele e Bennett se tornaram "amigos próximos". A Casa Branca irá encorajar que Israel estreite laços com países muçulmanos, disse Biden. A promoção da paz e segurança de israelenses e palestinos também esteve em pauta, segundo o presidente.
Em relação às doses de reforço da vacina contra a covid-19, Biden afirmou que os EUA irão levar em consideração o conselho israelense de adiantar a aplicação da terceira dose do imunizante e elogiou o "sucesso" da campanha de vacinação de ambos os países. A princípio, a dose de reforço deve começar a ser aplicada em meados de setembro nos EUA.

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Joyce Oliveira disputa oitavas no tênis de mesa esta noite em Tóquio

Esportes
15:39 | Ago. 26, 2021
Autor Agência Brasil
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Os primeiros mesatenistas brasileiros classificados para as fases finais do tênis de mesa na Paralimpíada de Tóquio (Japão) entram em ação na noite desta quinta-feira (26). A paulista Joyce Oliveira  enfrenta às 23h (horário de Brasília) a indiana Bhavinaben Patal, pelas oitavas de final da classe 4 (cadeirantes). A mesatenista se classificou esta manhã, em segundo lugar do Grupo D, após derrotar a jordaniana Faten Elelimat, por 3 sets a 0 (11/7, 11/9 e 11/7).

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